THE DEVIL WEARS PRADA
“Plagues”
[CD – Ferret Music]
Tentando respeitar modas e políticas editorais por vezes torna-se complicado quando vemos lançamentos como este “Plagues” em catadupa em certos catálogos. A Ferret é dada a extremos e talvez, por isso, mais equilibrada, revisando anteriores escritas, mas ainda assim não se percebe o porquê artístico de continuar a lançar trabalhos destas características. Os The Devil Wears Prada são um grupo “limpinho” de metalcore com muita “emoção” jovial inoculada e normas cristãos pelo meio. São de esperar, por isso, todos os clichés inerentes a esta corrente, sem o mínimo rasgo de criatividade e originalidade.
“Plagues”
[CD – Ferret Music]
Tentando respeitar modas e políticas editorais por vezes torna-se complicado quando vemos lançamentos como este “Plagues” em catadupa em certos catálogos. A Ferret é dada a extremos e talvez, por isso, mais equilibrada, revisando anteriores escritas, mas ainda assim não se percebe o porquê artístico de continuar a lançar trabalhos destas características. Os The Devil Wears Prada são um grupo “limpinho” de metalcore com muita “emoção” jovial inoculada e normas cristãos pelo meio. São de esperar, por isso, todos os clichés inerentes a esta corrente, sem o mínimo rasgo de criatividade e originalidade. Ouvir este disco é como o mais pragmático exercício de escuta, um deja vu retalhado de muito do que já ouvimos em vários discos hoje em dia. Ao primeiro tema percebemos que os TDWP estão mais coesos e determinados do que no anterior “Dear Love: A Beautiful Discord”, de 2006, mas a pouco e pouco vamo-nos apercebendo de que os pressupostos pop e emo da sua música são as vozes de comando deste trabalho. Aliás, os TDWP estão mais melódicos do que antes, mas em certos momentos [poucos] mais pesados que outrora também – como é exemplo o inesperado “Don’t Dink And Drance” que abre com um furioso blast beat ou uma ou outra passagem mais dissonante coberta por berros mais guturais. Contudo, as melodias quase soluçadas de Mike Hranica podem provocar facilmente alguma indigestão de tão plásticas que parecem – um problema comum neste tipo de música concebida por jovens, na maioria dos casos. Uma das marcas dos TDWP serão talvez os teclados, que se emaranham constantemente com os restantes instrumentos, mas até esses servem para dar um ar ainda mais popesco e inocente aos seus temas. As guitarras emanam as melodias e os riffis monocórdicos balançados do costume e a secção rítmica não faz absolutamente nada de destaque.
A conclusão é de que, de facto, os TDWP terão que saber muito bem o que querem da sua carreira se a virem de olhos postos no futuro. A não ser que o encosto que isso lhes dê aos números [leiam-se cifrões] e ao mainstream lhes preencha completamente os requisitos. [4/10] N.C.
www.thedevilwearspradaband.com

Os
No próximo fim-de-semana, dias 17 e 18 de Novembro, Hugo Danin ministra um workshop e seminário de bateria na Academia das Artes, em Ponta Delgada. Esta segunda presença nos Açores, após a participação na II Maratona Rock, no Coliseu Micaelense, em 2006, serve também para o músico lançar o livro “Criatividade Rítmica: Método para a Compreensão Técnica e Musical da Bateria” que explora exercícios pedagógicos deste instrumento. Concretamente, na manhã de sábado, Hugo Danin vai estar também, pelas 11h00, na loja de instrumentos “Oficina da Música”, que detém a exclusividade da venda do livro, para um aberto contacto com músicos e/ou clientes. A partir das 15h00, na Academia das Artes, o baterista apresentará o seu livro e demonstrará alguns exercícios na prática. No domingo, a sessão começa pelas 10h30, no mesmo local, e é destinada a transmitir noções organológicas e acústicas acerca das diferentes naturezas da bateria, composição e disposição das suas peças, medidas físicas convencionais e não convencionais, afinações e conselhos sobre instrumentos para este fim existentes no mercado, sendo esta segunda ronda do seu seminário mais orientada para os alunos de Tecnologias da Música do Conservatório Regional. Ainda assim, está aberta ao público em geral.



Os dinamarqueses 


Os franceses 

O novo álbum dos norte-americanos 


É já na próxima semana que os alemães