Após um ano intenso a promover “Allegiance”, cerca de 100 concertos num total de 22 de países percorridos, os Firewind vão entrar em estúdio ainda este ano para começar a gravar o seu quinto álbum. O estúdio escolhido é o do reconhecido Frederik Nordström, na Suécia, e os gregos comandados pelo virtuoso guitarrista Gus G. já revelaram alguns dos nomes dos temas do seu próximo trabalho: “Remembered”, “Life Foreclosed”, “The Silent Code”, “Mercenary Man”, “My Loneliness”, “Head Up High”. O sucessor de “Allegiance” deverá chegar às lojas na Primavera de 2008 pela Century Media. Pela mesma altura está já garantida uma tournée europeia com os Kamelot e Visions Of Atlantis a arrancar a 4 de Abril em Londres. Wednesday, November 21, 2007
Firewind - Preparam novo trabalho
Após um ano intenso a promover “Allegiance”, cerca de 100 concertos num total de 22 de países percorridos, os Firewind vão entrar em estúdio ainda este ano para começar a gravar o seu quinto álbum. O estúdio escolhido é o do reconhecido Frederik Nordström, na Suécia, e os gregos comandados pelo virtuoso guitarrista Gus G. já revelaram alguns dos nomes dos temas do seu próximo trabalho: “Remembered”, “Life Foreclosed”, “The Silent Code”, “Mercenary Man”, “My Loneliness”, “Head Up High”. O sucessor de “Allegiance” deverá chegar às lojas na Primavera de 2008 pela Century Media. Pela mesma altura está já garantida uma tournée europeia com os Kamelot e Visions Of Atlantis a arrancar a 4 de Abril em Londres. Hellhammer - Demos lendárias reeditadas
Os fãs dos lendários Hellhammer terão a partrir de Fevereiro de 2008 oportunidade de ver reunidas numa só edição as três primeiras demos do grupo suíço, gravadas em 1983, numa edição especial em duplo CD [tamanho alargado] e em vinil triplo, a editar pela Prowling Death/Century Media. Ambas serão acompanhados de um extenso booklet com letras, fotografias inéditas, liner-notes das sessões de gravação e um poster. Intitula-se “Demon Entrails” e engloba, concretamente, as demos “Death Fiend”, “Triumph Of Death” e “Satanic Rites”. Este material, registado em cassete, foi remasterizado com supervisão do guitarrista e vocalista Tom Gabriel Fischer e promete transmitir a real aura da banda no ano em que foram gravadas. Relembramos que os Hellhammer são, na verdade, uma primeira encarnação dos Celtic Frost que perdurou apenas entre 1982 e 1984. Warbringer - EP disponível gratuitamente
O EP que chamou a atenção de todos e, certamente, também da Century Media, “One By One The Wicked Fall” dos thrashers norte-americanos Warbringer, pode agora ser “descarregado” gratuitamente no site www.metalsucks.net. Enquanto isso a banda ocupa-se com a preparação do seu álbum de estreia, já designado por “War Without End”, a lançar em Fevereiro de 2008 pela supracitada editora alemã. Neste momento, é também já certa a inclusão dos Warbringer na tournée norte-americana de apoio ao novo disco dos Exodus, que arranca a 21 de Janeiro, e que conta também com as presenças dos Goatwhore e Arsis. Tuesday, November 20, 2007
Review
PITNOISE
"Pitnoise"
[EP - Edição de Autor]
Os Pitnoise são uma jovem banda de Corroios criada no despontar de 2006, aparentemente suportada por um vincado espírito de sacrifício que os ajudou/a a levar de vencidas as adversidades naturais que se cruzam no caminho de uma banda em início de carreira. Das queixas dos vizinhos pelo "barulho" dos ensaios – que acabaram por originar o nome da banda – às várias alterações de line-up, os Pitnoise chegam ao seu EP de estreia no início do presente ano com assinatura do produtor/engenheiro Pedro Madeira, nos Rock Studios.
Contudo, se a sua produção é frágil e algo crua, o rock melódico – por vezes mais “apunkalhado” – dos Pitnoise mostra-se também pouco audaz e demasiado simples e pouco elaborado para conseguir arrancar reacções mais efusivas logo à primeira. Aliás, para além da agradável musicalidade resultante da sinergia entre as vozes de Christiane e Johny, pouco resta a nível de execução e composição que nos afaste da ideia de que este sexteto está ainda a viver a plenitude da sua jovialidade e a inexperiência daí adjacente.
Ainda que considerando que a ideia seja assentar a dinâmica voz de Johny – a nos lembrar Brandon Boyd, dos Incubus, em vários momentos – e a doçura vocal de Christiane numa estrutura musical simples para que tenham ainda mais hipóteses de brilhar, a verdade é que a riqueza instrumental dos Pitnoise é débil, o que só que poderia resultar em momentos monótonos causados por uma composição com uma lista muito reduzida de ritmos e mudanças, logo, pouco dinâmica. Será necessário um maior empenho na construção dos riffs e ritmos o que, acreditamos, lhes trará uma maior magnitude artística e argumentos que os afastem dos actuais indícios de amadorismo da sua música.
O que vale aos Pitnoise são as suas duas talentosas vozes de comando e suas melodias que prendem o ouvinte com bastante facilidade. Porém, também neste campo deverão ser tomadas medidas de moderação no emprego das suas métricas de forma a que a música respire convenientemente. Um jogo de vozes poderia ser aproveitado já que as vozes de Jonhy e Christiane estão a maior parte das vezes coladas.
Fazendo um balanço desta estreia homónima é difícil não considerar que há ainda muito trabalho a fazer, mas o instinto e apetências inatas dos Pitnoise para criarem melodias memoráveis e envolventes fazem-nos crer que podem chegar onde querem com as devidas doses de amadurecimento. [5/10] N.C.
www.pitnoise.pt.vu
"Pitnoise"
[EP - Edição de Autor]
Os Pitnoise são uma jovem banda de Corroios criada no despontar de 2006, aparentemente suportada por um vincado espírito de sacrifício que os ajudou/a a levar de vencidas as adversidades naturais que se cruzam no caminho de uma banda em início de carreira. Das queixas dos vizinhos pelo "barulho" dos ensaios – que acabaram por originar o nome da banda – às várias alterações de line-up, os Pitnoise chegam ao seu EP de estreia no início do presente ano com assinatura do produtor/engenheiro Pedro Madeira, nos Rock Studios.Contudo, se a sua produção é frágil e algo crua, o rock melódico – por vezes mais “apunkalhado” – dos Pitnoise mostra-se também pouco audaz e demasiado simples e pouco elaborado para conseguir arrancar reacções mais efusivas logo à primeira. Aliás, para além da agradável musicalidade resultante da sinergia entre as vozes de Christiane e Johny, pouco resta a nível de execução e composição que nos afaste da ideia de que este sexteto está ainda a viver a plenitude da sua jovialidade e a inexperiência daí adjacente.
Ainda que considerando que a ideia seja assentar a dinâmica voz de Johny – a nos lembrar Brandon Boyd, dos Incubus, em vários momentos – e a doçura vocal de Christiane numa estrutura musical simples para que tenham ainda mais hipóteses de brilhar, a verdade é que a riqueza instrumental dos Pitnoise é débil, o que só que poderia resultar em momentos monótonos causados por uma composição com uma lista muito reduzida de ritmos e mudanças, logo, pouco dinâmica. Será necessário um maior empenho na construção dos riffs e ritmos o que, acreditamos, lhes trará uma maior magnitude artística e argumentos que os afastem dos actuais indícios de amadorismo da sua música.
O que vale aos Pitnoise são as suas duas talentosas vozes de comando e suas melodias que prendem o ouvinte com bastante facilidade. Porém, também neste campo deverão ser tomadas medidas de moderação no emprego das suas métricas de forma a que a música respire convenientemente. Um jogo de vozes poderia ser aproveitado já que as vozes de Jonhy e Christiane estão a maior parte das vezes coladas.
Fazendo um balanço desta estreia homónima é difícil não considerar que há ainda muito trabalho a fazer, mas o instinto e apetências inatas dos Pitnoise para criarem melodias memoráveis e envolventes fazem-nos crer que podem chegar onde querem com as devidas doses de amadurecimento. [5/10] N.C.
www.pitnoise.pt.vu
Friday, November 16, 2007
Medas Metal Night - Amanhã no Indycat Piano Bar
Amanhã [17] é dia dos Web, Equaleft e Hybrid Corp. subirem ao palco do Indycat Piano Bar para o Medas Metal Night, em Medas, Gondomar. As hostilidades têm início às 22h00 e o preço das entradas é de 2.50€ para sócios e 3€ para não-sócios [cerveja a 0,50€]. Haverá oferta de material promocional das bandas. Perfect Sin - No Café Rock In Chiado
No dia 21 de Novembro os Perfect Sin realizam mais uma data da tournée de promoção ao EP “SchemA”, acompanhados pelos Assemblent e Spoiled Fiction. O espectáculo tem início às 22h00 no Café Rock In Chiado, em Lisboa. Black Orkydea - Exibe novo merchandise dos Moonspell
O site açoriano de merchandise Black Orkydea, propriedade do vocalista dos Morbid Death – Ricardo Santos -, informa que tem disponível a nova colecção de merchandise oficial dos Moonspell. As encomendas, bem como qualquer dúvida existente, deverão ser endereçadas ao e-mail blackorkydea@sapo.pt. Review
THE DEVIL WEARS PRADA
“Plagues”
[CD – Ferret Music]
Tentando respeitar modas e políticas editorais por vezes torna-se complicado quando vemos lançamentos como este “Plagues” em catadupa em certos catálogos. A Ferret é dada a extremos e talvez, por isso, mais equilibrada, revisando anteriores escritas, mas ainda assim não se percebe o porquê artístico de continuar a lançar trabalhos destas características. Os The Devil Wears Prada são um grupo “limpinho” de metalcore com muita “emoção” jovial inoculada e normas cristãos pelo meio. São de esperar, por isso, todos os clichés inerentes a esta corrente, sem o mínimo rasgo de criatividade e originalidade.
“Plagues”
[CD – Ferret Music]
Tentando respeitar modas e políticas editorais por vezes torna-se complicado quando vemos lançamentos como este “Plagues” em catadupa em certos catálogos. A Ferret é dada a extremos e talvez, por isso, mais equilibrada, revisando anteriores escritas, mas ainda assim não se percebe o porquê artístico de continuar a lançar trabalhos destas características. Os The Devil Wears Prada são um grupo “limpinho” de metalcore com muita “emoção” jovial inoculada e normas cristãos pelo meio. São de esperar, por isso, todos os clichés inerentes a esta corrente, sem o mínimo rasgo de criatividade e originalidade. Ouvir este disco é como o mais pragmático exercício de escuta, um deja vu retalhado de muito do que já ouvimos em vários discos hoje em dia. Ao primeiro tema percebemos que os TDWP estão mais coesos e determinados do que no anterior “Dear Love: A Beautiful Discord”, de 2006, mas a pouco e pouco vamo-nos apercebendo de que os pressupostos pop e emo da sua música são as vozes de comando deste trabalho. Aliás, os TDWP estão mais melódicos do que antes, mas em certos momentos [poucos] mais pesados que outrora também – como é exemplo o inesperado “Don’t Dink And Drance” que abre com um furioso blast beat ou uma ou outra passagem mais dissonante coberta por berros mais guturais. Contudo, as melodias quase soluçadas de Mike Hranica podem provocar facilmente alguma indigestão de tão plásticas que parecem – um problema comum neste tipo de música concebida por jovens, na maioria dos casos. Uma das marcas dos TDWP serão talvez os teclados, que se emaranham constantemente com os restantes instrumentos, mas até esses servem para dar um ar ainda mais popesco e inocente aos seus temas. As guitarras emanam as melodias e os riffis monocórdicos balançados do costume e a secção rítmica não faz absolutamente nada de destaque.
A conclusão é de que, de facto, os TDWP terão que saber muito bem o que querem da sua carreira se a virem de olhos postos no futuro. A não ser que o encosto que isso lhes dê aos números [leiam-se cifrões] e ao mainstream lhes preencha completamente os requisitos. [4/10] N.C.
www.thedevilwearspradaband.com
Thursday, November 15, 2007
Arte Sacra - "Formula" é o primeiro disco
Após duas demos editadas desde 1999, eis que nos chega o primeiro longa-duração dos lisboetas Arte Sacra. Intitula-se “Formula” e é composto por nove temas masterizados por Jochem Jacobs, produtor e guitarrista dos Textures, e inspirado conceptualmente na obra “Cosmos” do astrónomo Carl Sagan. Este trabalho foi editado digitalmente pela Lad Records e encontra-se à venda em diversas plataformas como o iTunes, FNAC, E Music ou Napster. De resto, no Myspace da banda podem-se escutar três dos temas de “Formula”, sendo que um tem a opção de download gratuito. Goat Fest - Holocausto Canibal de fora
Os Holocausto Canibal cancelaram a sua participação no festival Goat Fest, a decorrer já este fim-de-semana, no sábado [17], em Tojal [Porto de Mós], por incapacidade do guitarrista Nuno P. após ter contraído uma tendinite. Sendo assim, o seu lugar fica ocupado pelos Fetal Incest. O resto do cartaz é completo pelos Raw Decimating Brutality, Vizir e Esclerose. Os concertos iniciam-se às 21h30 e o bilhete custa 4€. Hugo Danin - Apresenta livro nos Açores
No próximo fim-de-semana, dias 17 e 18 de Novembro, Hugo Danin ministra um workshop e seminário de bateria na Academia das Artes, em Ponta Delgada. Esta segunda presença nos Açores, após a participação na II Maratona Rock, no Coliseu Micaelense, em 2006, serve também para o músico lançar o livro “Criatividade Rítmica: Método para a Compreensão Técnica e Musical da Bateria” que explora exercícios pedagógicos deste instrumento. Concretamente, na manhã de sábado, Hugo Danin vai estar também, pelas 11h00, na loja de instrumentos “Oficina da Música”, que detém a exclusividade da venda do livro, para um aberto contacto com músicos e/ou clientes. A partir das 15h00, na Academia das Artes, o baterista apresentará o seu livro e demonstrará alguns exercícios na prática. No domingo, a sessão começa pelas 10h30, no mesmo local, e é destinada a transmitir noções organológicas e acústicas acerca das diferentes naturezas da bateria, composição e disposição das suas peças, medidas físicas convencionais e não convencionais, afinações e conselhos sobre instrumentos para este fim existentes no mercado, sendo esta segunda ronda do seu seminário mais orientada para os alunos de Tecnologias da Música do Conservatório Regional. Ainda assim, está aberta ao público em geral.Hugo Danin é licenciado em Produção e Tecnologias da Música pela Escola Superior de Música e das Artes do Espectáculo, fez o Conservatório de Música Mayeusis, em Vigo [Espanha], e os 1º e 2º cursos de bateria da classe de Salvador de Niebla, em Vigo e Pontevedra. Para além disso, concluiu um curso intensivo de Percussão na Drummers Collective School, em Nova Iorque, e actualmente lecciona no Instituto Orff do Porto, disciplina de Percussão – Bateria. Por fim, é conhecido por já ter tocado com muitos músicos conhecidos de Portugal como, por exemplo, André Indiana e Pedro Cardoso [dos Ornatos Violetas] num trio de Jazz concluído por Eduardo Silva, e de ter gravado com os GNR, para além de que faz parte de projectos como Manuel Beleza Trio [Manuel Beleza, Toniko Goulart], Sloppy Joe, Quarto Jazz, J. Davis Quarteto e Cooking Jungle [com Miguel Barros dos Zen e Lukkas). O preço para assistir a cada sessão é de 5€, sendo que a inscrição para a primeira é feita na Academia das Artes à entrada e, para a segunda, na secretaria do Conservatório Regional de Ponta Delgada durante o horário de expediente.
Wednesday, November 14, 2007
Review
FULL BLOWN CHAOS
“Heavy Lies The Crown”
[CD – Ferret Music]
“Heavy Lies The Crown”
[CD – Ferret Music]
Quando observamos a capa de “Heavy Lies The Crown” quase nos convencemos por completo de que o que por aí vem é um trabalho de true/raw warrior metal como nos oferecem os míticos Manowar. Ainda que o nome da editora deixe suspeitar que algo pode não ser assim tão óbvio, a verdade é que em poucos minutos nos inteiramos da realidade que é, de facto, muito diferente. Em dois aspectos: os Full Blown Chaos fazem metalcore de acordo com os mais básicos pressupostos do estilo e o próprio título não se refere a nenhuma realeza ou beligerância a não ser a uma frase que um puto usou numa conversa que teve com Ray Mazzola depois de um concerto no festival belga Groezrock, em que objectava sobre o facto dos músicos hoje em dia se armarem em rock stars e afastarem-se do público.Sendo assim, arrumaram-se também todas as hipóteses de que pudéssemos estar perante um álbum com algumas surpresas. Apesar da força rítmica e a visceralidade das letras de Ray, a verdade é que o material de “Heavy Lies The Crown” acaba por resultar frustrante para aquilo que são os prospectos dos ouvintes mais exigentes actualmente. Os clichés são demasiados para seu próprio bem. Ainda assim, é preciso reforçar que este não é um colectivo de jovens inexperientes ou convalescentes de sua adolescência, ou já não tivessem editado dois álbuns, duas demos e feito tournées com bandas tão importantes como Hatebreed, Slipknot ou Fear Factory. O metal e o hardcore fundem-se aqui da forma mais genuína com influências, de um lado, do thrash old school de uns Slayer e Testament e, de outro, da revolta hardcore de uns Agnostic Front ou Hatebreed - talvez uma das razões para Jamey Jasta e a sua Stillborn Records terem assinado todos os anteriores trabalhos da banda.
Contudo, os Full Blown Chaos são muito convincentes naquilo que fazem para além de que, como já foi dito, o alvo da sua música é muito mais cru do que aquela típica conjectura que procura as melodias mais orelhudas e/ou swedish para entrarem na moda. Temos aqui rajadas autenticamente thrash, como no início de “Over The End” ou na altura do solo de “Halos For Heroes”. A voz de Ray é também uma das distinções deste trabalho, não pela originalidade, mas pelo seu tom ambiguo que tanto faz lembrar Jamey Jasta, Phill Anselmo ou Max Cavalera sem, no entanto, soar descaradamente a nenhum deles.
O que subalterna, efectivamente, este trabalho é mesmo a falta de sentido de composição e os seus breaks e “balanços” tão estereotipados. Não falta força e alma a este quinteto de Nova Iorque, porém, terá que fazer ainda muito mais para que a sua música tenha a magia necessária para nos convencer. [6/10] N.C.
Hatchet - Thrash metal à moda antiga na Metal Blade
Os Hatchet formaram-se em 2005 com o intuito de reavivar o thrash metal oriundo da sua cidade natal, San Francisco. Após algumas demos e participações em compilações, os Hatchet podem agora melhorar a sua estrutura no seguimento da assinatura com a influente Metal Blade. A sua estreia pela editora alemã está prevista para a Primavera ou Verão de 2008. Enquanto isso vai manter-se activa na estrada.The Absence - Encontram substituto para Jeramie
Chris Pistillo [ex-Yeti] é o novo baterista dos norte-americanos The Absence. Chris vem substituir Jeramie Kling que trabalhou com a banda durante cinco anos e gravou dois álbuns. A banda de Metalcore de Tampa, na Florida, já realçou as capacidades de Chris dizendo que “é capaz de fazer blast beats e pedal duplo super rápido”. Até à sua estreia em disco, podemos, entretanto, ouvir “Riders Of The Plague”, o último trabalho da banda lançado este ano pela Metal Blade. Woe Of Tyrants - Juntam-se à Metal Blade
De Chillicothe, Ohio, chega-nos a nova aposta da Metal Blade. Os Woe Of Tyrants são autores de um death/thrash/power metal com pequenas influências de southern rock. Durante este Inverno vão estar ainda a promover na estrada “Behold The Lion”, lançado este ano pela Tribunal Records, enquanto prevêem terminar a composição do seu novo álbum na próxima Primavera, para então entrarem em estúdio no início do Verão de 2008. Hatesphere - De volta à carga com novo vocalista
Os dinamarqueses Hatesphere já encontraram substituto para o vocalista Jacob Bredahl que abandonou a banda no passado mês de Setembro, após dez anos de ligação, por questões pessoais. Chama-se Jonathan “Joller” Albrechtsen, tem apenas 19 anos, e é natural de Copenhaga. Após esta paragem forçada, os Hatesphere vão voltar aos palcos já no próximo fim-de-semana, com destaque para a sua participação nos Danish Metal Awards, para os quais estão nomeados em cinco categorias [Disco do Ano, Melhor Produção, Melhor Videoclip com “Drinking With The King Of Dead”, Melhor Capa e Melhor Banda ao Vivo]. Para além disso, a banda já anunciou que “Floating”, tema retirado do mais recente trabalho da banda “Serpent Smiles And Killer Eyes”, lançado no passado mês de Setembro pela SPV, já tem videoclip e será estreado precisamente nos Danish Metal Awards no dia 17 de Novembro. Por fim, no dia 3 de Dezembro a banda dará oportunidade aos fãs para contactarem directamente com os seus elementos através de um chat no site http://www.nationx.dk/, bastando que entrem em “Hatesphere Chat”Tuesday, November 13, 2007
Queensryche - Ainda não é desta
O concerto de estreia dos Queensryche em Portugal, programado para o dia 19 de Novembro no Teatro Sá da Bandeira, perdeu efeito no seguimento do cancelamento da digressão dos norte-americanos pelo Reino Unido com os Thin Lizzy e que acabou por dar o mote para o cancelamento de todas as restantes datas europeias. Contudo, este concerto fica adiado em Portugal para meados de Junho de 2008 e a banda já prometeu aos fãs compensar-lhes com uma digressão de alta produção e mais concentrada nos álbuns fundamentais da sua carreira. Entretanto, a Prime Artists, promotora do evento em Portugal, informa as pessoas que compraram o bilhete que se devem deslocar ao local onde os adquiriram para serem reembolsados. Pitch Black - Mais ódio
Sábado, dia 17 de Novembro, há lugar a mais um concerto da Hate Tour dos portuenses Pitch Black. Desta vez vão apresentar-se no Censura Prévia, em Braga, ao lado dos The Ransack e Coldfear. Os espectáculos têm início às 21h00 com os bilhetes a custarem 4€. Este concerto terá a particularidade de nos trazer novamente os Pitch Black com Sérgio Vilas Boas – anterior guitarrista da banda – que substituirá aqui Ricardo Martins – actual guitarrista – ausente por motivos pessoais. Ekxtaktika - Halloween "regressa" em Dezembro
A Ekxtaktika - Associação Artistas Underground Unidos – organiza nos dias 1 e 2 de Dezembro as 3ª e 4ª edições de “La Noche De Los Muertos”, versão mexicana da Festa de Halloween, na nova sala de espectáculos U.M.S. – União Musical Seixalense, no Seixal. A organização já confirmou as presenças dos Dawnrider, Dollar Llama, Miss Lava, Mosh, Namek, Retroact, Sicksyko e Wako, para além dos DJ’s Vulkanik [ex-apresentador do programa “Cuidado com o Cão” da Rádio Ultra FM] e DJ Hellbilly [DJ residente], do VJ Joka [VJ residente] e da equipa circense/bizarra “The Grinder Team”. Para além disso, a Ekxtaktika gravará este espectáculo em vídeo/áudio para posterior disponibilização online do “Kanal: Ekxtaktika”. Friday, November 09, 2007
The Old Dead Tree - Foued abandona
Os franceses The Old Dead Tree viram-se privados recentemente do seu baterista nos últimos três anos – Foued Moukin. Os motivos para a sua saída prendem-se com a vontade do baterista em concentrar-se a tempo inteiro nos seus Arkan, bem como em outros projectos pessoais. A banda garante que a separação foi amigável, realçando os momentos inesquecíveis por que passaram juntos e desejando a Foued o melhor para as suas futuras aventuras. De momento, a banda efectua audições para encontrar o seu substituto. Se se quer candidatar basta mandar um e-mail para info@theolddeadthree.com e referir as suas influências musicais, projectos com que esteve ou está envolvido, experiência de estúdio e ao vivo e razões para a candidatura. De resto, o momento é o de preparar a digressão francesa de promoção ao seu novo trabalho – “The Water Fields” – lançado na Europa a 17 de Setembro pela Season Of Mist, e que tem início no dia 24 deste mês, prolongando-se até 22 de Dezembro, com alguns concertos na Alemanha pelo meio. Contudo, e como já foi anunciado anteriormente, os concertos que a banda tinha agendados para Portugal no início deste mês, em Lisboa e Porto, foram cancelados, sendo que o primeiro foi adiado para dia 22 de Fevereiro de 2008 e o segundo, para já, ficou sem efeito.
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