Os aveirenses Skypho continuam a percorrer o país a promover o seu mais recente trabalho, o EP “Nowhere Neverland”, e para já prometem levá-lo a mais cinco palcos nacionais até ao fim do ano. Sendo assim, em Outubro, pisam o palco da FNAC – Norte Shopping, em Matosinhos, no dia 25 e o da FNAC – Gaia Shopping, em Gaia, no dia 26. Em Novembro é a vez de se apresentarem no Time-Out Rock Café, em Ovar, no dia 2 e no Improviso Bar, em Espinho, no dia 16. Para finalizar o ano, o grupo tem agendado um concerto para o dia 8 de Dezembro no Salvador Café, em Albergaria-a-Velha, em formato acústico. Para 2008, confirma-se, para já, um concerto no Estaleiro Teatral, em Aveiro, no dia 8 de Maio. Friday, October 12, 2007
Skypho - Mais datas
Os aveirenses Skypho continuam a percorrer o país a promover o seu mais recente trabalho, o EP “Nowhere Neverland”, e para já prometem levá-lo a mais cinco palcos nacionais até ao fim do ano. Sendo assim, em Outubro, pisam o palco da FNAC – Norte Shopping, em Matosinhos, no dia 25 e o da FNAC – Gaia Shopping, em Gaia, no dia 26. Em Novembro é a vez de se apresentarem no Time-Out Rock Café, em Ovar, no dia 2 e no Improviso Bar, em Espinho, no dia 16. Para finalizar o ano, o grupo tem agendado um concerto para o dia 8 de Dezembro no Salvador Café, em Albergaria-a-Velha, em formato acústico. Para 2008, confirma-se, para já, um concerto no Estaleiro Teatral, em Aveiro, no dia 8 de Maio. Thursday, October 11, 2007
Review
SONATA ARCTICA
“Unia”
[CD – Nuclear Blast/Compact]
Saber parar, avaliar e tomar a opção certa quando necessário, mesmo quando esta ameaça a ruptura com uma tendência, é com certeza um acto lúcido de quem é audaz e empreendedor. Desde 1999 a fazer um power metal melódico rápido e muito redondinho, sem vermos sinais de ambição numa perspectiva de progresso, começava a ser preocupante. Ainda assim, o presságio de que algo podia estar prestes a ebulir veio com o anterior “Reckoning Night”, de 2004, pois já aí os Sonata Arctica começaram a demonstrar uma ligeira tendência para abrandar o ritmo. Com “Unia” temos a confirmação de que estes finlandeses não andam afinal obstinadamente de “palas nos olhos”.
Neste novo disco, respira-se ar fresco no universo destes senhores do power metal europeu e abre-se espaço para podermos também constatar a capacidade da banda em explorar outras faces musicais. Claro que quem gosta de power metal não prescinde da rapidez alta e constante do duplo bombo ou dos riffs sempre cavalgados e solos ultra-técnicos de guitarra, mas há que manter a mente aberta sob pena de ficarmos parados no tempo a “chafurdar” sempre na mesma fórmula. Haverá uma coisa a preservar em qualquer boa música, independentemente do género: a dinâmica. Não sou obviamente reprovador daquilo que os Sonata Arctica fizeram até hoje, muito menos do power metal, mas certas incursões por este género fazem-se, muitas das vezes, de forma demasiado “séria” – entenda-se, tradicionalista – e acaba-se por perder a oportunidade de inovar.
Relativamente a “Unia”, podemos entendê-lo, decididamente, como uma injecção rejuvenescedora nos princípios de composição dos Sonata Arctica. Vemos aqui o aprofundar de alguns elementos mais pesados e balançados que surgiam, aqui e ali, em “Reckoning Night”. De facto, e apesar de isso chocar certamente os indefectíveis do género e da obra da banda, a velocidade foi aqui remetida quase por completo para segundo plano, à excepção de “The Harvest”, em detrimento de riffs mais concisos, encorpados e alguns até balançados, e a composições mais complexas, progressivas e com ambientes mais dark e até góticos. As melodias e os arranjos vocais continuam soberbos, os pianos são mais contidos mas mais penetrantes – oiçam a entrada de “Caleb” – e, no geral, o ritmo a meio-tempo que predomina no álbum acaba por beneficiar a eficácia dos temas, sem necessariamente significar que o som dos Sonata Árctica tenha ficado mais comercial, pois, afinal de contas, se há algo que sempre marcou o seu som foram as suas melodias muito radio friendly.
Contudo, se por um lado temos um andamento mais fácil de digerir, temos também exercícios capazes de nos obrigar a várias audições para que a sua essência seja assimilada. Talvez o melhor destes casos seja “My Dream’s But A Drop Of Fuel For A Nightmare” com uma dinâmica de arranjos, passagens e ambiências absolutamente absorvente. Aliás, neste tema vem também ao de cima a costela sinfónica do colectivo e um sentimento clássico e teatral, com seus coros à Broadway destacados. Tecnicamente o grupo continua irrepreensível, com um Toni Kakko sempre esplendoroso na voz, ainda que no que toca a solos de guitarra Jani Liimatainen tenha mantido as coisas mais discretas, excepção feita aos excelentes solos de “In Black And White” e “Caleb”.
“Unia” consegue então reunir elementos novos na paisagem estilística do grupo, abonando em favor da salvaguarda da longevidade da sua carreira numa inteligente acção de gestão. Se ouvirmos este trabalhando à distância adequada daquilo que eram os Sonata Arctica há uns anos atrás, seremos capazes de perceber que a sua qualidade continua plena de efervescência. [8/10] N.C.
“Unia”
[CD – Nuclear Blast/Compact]
Saber parar, avaliar e tomar a opção certa quando necessário, mesmo quando esta ameaça a ruptura com uma tendência, é com certeza um acto lúcido de quem é audaz e empreendedor. Desde 1999 a fazer um power metal melódico rápido e muito redondinho, sem vermos sinais de ambição numa perspectiva de progresso, começava a ser preocupante. Ainda assim, o presságio de que algo podia estar prestes a ebulir veio com o anterior “Reckoning Night”, de 2004, pois já aí os Sonata Arctica começaram a demonstrar uma ligeira tendência para abrandar o ritmo. Com “Unia” temos a confirmação de que estes finlandeses não andam afinal obstinadamente de “palas nos olhos”.Neste novo disco, respira-se ar fresco no universo destes senhores do power metal europeu e abre-se espaço para podermos também constatar a capacidade da banda em explorar outras faces musicais. Claro que quem gosta de power metal não prescinde da rapidez alta e constante do duplo bombo ou dos riffs sempre cavalgados e solos ultra-técnicos de guitarra, mas há que manter a mente aberta sob pena de ficarmos parados no tempo a “chafurdar” sempre na mesma fórmula. Haverá uma coisa a preservar em qualquer boa música, independentemente do género: a dinâmica. Não sou obviamente reprovador daquilo que os Sonata Arctica fizeram até hoje, muito menos do power metal, mas certas incursões por este género fazem-se, muitas das vezes, de forma demasiado “séria” – entenda-se, tradicionalista – e acaba-se por perder a oportunidade de inovar.
Relativamente a “Unia”, podemos entendê-lo, decididamente, como uma injecção rejuvenescedora nos princípios de composição dos Sonata Arctica. Vemos aqui o aprofundar de alguns elementos mais pesados e balançados que surgiam, aqui e ali, em “Reckoning Night”. De facto, e apesar de isso chocar certamente os indefectíveis do género e da obra da banda, a velocidade foi aqui remetida quase por completo para segundo plano, à excepção de “The Harvest”, em detrimento de riffs mais concisos, encorpados e alguns até balançados, e a composições mais complexas, progressivas e com ambientes mais dark e até góticos. As melodias e os arranjos vocais continuam soberbos, os pianos são mais contidos mas mais penetrantes – oiçam a entrada de “Caleb” – e, no geral, o ritmo a meio-tempo que predomina no álbum acaba por beneficiar a eficácia dos temas, sem necessariamente significar que o som dos Sonata Árctica tenha ficado mais comercial, pois, afinal de contas, se há algo que sempre marcou o seu som foram as suas melodias muito radio friendly.
Contudo, se por um lado temos um andamento mais fácil de digerir, temos também exercícios capazes de nos obrigar a várias audições para que a sua essência seja assimilada. Talvez o melhor destes casos seja “My Dream’s But A Drop Of Fuel For A Nightmare” com uma dinâmica de arranjos, passagens e ambiências absolutamente absorvente. Aliás, neste tema vem também ao de cima a costela sinfónica do colectivo e um sentimento clássico e teatral, com seus coros à Broadway destacados. Tecnicamente o grupo continua irrepreensível, com um Toni Kakko sempre esplendoroso na voz, ainda que no que toca a solos de guitarra Jani Liimatainen tenha mantido as coisas mais discretas, excepção feita aos excelentes solos de “In Black And White” e “Caleb”.
“Unia” consegue então reunir elementos novos na paisagem estilística do grupo, abonando em favor da salvaguarda da longevidade da sua carreira numa inteligente acção de gestão. Se ouvirmos este trabalhando à distância adequada daquilo que eram os Sonata Arctica há uns anos atrás, seremos capazes de perceber que a sua qualidade continua plena de efervescência. [8/10] N.C.
Círculo de Fogo - Lança terceira compilação
Está já disponível “Círculo de Fogo #3 - Pulsar”, o novo volume compilatório de artistas nacionais da autoria de Luís Filipe Neves e da sua webzine Círculo de Fogo, durante 12 anos em formato programa de rádio e que foi tristemente retirado da grelha da Rádio RV, de Viseu, em Agosto do presente ano. Com o intuito de voltar, Filipe Neves continua, no entanto, activo na sua senda de apoiar o underground nacional e desta feita contempla na sua nova compilação bandas como Assemblent, Blacksunrise, Dr. Zilch, Ethereal, Forgotten Suns, Morbid Death, Namek, Painted Black, Theriomorphic, Witchbreed, The Fire, entre outras, num total de 18 faixas. Faça download, gratuito e autorizado, em http://www.circulodefogo.com/. Urban Tales - Estreia adiada
Inicialmente agendado para dia 15 de Outubro, o lançamento de “Diary Of A No”, a estreia em disco dos lisboetas Urban Tales, foi adiado para dia 2 de Novembro para a FNAC do Chiado, em Lisboa. Os motivos não foram adiantados pela banda. Contudo, a data internacional do seu lançamento mantém-se no dia 22 de Outubro pela grega Burning Star Records. Quem comparecer no dia 2 de Novembro na FNAC do Chiado poderá também assistir, em estreia absoluta, ao videoclip de “Farewell” que promete rodar em vários canais de televisão dentro e fora do país. Para além disso, haverá oferta de lembranças aos presentes e uma surpresa de “grande valor simbólico” para as primeiras 100 pessoas que comprarem “Diary Of A No”. Em comunicado a banda anunciou também que o seu disco de estreia já não vai ser distribuído em Portugal pela Zona Música e Recital, sendo que uma nova entidade discográfica será anunciada já na próxima segunda-feira. Recorde-se que “Diary Of A No” foi produzido por Bruno Fingers, Ricardo Espinha e Marcos César nos estúdios da ETIC, em Lisboa, e conta com as participações especiais de Melo D, Johny Icon [Icon and the Black Roses], André Brito [Adore], Tiago Hollow [Witchbreed], Jon Van Dave [Shadowsphere], Luís [Enchantya], Marina Caldas [jornalista da RTP2 e RTPN], Claudia Dias, entre muitos outros. Scorpions - A hora do regresso
Os germânicos Scorpions têm o seu regresso marcado para Portugal para os dias 4 e 6 de Dezembro, no Pavilhão Atlântico e Pavilhão Multiusos de Guimarães, respectivamente. O grupo de Klaus Meine & companhia vem assim apresentar ao público nacional o seu último álbum, 21º da sua carreira, “Humainty Hour I” lançado em Maio passado. O novo disco conceptual do grupo, que apresenta também uns Scorpions com um som mais moderno, tem-se revelado um sucesso e deixou a agenda da banda já lotada para o resto deste ano. Os bilhetes estão disponíveis nas salas de espectáculo em questão, na Ticketline e lugares habituais a 36€ [plateia em pé], 42€ [balcão nível 1] e 29€ [balcão nível 2] para o concerto em Lisboa, e a 30€ [plateia e galeria em pé], 36€ [bancada entrada] e 40€ [bancada palco] para o concerto em Guimarães. Lost Underground - Site operacional
O site da loja de discos portuense Lost Underground está novamente em funcionamento, após resolvidos os problemas que o assolavam desde a sua criação. A Lost Underground promete agora actualizações frequentes com todo o material em stock [novos e usados] existentes na loja. Entretanto, a gerência aproveita para avisar que a loja se encontrará encerrada para férias entre os dias 17 e 24 de Outubro, sendo que todas as encomendas feitas durante este período serão processadas a partir do dia 25 de Outubro.Wednesday, October 10, 2007
Enchantya - Amanhã na Moita
Depois de Alcabideche, onde actuaram no passado fim-de-semana, os Enchantya realizam um espectáculo amanhã [dia 11] no In Live Caffé, na Moita, pelas 22h00. Forgotten Suns - Abrem para Queensryche
Tuesday, October 09, 2007
Bal-Sagoth - Sai Mullins
Após o abandono do baterista Dave Mackintosh, em 2004, é a vez de outro baterista, Dan Mullins, dar por concluída a sua ligação com os britânicos Bal-Sagoth. Porém, a banda já restitui a sua posição com o recrutamento de Paul “Wak” Jackson oriundo dos Extreme Maggot Infestation e Decimation Of Truth. Para já, a banda continua a promover o seu último tomo, “The Chthonic Chronicles”, editado em 2006 pela Nuclear Blast. Napalm Death - Homenageam Mikey "Offender" Donaldson
Em forma de homenagem ao malogrado Mikey “Offender” Donaldson, ex-baixista da mítica banda de punk/hardcore MDC [Millions Of Dead Cops], D.R.I. e The Offenders falecido no passado dia 22 de Setembro, em Barcelona, enquanto dormia, os britânicos Napalm Death lançaram para download gratuito no seu Myspace a cover de “Face Down In The Dirt”, um clássico dos MDC. Esta cover é retirada de “Leaders Not Followers: Part 2”, álbum de 2004 dos Napalm Death. Mikey “Offender” Donaldson parte assim aos 46 anos, mas as causas da sua morte continuam por apurar. Soilent Green - Assinam pela Metal Blade
Após uma carreira praticamente toda passada na Relapse Records, os sludge grind-metallers norte-americanos Soilent Green assinaram pela Metal Blade para a qual lançarão a sua estreia no próximo ano. O quinto álbum da sua discografia e sucessor de “Confrontation”, de 2005, começará a ser composto a partir do dia 15 de Outubro nos Mana Studios em Tampa, na Florida, com o produtor e engenheiro de som Erik Rutan [Cannibal Corpse, Hate Eternal, Goatwhore, Vital Remains, etc]. Primordial - Em honra dos mortos
“To The Nameless Dead” é o título do próximo trabalho dos irlandeses Primordial a editar, para toda a Europa, no dia 19 de Novembro pela Metal Blade. O grupo veterano de black metal com influências folk já anunciou que este será um trabalho mais “corrosivo e rápido” que o anterior “The Gathering Wilderness” e foi gravado integralmente em sistema analógico com o intuito de preservar as características old school do seu som. O disco será editado em jewelcase e edição limitada em digibook contendo um CD bónus. Este vem com um artwork alternativo, um booklet composto por 40 páginas e o CD contém o concerto dos Primordial no Rock Hard Festival.Demiricous - Segundo acto de revolução
“Two (Poverty)” é o segundo álbum dos americanos Demiricous, disponível desde o passado dia 5 de Outubro, para a Europa, pela Metal Blade. A banda de death/thrash com espírito punk de Indianapolis formou-se em 2001, mas só em 2006 edita o seu primeiro álbum, “One (Hellbound)”, após uma demo auto-financiada ter captado a atenção da Metal Blade. A partir de 19 de Outubro a banda parte numa intensa digressão americana que, para já, prolongar-se-á até 1 de Dezembro. Para fãs de thrash na veia de Slayer.Fates Warning - "No Exit" re-editado
No âmbito das comemorações do 25º aniversário da Metal Blade, “No Exit”, o lendário quarto álbum dos americanos Fates Warning, lançado em 1988, que marcou a grande ascensão de popularidade do grupo, foi re-editado pela discográfica alemã contendo três temas bónus e um DVD que mostra actuações ao vivo da banda durante esta digressão com cenas de bastidores, num total de quase uma hora de filmagens, para além de três videoclips retirados a “No Exit”. Em Novembro, a banda do Jim Matheos vai estar na Europa para uma série de concertos na Alemanha e Holanda, onde serão acompanhados pelos Pagan’s Mind, um concerto em Inglaterra com suporte dos To-Mera, terminando esta rota europeia com uma data na Grécia e duas em Espanha. Monday, October 08, 2007
Especial October Loud
Com o objectivo de contrariar a impassibilidade do período de Inverno nos Açores, a Associação Bit 9 organiza nos dias 26 e 27 de Outubro o festival October Loud, a decorrer no Salão de S. José, em Ponta Delgada, a partir das 21h00. Este evento conta com oito bandas de peso locais e imensos pontos de interesse, tanto pela estreia de alguns, como pela oportunidade excepcional de vermos algumas bandas actuar este ano. Para além disso, os responsáveis do festival promovem no segundo dia do festival, pelas 19h00 no restaurante “O Avião”, um “Headbangers Dinner” que visa cultivar o sentido de união entre os metaleiros locais. Para o "after hours" está programada a actuação do DJ Paulo Jorge Sousa no Bar Académico. As entradas para o festival custam 2,5€ para um dia e 4,5€ para os dois. As receitas de bilheteira reverterão para a paróquia de S. José. A SounD(/)ZonE apoia o October Loud!
NEUROLAG
Os Neurolag, oriundos do Livramento, no concelho de Ponta Delgada, são o primeiro grupo a subir ao palco do festival October Loud. Formados em 2004 pela fusão de elementos dos extintos Sedative e Torment, popularizaram-se com um nu-metal agressivo, na veia de uns Slipknot, ficando desta forma justificada a agitação que provocam nas suas actuações vivo. De resto, é por esta razão que a banda tem angariado fãs de espectáculo para espectáculo e, mesmo não praticando um som original, a energia que irradiam em cada aparição ao vivo fazem destas momentos a não perder. No mês de Julho estrearam-se em disco com a edição da demo “Perception, Memory, Cognition” composta por sete temas, registados e produzidos nos Spell Productions Studios, em Ponta Delgada.
Line-up:
Hugo Pimentel [voz]
José Oliveira [guitarra e voz]
Paulo Santos [guitarra]
Eurico Silva [baixo]
David Melo [bateria]
Ano de formação: 2004
Estilo: Nu-Metal
Discografia: “Perception, Memory, Cognition” [Demo CD – 2007]
Site: www.myspace.com/neurolag
Os Neurolag, oriundos do Livramento, no concelho de Ponta Delgada, são o primeiro grupo a subir ao palco do festival October Loud. Formados em 2004 pela fusão de elementos dos extintos Sedative e Torment, popularizaram-se com um nu-metal agressivo, na veia de uns Slipknot, ficando desta forma justificada a agitação que provocam nas suas actuações vivo. De resto, é por esta razão que a banda tem angariado fãs de espectáculo para espectáculo e, mesmo não praticando um som original, a energia que irradiam em cada aparição ao vivo fazem destas momentos a não perder. No mês de Julho estrearam-se em disco com a edição da demo “Perception, Memory, Cognition” composta por sete temas, registados e produzidos nos Spell Productions Studios, em Ponta Delgada.Line-up:
Hugo Pimentel [voz]
José Oliveira [guitarra e voz]
Paulo Santos [guitarra]
Eurico Silva [baixo]
David Melo [bateria]
Ano de formação: 2004
Estilo: Nu-Metal
Discografia: “Perception, Memory, Cognition” [Demo CD – 2007]
Site: www.myspace.com/neurolag
NABLEENA
Castigados pela falta de vocalista ao longo dos primeiros anos de existência e pelas contingências recorrentes de um line-up raras vezes reunido, os Nableena, formados em 2003 na cidade da Ribeira Grande, chegaram mesmo a dar por finda a sua existência um ano depois de arrancarem com as suas actividades. Porém, em 2005, o colectivo decidiu reacender a "chama" e já recorrendo aos préstimos do baixista Rui Anjos e do guitarrista Pedro Couto abraçaram uma nova sonoridade e uma nova fase na sua carreira. Deixaram a vertente mais experimental dos primeiros tempos em que a banda explorava temas longos, cruzados por electrónica e sons étnicos, passando para um som mais rasgado com influências de Carcass, At The Gates, Dark Tranquility, Death, My Dying Bride, Enslaved, entre outros. O que marcará certamente as composições dos Nableena é o seu psicadelismo, no sentido de que oferecem um vasto leque de influências na forma de mudanças injectadas sempre de modo imprevisível, bem como o frio nórdico do seu peso. Hoje, chegado o fim do “calvário” [entenda-se, busca de vocalista], os Nableena encontram-se numa fase estável e até com dois [!] elementos na voz – Luís Franco [ex-Carnification] e João Melo [ex-Bizarre Attitude]. Se já antes disso a banda havia suscitado enorme curiosidade, agora, com a sua formação encontrada, faltar-lhe-á pouco para se afirmar como um dos projectos mais importantes do panorama de peso açoriano.Line-up:
Luís Franco [voz]
João Melo [voz]
Petr Labrentsev [guitarra]
Pedro Couto [guitarra e samples]
Miguel Bernardo [baixo]
Gualter Couto [bateria]
David Ross [samples e guitarra acústica]
Ano de formação: 2003
Estilo: Death/Black/Doom progressivo
Discografia: N/D
Site: www.myspace.com/nableena
IN PECCATVM
A par dos Morbid Death, são a banda de metal mais antiga ainda no activo nos Açores. Os In Peccatvm nasceram em 1998 e tiveram o seu baptismo ao vivo no concurso Novas Ondas do mesmo ano. Pouco faltou para que gravassem a sua primeira demo-tape, “In Beauty”, com a qual granjearam os primeiros galanteios do público e imprensa nacional e internacional. Depois disso seguiu-se-lhe a demo-tape “Just Like Tears”, mas é com o MCD conceptual “Antília” que os In Peccatvm afirmam definitivamente o seu potencial na área do doom/goth metal. No ano transacto ingressou na banda Bruno Santos como teclista e, mais recentemente, João Oliveira como baterista sendo que a banda deixa o formato trio até hoje adoptado, abrindo assim também a possibilidade de Hélder Almeida se ocupar somente da guitarra. O sucessor de “Antília” já está a ser registado nos estúdios Global Point e promete estar disponível no próximo ano, justamente a comemorar os dez anos de existência da banda. No October Loud poder-se-ão ouvir alguns temas deste novo trabalho que sairá em formato EP.
Line-up:
António Neves [voz e guitarra]
Hélder Almeida [guitarra]
André Gouveia [baixo]
Bruno Santos [teclados]
João Oliveira [bateria]
Ano de formação: 1998
Estilo: Doom/Goth Metal
Discografia:
“In Beauty” [Demo-tape 1998]
“Just Like Tears” [Demo-tape 1999]
“Antília” [MCD 2001]
Site:
http://www.inpeccatum.com/
www.myspace.com/inpeccatum
ZYMOSIS
A fechar a primeira noite deste festival que promete agitar o Outono micaelense, marcam presença os Zymosis. O colectivo de S. Roque já goza de um respeitável estatuto tanto pelos anos de existência como pelas suas duas maquetas editadas [“Welcome To The Devil’s Lair – Live Beside The Church” e “Disharmonical Shymphony Of Black Dimensions”] e pelo DVD+CD ao vivo do seu concerto na primeira edição do festival açoriano Roquefest [“Puritanical Live War”]. Para além disso, são inegáveis as expectativas que se geram sempre que este sexteto sobe ao palco pela surpresas teatrais a que já nos habituaram. Sendo cabeças-de-cartaz espera-se dos Zymosis um concerto ainda mais especial.
Line-up:
Hélder Medeiros [voz]
Rui Arruda [guitarra]
Bruno Carreiro [guitarra]
Bruno Dias [baixo]
Sérgio Botelho [teclados]
Flávio Medeiros [bateria]
Ano de formação: 2001
Estilo: Black metal melódico
Discografia:
“Welcome To The Devil’s Lair – Live Beside The Church” [Demo CD 2003]
“Disharmonical Symphony Of Black Dimensions” [Demo CD 2004]
“Puritanical Live War” [DVD+CD 2006]
Site: www.myspace.com/zymosisband
Ano de formação: 2003
Estilo: Death/Black/Doom progressivo
Discografia: N/D
Site: www.myspace.com/nableena
IN PECCATVM
A par dos Morbid Death, são a banda de metal mais antiga ainda no activo nos Açores. Os In Peccatvm nasceram em 1998 e tiveram o seu baptismo ao vivo no concurso Novas Ondas do mesmo ano. Pouco faltou para que gravassem a sua primeira demo-tape, “In Beauty”, com a qual granjearam os primeiros galanteios do público e imprensa nacional e internacional. Depois disso seguiu-se-lhe a demo-tape “Just Like Tears”, mas é com o MCD conceptual “Antília” que os In Peccatvm afirmam definitivamente o seu potencial na área do doom/goth metal. No ano transacto ingressou na banda Bruno Santos como teclista e, mais recentemente, João Oliveira como baterista sendo que a banda deixa o formato trio até hoje adoptado, abrindo assim também a possibilidade de Hélder Almeida se ocupar somente da guitarra. O sucessor de “Antília” já está a ser registado nos estúdios Global Point e promete estar disponível no próximo ano, justamente a comemorar os dez anos de existência da banda. No October Loud poder-se-ão ouvir alguns temas deste novo trabalho que sairá em formato EP.Line-up:
António Neves [voz e guitarra]
Hélder Almeida [guitarra]
André Gouveia [baixo]
Bruno Santos [teclados]
João Oliveira [bateria]
Ano de formação: 1998
Estilo: Doom/Goth Metal
Discografia:
“In Beauty” [Demo-tape 1998]
“Just Like Tears” [Demo-tape 1999]
“Antília” [MCD 2001]
Site:
http://www.inpeccatum.com/
www.myspace.com/inpeccatum
ZYMOSIS
A fechar a primeira noite deste festival que promete agitar o Outono micaelense, marcam presença os Zymosis. O colectivo de S. Roque já goza de um respeitável estatuto tanto pelos anos de existência como pelas suas duas maquetas editadas [“Welcome To The Devil’s Lair – Live Beside The Church” e “Disharmonical Shymphony Of Black Dimensions”] e pelo DVD+CD ao vivo do seu concerto na primeira edição do festival açoriano Roquefest [“Puritanical Live War”]. Para além disso, são inegáveis as expectativas que se geram sempre que este sexteto sobe ao palco pela surpresas teatrais a que já nos habituaram. Sendo cabeças-de-cartaz espera-se dos Zymosis um concerto ainda mais especial.Line-up:
Hélder Medeiros [voz]
Rui Arruda [guitarra]
Bruno Carreiro [guitarra]
Bruno Dias [baixo]
Sérgio Botelho [teclados]
Flávio Medeiros [bateria]
Ano de formação: 2001
Estilo: Black metal melódico
Discografia:
“Welcome To The Devil’s Lair – Live Beside The Church” [Demo CD 2003]
“Disharmonical Symphony Of Black Dimensions” [Demo CD 2004]
“Puritanical Live War” [DVD+CD 2006]
Site: www.myspace.com/zymosisband
Nota: Dentro de dias segue a segunda parte do especial October Loud.
Sunday, October 07, 2007
Eddie Vedder - Vocalista de Pearl Jam lança disco a solo
Após 17 anos a liderar os Pearl Jam, o vocalista e guitarrista Eddie Vedder estreia-se a solo com “Into The Wild” que é nada mais nada menos que a banda sonora do filme de Sean Pen adaptado ao best seller com o mesmo nome, de Jon Krakauer [“Under The Banner Of Heaven”, “Into Thin Air”]. A convite do realizador, Eddie Vedder compôs 11 temas de sua autoria, maioritariamente baladas, inspiradas pela história verídica do filme. “Into The Wild” conta a história de Christopher McCandless, um jovem idealista desempenhado por Emile Hirsch [“Alpha Dog”, “Girl Next Door”] que troca todos os seus bens materiais e a sua vida pela paisagem selvagem do Alasca. O novo trabalho de Eddie Vedder está já disponível nas lojas e o filme estreia nos cinemas a 29 de Novembro. Fiquem aqui com o single "Hard Sun" e o trailer do filme. The Allstar Project - A recompensa certa
“Your Reward... A Bullet” é o título do primeiro longa-duração dos leirienses The Allstar Project a lançar no dia 22 de Outubro com selo da Rastilho Records. O projecto post rock, algo psicadélco e rico em ambiências evolventes, constrói a sua música com base em bandas como Mogway, Explosions In The Sky e Godspeed You Black Empreror e atingiu grande destaque em revistas e sites com os anteriores EP’s “Berlenga Connection” [2003] e “Something To Do With Dead” [2006]. Para além de samples de filmes, este novo trabalho conta também com as falas dos “Anntenas To Heaven”, um grupo de Newcastle. Para o dia 20 de Outubro está marcada festa de lançamento de “Your Reward... A Bullet” no Beat Club, em Leiria. Friday, October 05, 2007
Mata-Ratos - 25 anos comemorados com disco
Este ano os lendários Mata-Ratos comemoram 25 anos de carreira e com isso decidiram marcar esta efeméride com o lançamento de um novo trabalho de originais. “Novos Hinos Para A Mocidade Portuguesa” é assim o título do sexto álbum dos punk/rockers lisboetas, gravado nos Black Sheep Studios, em Portugal, com o reconhecido produtor Makoto Yagyui [If Lucy Fell]. Este disco promete algumas novidades, como instrumentos pouco usuais nos temas da banda, para além de que conta com a presença de Jorge Bruto [Capitão Fantasma] como convidado. O artwork apelativo deste novo trabalho é da autoria de Alexandre Bacala. “Novos Hinos Para A Mocidade Portuguesa” chega às lojas no dia 29 de Outubro, com selo da Rastilho Records, e dois dias antes a banda vai apresentá-lo no Cine-Teatro de Corroios, a partir das 21h00, acompanhado pelos convidados The Hellspiders e Braço de Ferro. A entrada custa 5€. Review
BOYS NIGHT OUT
“Boys Night Out”
[CD – Ferret Music]
Hoje é um dado adquirido de que a acentuação pop no mercado do punk/rock tem ganho força, nomeadamente dentro de algumas editoras que até oferecem propostas bastante extremas como, por exemplo, a independente Ferret Music. Será esta, certamente, uma clara maneira de equilibrar as contas... De Ontário, no Canadá, chega-nos o terceiro disco dos Boys Night Out, um grupo que até começou por mostrar garra e espírito hardcore, controlado é certo, no seu disco de estreia, mas que, progressivamente foi discorrendo para um punk/rock cheio de melodia orelhuda daquela de apelar desavergonhadamente aos airplays das rádios e televisões. Ainda assim, são mais “negros” que uns My Chemical Romance ou Panic At The Disco, mas os propósitos acabam por estar sempre muito próximos.
O grande problema dos Boys Night Out é que pecam neste disco precisamente pelas características porque brilham outros nomes do género na cena actual. Os temas, mesmo pop, não grudam da mesma maneira que os das bandas atrás referidas ou mesmo como de outras que o próprio grupo tem como influência como The Get Up Kids, Taking Back Sunday, Knapsack ou Third Eye Blind. Sendo assim, falha-se um objectivo fulcral neste género, já que aqui, de resto, pouco há de peso para apelar a facções mais extremas.
O disco corre sempre a um ritmo muito amorfo e contido, sendo “The Heirs Of Error” o único tema que rasga à punk, chegando mesmo Connor Lovat-Fraser a esboçar a sua agressividade vocal. As restantes dez faixas apresentam algumas texturas melódicas interessantes, mas poucas conseguem ficar na memória para além da sua escuta, assegurando que, embora a “maciez” do seu som, os temas de “Boys Night Out” não possuem um potencial declarado para se tornarem hits. Quando isto falha numa estrutura como os Boys Nigh Out não se sabe muito bem que mais de positivo podemos esperar de um lançamento seu – isto já que decidiram mudar de rumo. Tudo apresenta uma flagrante falta de fibra, a interpretação vocal é muito cinzenta, os riffs de guitarra não convencem e a secção rítmica não faz mais do que cumprir a sua tarefa muito “desinteressadamente”, diria...
De facto, só parece haver uma razão para “Boys Night Out” soar-nos tão desinteressante – a falta de imaginação deve ter falhado redondamente na composição deste álbum e parece que não houve também muito esforço para contrariá-la. É punk/rock “mainstream” que aqui nem chega para isso, mas que, ainda assim, ouvido despretensiosamente deve agradar aos fãs do género. [4/10] N.C.
www.boysnightout.com
www.myspace.com/boysnightout
“Boys Night Out”
[CD – Ferret Music]
Hoje é um dado adquirido de que a acentuação pop no mercado do punk/rock tem ganho força, nomeadamente dentro de algumas editoras que até oferecem propostas bastante extremas como, por exemplo, a independente Ferret Music. Será esta, certamente, uma clara maneira de equilibrar as contas... De Ontário, no Canadá, chega-nos o terceiro disco dos Boys Night Out, um grupo que até começou por mostrar garra e espírito hardcore, controlado é certo, no seu disco de estreia, mas que, progressivamente foi discorrendo para um punk/rock cheio de melodia orelhuda daquela de apelar desavergonhadamente aos airplays das rádios e televisões. Ainda assim, são mais “negros” que uns My Chemical Romance ou Panic At The Disco, mas os propósitos acabam por estar sempre muito próximos.O grande problema dos Boys Night Out é que pecam neste disco precisamente pelas características porque brilham outros nomes do género na cena actual. Os temas, mesmo pop, não grudam da mesma maneira que os das bandas atrás referidas ou mesmo como de outras que o próprio grupo tem como influência como The Get Up Kids, Taking Back Sunday, Knapsack ou Third Eye Blind. Sendo assim, falha-se um objectivo fulcral neste género, já que aqui, de resto, pouco há de peso para apelar a facções mais extremas.
O disco corre sempre a um ritmo muito amorfo e contido, sendo “The Heirs Of Error” o único tema que rasga à punk, chegando mesmo Connor Lovat-Fraser a esboçar a sua agressividade vocal. As restantes dez faixas apresentam algumas texturas melódicas interessantes, mas poucas conseguem ficar na memória para além da sua escuta, assegurando que, embora a “maciez” do seu som, os temas de “Boys Night Out” não possuem um potencial declarado para se tornarem hits. Quando isto falha numa estrutura como os Boys Nigh Out não se sabe muito bem que mais de positivo podemos esperar de um lançamento seu – isto já que decidiram mudar de rumo. Tudo apresenta uma flagrante falta de fibra, a interpretação vocal é muito cinzenta, os riffs de guitarra não convencem e a secção rítmica não faz mais do que cumprir a sua tarefa muito “desinteressadamente”, diria...
De facto, só parece haver uma razão para “Boys Night Out” soar-nos tão desinteressante – a falta de imaginação deve ter falhado redondamente na composição deste álbum e parece que não houve também muito esforço para contrariá-la. É punk/rock “mainstream” que aqui nem chega para isso, mas que, ainda assim, ouvido despretensiosamente deve agradar aos fãs do género. [4/10] N.C.
www.boysnightout.com
www.myspace.com/boysnightout
Thursday, October 04, 2007
Enchantya - Este fim-de-semana no Muralhas Rock Bar
Os Enchantya, liderados pela conhecida Rute Fevereiro [Black Widows], actuam no próximo sábado [6 de Outubro] no Muralhas Rock Bar, em Alcabideche [Cascais]. O colectivo lisboeta conta com suporte dos Mons Lvnae que lançaram recentemente a sua terceira demo, “Seven Winds”. O espectáculo tem início às 23h00.
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