A 19 de Maio vai estar disponível para toda a Europa “...Of Frost And War”, o disco de estreia dos holandeses Hail The Bullets, pela germânica Metal Blade. Nas palavras do baterista Ed Warby, “este é a banda-sonora da verdadeira guerra. Se não imagina como é ser atropelado por um tanque Tiger de 50 toneladas então aqui tem a sua oportunidade”, acrescenta o músico. “…Of Frost And War” foi gravado entre Fevereiro e Março nos Excess Studios em Roterdão, na Holanda, e misturado e masterizado por Dan Swanö, dos Edge Of Sanity, na Suécia. O disco vai estar disponível numa primeira edição limitada em digipack com um tema bónus. Depois de esgotado só estará disponível em jewelcase, sem tema bónus. Estará ainda disponível o disco em vinil. A acrescentar que a banda assina aqui com a Metal Blade um contracto mundial, após ter mantido até agora um contracto apenas para a Europa. Monday, March 17, 2008
Hail The Bullets - Força bélica em Maio
A 19 de Maio vai estar disponível para toda a Europa “...Of Frost And War”, o disco de estreia dos holandeses Hail The Bullets, pela germânica Metal Blade. Nas palavras do baterista Ed Warby, “este é a banda-sonora da verdadeira guerra. Se não imagina como é ser atropelado por um tanque Tiger de 50 toneladas então aqui tem a sua oportunidade”, acrescenta o músico. “…Of Frost And War” foi gravado entre Fevereiro e Março nos Excess Studios em Roterdão, na Holanda, e misturado e masterizado por Dan Swanö, dos Edge Of Sanity, na Suécia. O disco vai estar disponível numa primeira edição limitada em digipack com um tema bónus. Depois de esgotado só estará disponível em jewelcase, sem tema bónus. Estará ainda disponível o disco em vinil. A acrescentar que a banda assina aqui com a Metal Blade um contracto mundial, após ter mantido até agora um contracto apenas para a Europa. Review
BANSHEE AND SOMETHING ELSE WE CAN’T REMEMBER
“This Place Is A Zoo”
[CD – Raging Planet]
A partir de um ambiente “selvático” chega-nos o primeiro trabalho dos setubalenses Banshee And Something Else We Can’t Remember. A introdução do seu tema título, com macacos a guinchar, é apenas um pequeno aperitivo para toda a boa disposição que ensopa este trabalho. Este colectivo de punk rock com influências ska são daqueles casos, mais um, em que a descontracção reina em todo o seu lyfe stile e condiciona toda a sua existência.
“This Place Is A Zoo”
[CD – Raging Planet]
Indiscutivelmente com um trabalho bastante coeso e uma capacidade rítmica capaz de pôr toda a plateia aos pulos e a dançar freneticamente, os Banshee acabam por ser um projecto surpreendente pela sua energia positiva. O peso é substituído por melodias e batidas orelhudas e com o auxílio dos trompetes, demasiado presentes e algo pirosos na nossa opinião, a banda acaba por demarcar-se, de certa forma, da concorrência. Tudo o resto é concebido para se tornar na melhor banda-sonora de Verão enquanto saboreamos uma brisa fresca à sombra de uma esplanada, com salgados e uma cerveja gelada a acompanhar, enquanto tentamos escapar do calor abrasador desta época do ano e espiamos os corpos mais despidos das míudas.
Uma coisa é certa: a banda não deve nada a projectos similares do estrangeiro, o que, aliás, comprova as várias datas que a banda já fez fora de Portugal. Com uma imagem "zoológica" e com os devaneios hilariantes do final do disco ficamos a desejar que os Banshee se mantenham bem dispostos por muito mais tempo, nem que para isso o vinho seja o tónico principal… Enquanto houver ”vi ti” eles serão “gá fodi”! [7/10] N.C.
Communic - Existência prolífera
Com uma média impressionante de um lançamento por ano, os noruegueses Communic voltam à carga a 30 de Maio próximo com o seu novo longa-duração “Payment Of Existence”. O trio de Metal progressivo comenta que este seu terceiro disco é o “mais diverso e pesado de sempre, mas mantém a marca dos Communic”. O disco teve produção de Jacob Hansen e o artwork é de Jan Yrlund. Testament - Tomando forma [maldita]
Enquanto “The Formation Of Damnation”, o aguardado novo álbum dos lendários Testament, não chega aos escaparates já é possível escutar o tema “More Than Meets The Eye” no Myspace da banda. O décimo primeiro disco da carreira do grupo chega a 25 de Abril à Europa, pela Nuclear Blast, e contou com a gravação de Andy Sneap nos Fantasy Studios em Berkeley, na Califórnia. Korpiklaani - Trailer para novo "Korven Kuningas"
A antecipar “Korven Kuningas”, o novo disco dos Korpiklaani, a banda disponibilizou no Youtube um trailer/EPK com excertos de videoclips e entrevistas sobre o seu regresso em álbum. Aceda ao video aqui. O quinto tomo da banda de folk metal finlandesa chega às lojas no dia 21 de Março pela Nuclear Blast. Para o referido disco já foram registados dois videoclips, “Keep On Galloping” e “Metsämies”. O disco terá uma primeira edição com temas bónus e em vinil branco, um digipack de apenas 500 exemplares acompanhado por um “corno de beber” e um suporte de parede. A relembrar que os Korpiklaani são mais uma das bandas a actuar no auspicioso Lagoa Burning Live, a ter lugar no Algarve nos dias 25, 26 e 27 de Julho, sendo que a banda actua no último dia do festival. Sunday, March 16, 2008
Keep Of Kalessin - Colosso pela Nuclear Blast
A Nuclear Blast assinou um contracto de licenciamento com a Indie Recordings para a distribuição de “Kolossus”, o quarto trabalho dos noruegueses Keep Of Kalessin, para território alemão, austríaco, suíço e para o resto do mundo, fora da Europa, com excepção para a Austrália e Rússia. O regresso da banda do ex-guitarrista ao vivo dos Satyricon, Obsidian C., dá-se em Junho deste ano e promete mais uma dose de black metal épico, com elementos death, thrash e vários outros atípicos a este género. Em Abril a banda embarca numa tournée norte-americana chamada “The Invaluable Darkness Tour Part 2 – Legions Of The Chosen Few” com os Dimmu Borgir e Behemoth. Mais tarde, embora ainda sem data marcada, a banda regressa à Europa para uma extensa digressão. Friday, March 14, 2008
Ciborium - Em festival na Holanda
O festival "Battle Against Cancer II" que decorrerá no dia 20 de Setembro em Oss, na Holanda, contará com a participação dos black/death metallers portugueses Ciborium e dos death metallers holandeses The Lucifer Principle. Até ao momento essas são as únicas duas bandas confirmadas para o espectáculo de beneficência a favor da KWF Kankerbestrijding, associação holandesa de luta contra o cancro. Para mais informações aceda aos seguintes links:Review
SYBREED
“Antares”
[CD – Listenable Records/Major Label Industries]
Do interessante catálogo da francesa Listenable Records temos agora a registar, os não menos interessantes, Sybreed. O anterior “Slave Design” valeu-lhes uma considerável exposição com direito a digressões pelos Estados Unidos e Europa, com a insígnia de um som pesado, melódico e repleto de texturas electrónicas que lhes confere, ainda que sem nenhuma novidade, um produto contagiante e muito consistente. Isto partindo de um grupo de “desconhecidos” para a maioria do público e de uma cidade com muito pouca tradição nesta “prateleira” – Génova –, consistência é o adjectivo mínimo a atribuir à arte de um grupo que surpreende assim que colocamos “Antares” a rodar.
Podendo supor que a Listenable Records poderá querer agarrar o sucesso “polirítmico” dos também seus Textures, ainda que estes holandeses tenham um som muito mais original e complexo, a verdade é que decidem por abrir a porta a mais uma banda que vive muito do aspecto downtuned e modernaço das guitarras e dos ritmos sincopados inspirados também em grupos como Mnemic e Threat Signal.
Porém, a distância que vai entre os nomes referidos e os Sybreed, é que estes últimos “abusam” muito mais da componente electrónica. Os loops acompanham quase todos os momentos de “Antares”, o que contribui muito para um som, ora bem gélido, ora bem mecânico, ora actual e acessível, sendo que, sem dúvida, concebe uma produção muito cheia.
Por outro lado, a banda não descurou meios para tornar o seu som acessível e injecta uma dose “letal” de melodia aos seus temas, principalmente, nos seus refrões – alguns com propensão para se tornarem grandes hinos radiofónicos, como “Emma 0”, “Revive My Wounds” ou “Ego Bypass Generator”. Acontece que, como quase sempre assim é, quando o objectivo é ser catchy, as estruturas das canções são sacrificadas e, por momentos, as coisas tornam-se muito previsíveis. Apesar disso, este acaba por ser um mal que aceitamos bem quando os riffs e as melodias conseguem agarrar-nos. A voz do fundador Benjamim tem muita culpa neste resultado, sendo que consegue ser raivoso nos registos pesados – num tom próximo de Michael Bogballe [ex-vocalista dos Mnemic] – e etéreo num registo harmonioso pleno de magnitude.
Não se pense, no entanto, com isso que o peso escasseia. Os ritmos e os tempos são aqui muito inteligentemente explorados, mantendo-se no limiar da técnica e do groove. Resultado: um trabalho muito eficiente, maduro e minimamente versátil para não soar enfadonho, apesar de não escapar à suposição de poder ter sido criado com muitas preocupações de atingir um público vasto. Entretanto, os elementos black metal que a banda emprega subtilmente ajudam-na a afastar de alguns clichés.
Com Dirk Verbeuren [Soilwork] atrás do kit de bateria em estúdio, a editora poderia também aproveitar-se para promover esta banda helvética, mas é o seu mérito próprio que lhe garante excelentes apontamentos para o futuro. A evitar a falta de homogeneidade deste trabalho que depois de um excelente arranque tem uma segunda metade bastante monótona. [7/10] N.C.
“Antares”
[CD – Listenable Records/Major Label Industries]
Do interessante catálogo da francesa Listenable Records temos agora a registar, os não menos interessantes, Sybreed. O anterior “Slave Design” valeu-lhes uma considerável exposição com direito a digressões pelos Estados Unidos e Europa, com a insígnia de um som pesado, melódico e repleto de texturas electrónicas que lhes confere, ainda que sem nenhuma novidade, um produto contagiante e muito consistente. Isto partindo de um grupo de “desconhecidos” para a maioria do público e de uma cidade com muito pouca tradição nesta “prateleira” – Génova –, consistência é o adjectivo mínimo a atribuir à arte de um grupo que surpreende assim que colocamos “Antares” a rodar.Podendo supor que a Listenable Records poderá querer agarrar o sucesso “polirítmico” dos também seus Textures, ainda que estes holandeses tenham um som muito mais original e complexo, a verdade é que decidem por abrir a porta a mais uma banda que vive muito do aspecto downtuned e modernaço das guitarras e dos ritmos sincopados inspirados também em grupos como Mnemic e Threat Signal.
Porém, a distância que vai entre os nomes referidos e os Sybreed, é que estes últimos “abusam” muito mais da componente electrónica. Os loops acompanham quase todos os momentos de “Antares”, o que contribui muito para um som, ora bem gélido, ora bem mecânico, ora actual e acessível, sendo que, sem dúvida, concebe uma produção muito cheia.
Por outro lado, a banda não descurou meios para tornar o seu som acessível e injecta uma dose “letal” de melodia aos seus temas, principalmente, nos seus refrões – alguns com propensão para se tornarem grandes hinos radiofónicos, como “Emma 0”, “Revive My Wounds” ou “Ego Bypass Generator”. Acontece que, como quase sempre assim é, quando o objectivo é ser catchy, as estruturas das canções são sacrificadas e, por momentos, as coisas tornam-se muito previsíveis. Apesar disso, este acaba por ser um mal que aceitamos bem quando os riffs e as melodias conseguem agarrar-nos. A voz do fundador Benjamim tem muita culpa neste resultado, sendo que consegue ser raivoso nos registos pesados – num tom próximo de Michael Bogballe [ex-vocalista dos Mnemic] – e etéreo num registo harmonioso pleno de magnitude.
Não se pense, no entanto, com isso que o peso escasseia. Os ritmos e os tempos são aqui muito inteligentemente explorados, mantendo-se no limiar da técnica e do groove. Resultado: um trabalho muito eficiente, maduro e minimamente versátil para não soar enfadonho, apesar de não escapar à suposição de poder ter sido criado com muitas preocupações de atingir um público vasto. Entretanto, os elementos black metal que a banda emprega subtilmente ajudam-na a afastar de alguns clichés.
Com Dirk Verbeuren [Soilwork] atrás do kit de bateria em estúdio, a editora poderia também aproveitar-se para promover esta banda helvética, mas é o seu mérito próprio que lhe garante excelentes apontamentos para o futuro. A evitar a falta de homogeneidade deste trabalho que depois de um excelente arranque tem uma segunda metade bastante monótona. [7/10] N.C.
Monday, March 10, 2008
Entrevista Jon Oliva's Pain
EM ESTADO DE ALERTA
Quando se possui verdadeira alma e paixão, concebem-se músicos que se mantêm arejados e saudavelmente activos durante muitos anos. Partindo de um envolvimento hereditário e muito precoce com a música, foi com apenas 19 anos, mais precisamente em 1979, que Jon Oliva fundou os seminais Savatage, ao lado de seu irmão Criss Oliva, e escreveu álbuns históricos como “Sirens”, “Hall Of The Mountain King” ou “Gutter Ballet”. Compositor ávido e distinto, Jon Oliva decidiu, entretanto, em 1992, separar-se do grupo que o lançou para o mundo para dedicar mais tempo aos seus Doctor Butcher. Porém, o músico regressa surpreendentemente, em 2001, para dar voz a “Poets And Madmen”. Revelando-se sol de pouca dura, o grupo da Florida acaba por afastar-se, embora mantendo os seus elementos próximos no projecto instrumental Trans-Siberian Orchestra. Ainda assim, é apelando à sua independência inata que Jon Oliva cria os seus Jon Oliva’s Pain, em 2003, para deixar jorrar a sua transbordante criatividade. Este projecto serve igualmente para o vocalista e teclista cravar e esterilizar as suas feridas pessoais, nomeadamente as da perca de seu irmão Criss e, muito recentemente, do seu grande amigo e produtor de longa data Greg “Super G” Marchak, que gerou tanto “assombro” como motivação durante a gravação de “Global Warning”, o seu terceiro trabalho com este projecto. Este é, por isso mesmo, também um tributo aos seus ente queridos que o deixaram e um incontestável contributo de classe para o Rock e Heavy Metal de costela tradicional e progressiva. Apesar do momento complicado que vivem, para Jon e Christopher Kinder [baterista] não há motivos para a inspiração falhar, como demonstram na entrevista que se segue.
“Global Warning” resulta como um hino a alertar para as atrocidades que o Homem está a infligir no nosso planeta. Significa que também estão preocupados sobre este assunto...
Chris: Sim, com certeza! Olhem à vossa volta nos dias que correm... Será que existe alguém contente com o rumo que a Humanidade está a tomar? Honestamente, a maioria das pessoas levanta-se diariamente, vai para o trabalho e toma conta das suas famílias. E a maioria das pessoas deste planeta não são responsáveis pela situação em que nos encontramos actualmente. Existe uma minoria de população a forçar as suas vontades e a impor a sua ganância sobre os outros. Nem um único americano tem algo de bom a dizer sobre a guerra no Iraque, excepto os políticos... O que é que isto nos revela? Teríamos que ser cegos, burros e estúpidos para não percebermos que o sistema está 100% corrompido e vai continuar a declinar-se a menos que mudanças massivas sejam implementadas no mundo.
Quando se possui verdadeira alma e paixão, concebem-se músicos que se mantêm arejados e saudavelmente activos durante muitos anos. Partindo de um envolvimento hereditário e muito precoce com a música, foi com apenas 19 anos, mais precisamente em 1979, que Jon Oliva fundou os seminais Savatage, ao lado de seu irmão Criss Oliva, e escreveu álbuns históricos como “Sirens”, “Hall Of The Mountain King” ou “Gutter Ballet”. Compositor ávido e distinto, Jon Oliva decidiu, entretanto, em 1992, separar-se do grupo que o lançou para o mundo para dedicar mais tempo aos seus Doctor Butcher. Porém, o músico regressa surpreendentemente, em 2001, para dar voz a “Poets And Madmen”. Revelando-se sol de pouca dura, o grupo da Florida acaba por afastar-se, embora mantendo os seus elementos próximos no projecto instrumental Trans-Siberian Orchestra. Ainda assim, é apelando à sua independência inata que Jon Oliva cria os seus Jon Oliva’s Pain, em 2003, para deixar jorrar a sua transbordante criatividade. Este projecto serve igualmente para o vocalista e teclista cravar e esterilizar as suas feridas pessoais, nomeadamente as da perca de seu irmão Criss e, muito recentemente, do seu grande amigo e produtor de longa data Greg “Super G” Marchak, que gerou tanto “assombro” como motivação durante a gravação de “Global Warning”, o seu terceiro trabalho com este projecto. Este é, por isso mesmo, também um tributo aos seus ente queridos que o deixaram e um incontestável contributo de classe para o Rock e Heavy Metal de costela tradicional e progressiva. Apesar do momento complicado que vivem, para Jon e Christopher Kinder [baterista] não há motivos para a inspiração falhar, como demonstram na entrevista que se segue.“Global Warning” resulta como um hino a alertar para as atrocidades que o Homem está a infligir no nosso planeta. Significa que também estão preocupados sobre este assunto...
Chris: Sim, com certeza! Olhem à vossa volta nos dias que correm... Será que existe alguém contente com o rumo que a Humanidade está a tomar? Honestamente, a maioria das pessoas levanta-se diariamente, vai para o trabalho e toma conta das suas famílias. E a maioria das pessoas deste planeta não são responsáveis pela situação em que nos encontramos actualmente. Existe uma minoria de população a forçar as suas vontades e a impor a sua ganância sobre os outros. Nem um único americano tem algo de bom a dizer sobre a guerra no Iraque, excepto os políticos... O que é que isto nos revela? Teríamos que ser cegos, burros e estúpidos para não percebermos que o sistema está 100% corrompido e vai continuar a declinar-se a menos que mudanças massivas sejam implementadas no mundo.
Olha para o futuro da Humanidade com algum positivismo?
Chris: Sim! Na América isto já aconteceu ao longo da sua história, mas se as pessoas à volta do globo não se agruparem e forçarem uma mudança verdadeira e positiva, podem esperar que o mesmo se continue a passar.
Sentiram uma dor enorme com o desaparecimento do Greg Marchak. Como foi trabalhar em estúdio dessa vez sem a sua presença? Compreendo se não quiserem falar deste assunto...
Chris: Temos que continuar a falar desse assunto e com grande admiração pela sua vida e legado. O Greg era um ser muito especial e um produtor e engenheiro fantástico. Ele era um autêntico membro da banda, mesmo que nunca estivesse em palco connosco. Qualquer verdadeiro músico sabe que é o esforço de todos que concebe o trabalho final de um disco. O Greg era um génio a extrair o que de melhor tínhamos para oferecer... E ela fazia-o com um sorriso e cuidado tremendo perante todos os detalhes dos Jon Oliva’s Pain!
Sentem que perderam alguma magia face à sua ausência durante a produção de “Global Warning”? Imagino até qual será a dedicatória especial deste disco...Chris: No princípio, a gravação de “Global Warning” foi um processo muito, muito duro. Começámos a gravar apenas duas semanas após o seu falecimento. Contudo, aprendemos tanto com o Greg que a sua inspiração guiou-nos através de toda e qualquer sessão de gravação. Sentimos o seu espírito em todo o lado... E sabemos que ele está sempre connosco. Este disco foi para ele e acreditamos que isso é visível nas canções desse novo álbum e na performance da banda.
Chegaram a pôr a hipótese de cancelar as gravações de “Global Warning” após esse trágico acontecimento?
Jon: Nunca! O Greg nunca quereria que isso acontecesse.
Jon, tem sido um verdadeiro guerreiro ao longo destes anos... Esta é a sua segunda enorme dor perante a perca de ente queridos. Esses acontecimentos servem-lhe de propósitos extra para escrever em suas memórias?
Jon: Sempre... Escrevo do coração e as canções que assino são sempre reflexões de experiências de vida, tanto passadas como presentes, boas e más.
Teve, por exemplo, algum dejá-vu ao escrever este novo trabalho?
Jon: Existem muitos temas que compus sob inspiração do meu irmão Criss e também da minha história nas lides da música. Voltar a ouvir as cassetes que o meu irmão guardava lembra-me muito quando eu e ele começámos a tocar quando ainda éramos adolescentes. Algum deste material é intemporal e vai continuar a fazer parte dos futuros lançamentos de Jon Oliva’s Pain.
Esta será, certamente, uma boa forma de o prestar tributo e senti-lo sempre ao seu lado...
Jon: Tê-lo a par do que eu e a banda grava será sempre uma prioridade. Se conseguirmos incluir as suas belas composições nos nossos futuros CD’s é porque ele continuará sempre connosco! O Criss viverá comigo em tudo o que fizer.
Como se sente hoje em relação à banda? A vossa consistência parece atingir o seu pico máximo neste terceiro trabalho...
Jon: Porquê? As bandas demoram anos a se desenvolverem e penso que, nesse aspecto, fazemos as coisas muito diferentes da maioria das bandas. Tentamos desafiar-nos e curtir o que fazemos. Raios, enquanto tiverem estes dois aspectos bem presentes na vossa música deixam de haver limitações em relação ao que pretendem atingir. Simplesmente tentamos escrever discos que não são unicamente para agradar os fãs, mas sim para desafiarmos as nossas capacidades para escrevermos grandes canções e captá-las em disco. Estamos, certamente, orgulhosos do “Global Warning” e isto é apenas o princípio dos Jon Oliva’s Pain.
Consta que se surpreenderam bastante com as vossas ideias enquanto compunham este terceiro álbum. Algumas delas parecem ter surgido, inclusive, de erros vossos! [risos]
Jon: Os erros são como que ingredientes acidentais numa, de outra forma, perfeita receita. A melhor comida é concebida exactamente da mesma forma. Tens que experimentar e levar-te aos limites e depois, inadvertidamente, do nada, alguém aparece com uma grande ideia para uma canção que todos tínhamos dado por concluída! Qualquer um dos nossos temas está aberto a mudanças até ao dia em que os gravamos. Se fecharmos a “janela” para essa oportunidade muito cedo, vamos perder a hipótese de saber como estes ficariam de outras maneiras. Esta é a razão por ser tão agradável trabalhar em Jon Oliva´s Pain. Tentaremos tudo até as coisas nos servirem da melhor forma.
Também costumam improvisar em estúdio. Registaram-se muitos momentos desses dessa vez?Jon: Tirando as estruturas base dos temas, toda a gente era livre de tentar seja o que for que sentisse que podia melhorar a música. Esperamos que este fluir natural agrade aos fãs.
Continua a sentir-se como um hiper-criativo? Afinal de contas, criou este projecto para escoar o excesso de composições e ideias que tinha. Imagino que não seja muito dado a “bloqueios”…
Jon: Hoje em dia encontro mais inspiração do que nunca. O meu percurso musical foi preenchido com altos, baixos e algumas incertezas. Mas eu estou a entregar-me a um dom que me foi dado e estou sempre a ter ideias incríveis para músicas diariamente. Vivo tempos muito excitantes, sem dúvida.
Qual acha que é o segredo? Será que desenvolveu métodos ao longo de todos esses anos para evitar bloqueios criativos? A experiência será, com certeza, um factor favorável…
Jon: Apenas tento relaxar e deixar os meus dedos pronunciarem-se… Na verdade, é tão simples como isso!
JOP é o seu projecto a solo, creio não haver contestação. Contudo, assina todo o material que editam ou os vossos colegas de banda também contribuem com ideias?
Jon: Neste projecto tudo é feito em equipa. Se alguém na banda tem uma ideia melhor do que a minha, esta é imediatamente adicionada à música. Acima de tudo, funcionamos em prol das canções e não estamos preocupados com quem as escreve.
Descreva-me, musicalmente, este novo disco. Parece-me repleto de variedade…
Jon: Penso que este disco abrange muitas e boas influências que eu e a banda temos. Não tivemos medo de tentar tudo o que nos ia em mente e foram dadas plataformas as todas as ideias que tivemos para estas poderem desenvolver-se. Algumas ideias eram boas, outras não. Mas acontece que quando tens muitas ideias por entre escolher acabas por optar pela mais correcta.
Compreendo que esteja muito ocupado hoje em dia com o novo álbum de JOP. Porém, por onde passam os vossos planos com os seus projectos paralelos?
Jon: Neste momento, não tenho nada programado para eles.
Embora esta seja uma pergunta “perigosa”, arrisco-me a perguntar-lhe se existe alguma motivação para reunir-se com os seus colegas dos Savatage?
Jon: Os Savatage são, basicamente, os Trans-Siberian Orchestra [TSO] de hoje em dia… Este é um projecto que funciona durante um ano tanto em disco como em tournée e depois pára. JOP vai continuar a ser a minha principal fonte absorsora para a música que crio. Adoro tocar com estes músicos porque eles trazem muito boas ideias para a sala de ensaios. Aqui tenho o melhor de dois mundos.
Recentemente, falou-se na hipótese de ser editado um CD+DVD especial dos Savatage, ao vivo, do período em que o Criss tocava na banda. Esta sempre é para consumar-se?Jon: Ainda estamos a decidir o que fazer. Assim que tivermos uma resposta far-lha-emos pública. A partir de agora o objectivo é lançar o próximo disco dos TSO e celebrar o lançamento de “Global Warning” em tournée. Por fim, quero agradecer os inúmeros anos de apoio. Não havia outra maneira de continuar sem a vossa ajuda. Espero que gostem do novo álbum de JOP e que surjam oportunidades para vos visitarmos… Estaríamos lá para celebrar com “bombeiros e sirenes”. Adoramo-vos a todos!
Nuno Costa
www.jonoliva.net
Moita Metal Fest 2008 - A 28 e 29 de Março
Com chancela dos locais Switchtense, o Moita Metal Fest regressa este ano para a sua quinta edição, nos dias 28 e 29 de Março, novamente no âmbito da Quinzena da Juventude desta vila do distrito de Setúbal. Este ano o cartaz preenche-se, no primeiro dia, a partir das 21h00, com os Agnorisis, The Ladder, My Enchantment, Blacksunrise e Simbiose, e, no segundo, a partir das 16h00 [numa matiné gratuita], pelos Mindfeeder, Revolution Within, Cold As Blood e Brute Force, e mais tarde, pelas 21h00, pelos The Ransack, Web, Seven Stitches, Switchtense e Holocausto Canibal. Os bilhetes diários custam apenas 2,50€. Numa organização paralela, mas associada ao festival, está o ciclo de cinema de Terror “Películas de Sangue”, a ter lugar no dia 29 de Março, depois dos concertos [01h30] e até ao amanhecer, no Fórum Cultural José Manuel Figueiredo, na Baixa da Banheira, para o qual estará disponível um autocarro gratuito à porta do Moita Metal Fest. As películas a “assombrar” serão “Mucha Sangre”, “A Descida”, “Black Sheep”, “Texas Chainsaw Massacre”. As entradas são livres. Friday, March 07, 2008
Kneeldown - "Volcano" é novo EP
Os Kneeldown, de Ponte-de-Sor, editaram no passado dia 23 de Fevereiro o seu segundo EP. Após uma demo, “Blankdisc”, de 2001, e um EP, “06:51 AM”, de 2003, este trio já com nove anos de existência oferece-nos agora “Volcano”, um conjunto de cinco temas de um hardcore de sustentáculo metálico, gravado na própria sala de ensaio do grupo e misturado e masterizado por Nexion K., guitarrista e líder dos Reaktor. Ricardo Cardoso [ex-Stonerage] é convidado nas vozes e co-produtor das letras de “Misunderstood”, já disponível no Myspace da banda. “Volcano” estará disponível em digiwallet, com edição limitada a 500 cópias, numa loja online em www.shop.kneeldown.net, bem como merchandise da banda e o seu anterior trabalho. Fear My Thoughts - Nova erupção este ano
Os germânicos Fear My Thoughts já preparam o sucessor do portentoso “Vulcanus”, de 2007, com as gravações de bateria a decorrerem nos Arsen Studios, na Alemanha, com Daniel Bergstrand [Meshuggah, In Flames, Behemoth, Soilwork] e das vozes a terem lugar no próprio estúdio do vocalista Martin Fischer, em Karlsruhe. As guitarras e baixo estão sendo captados em vários pontos da Alemanha. De resto, Martin faz a sua estreia neste disco, vindo substituir Mathias Benedikt von Ockl que abandonou a banda já depois de “Vulcanus” ter sido editado, quebrando assim um elo de ligação que durava há nove anos. Em termos musicais, e como a banda já referiu em comunicado, “é muito difícil descrever como estas novas canções soam”. O grupo acrescenta que “por vezes soam a Slayer e Pink Floyd. Poder-se-á também testemunhar uma forte influência de rock progressivo na veia de uns Porcupine Tree ou Tool, mas, por outro lado, este disco mantém-se mais rock e metal do que nunca”. Enquanto não se conhece o seu título fica a nota de que o sexto longa-duração dos Fear My Thoughts sairá em Julho deste ano com o selo Century Media. Cryptopsy - No trono da violência
“The Unspoken King” é o título do novo disco dos canadianos Cryptopsy, a editar entre Maio e Junho de 2008 pela Century Media. O grupo encontra-se já a ultimar os pormenores do sucessor de “Once Was Not”, de 2005, que contará na voz com a estreia de Matt McGachy [3 Mile Scream] e do teclista/samplista Maggie Durand. Em avanço, o vocalista Matt comenta que o sexto trabalho da banda “é tão brutal como os anteriores, enquanto se demonstra muito mais conciso”. A título de participações especiais, “The Unspoken King” conta com os préstimos vocais de Gabriel McCaughry dos seus congéneres Ion Dissonance no tema “Anoint The Dead”. Entretanto, confirma-se a vinda da banda à Europa para uma série de datas em Maio e Junho [com Portugal não contemplado para já], com o suporte dos Decrepit Birth e Unmerciful. Confirmada também está a anulação da sua digressão sul-americana, após o baterista Flo Mounier ter partido um joelho. Warrel Dane - Louvores solitários
Prolífero e talentoso como se lhe reconhece, o vocalista dos Nevermore e ex-Sanctuary e Serpent's Knight, Warrel Dane, faz a sua primeira investida a solo com “Praise To The War Machine”, a editar na Europa entre 25 e 30 de Abril pela Century Media. A ideia veio durante as gravações de “This Godless Endeavour”, o último trabalho dos Nevermore, pela química entre Warrel e Peter Wichers, produtor e ex-guitarrista dos Soilwork, e a vontade de Dane em criar um projecto mais orientado para a concepção de canções, sem as excessivas preocupações técnicas dos Nevermore. Ainda assim, o tema de avanço desta estreia, “Messenger”, já disponível no Myspace do músico, demonstra peso e elementos suficientemente ecléticos para se revelar uma das grandes surpresas de 2008. Como o próprio músico refere, “adoro metal gótico old school, thrash e todos os tipos de metal e isto pode-se verificar neste disco”. Warrel foi o compositor de todas as letras e melodias e contou com a ajuda de Peter Wichers na guitarra, baixo, gravação e mistura. Para além disso, o vocalista reuniu-se de músicos de calibre como Dirk Verbeuren [Soilwork], na bateria, e Matt Wicklund [ex-Himsa], na guitarra. Como convidados, podemos ainda escutar em “Praises To The War Machine”, Jeff Loomis [Nevermore] e James Murphy [Obituary, Testament, etc]. Thursday, March 06, 2008
Linda Martini - "Marsupial" de luxo
Depois do sucesso de “Olhos de Mongol”, de 2006, os lisboetas Linda Martini têm pronto o lançamento do seu segundo disco, “Marsupial”, num arrojado formato. O novo trabalho do quinteto estará disponível, a 14 de Abril nas lojas, em LP branco+CD inseridos num shopper bag com a marca da banda, construído propositadamente para esta edição. Esta edição estará limitada a 525 exemplares. Entretanto, a 21 de Março, esta edição de “Marsupial” já estará disponível no site da Rastilho Records, responsável por este lançamento, e nos concertos de apresentação deste trabalho. Estes terão lugar a 21 de Março no Alfa Bar, em Leiria, 29 de Março no Zé dos Bois, em Lisboa, 11 de Abril, em Odemira, e 3 de Maio na Galeria do Desassossego, em Beja. “Marsupial” inclui seis temas gravados nos Black Sheep Studios, em Mem-Martins, por Makoto Yagyu [If Lucy Fell] e masterizados nos UltraMarinos Studios, em Barcelona, por Santi Garcia. “A Corda do Elefante Sem Corda” é um dos seus temas já disponível no Myspace da banda. Wednesday, March 05, 2008
Review
BIOMECHANICAL
"Cannibalised"
[CD - Earache Records]
"Cannibalised"
[CD - Earache Records]
O nome da banda deixava antever algo de inorgânico, mas a surpresa não deixou de se consumar. “Cannibalised” é o terceiro disco do projecto megalómano e excêntrico do vocalista e teclista britânico John K, que apresenta-se neste regresso, em termos de line-up, completamente renovado, após o músico se ter tentado “apoderar” dos comandos absolutos dos Biomechanical, o que resultou no abandono dos restantes membros fundadores da banda no ano passado.Entretanto, o espírito de John não descansou e rapidamente rodeou-se de músicos de calibre, nomeadamente Adrian Lambert [ex-Intense, Dragonforce e Son Of Science], no baixo, e Chris Van Hayden [Chaosgenesis e Dismal Gale], numa das guitarras. Contudo, bastam um ou dois temas para percebermos que este é, de facto, o projecto de John K, pois toda a “armada” foi renovada e o som da banda continua a face espelhada de sua mente criativa trepidante.
Para quem ainda não a experienciou pode pelo menos já ter percebido que o produto em questão não é de fácil digestão. E isto porque “Cannibalised” é esquizofrénico em termos de execução, conceito e composição. Influências desde Judas Priest, Strapping Young Lad, Pantera, Beyond Twilight a bandas sonoras de filmes servem para conceber a máquina debulhadora que são os Biomechanical, envoltos num denso manto negro, graças a suas magníficas orquestrações, que de forma pouco ortodoxa, se misturam com a agressividade distorcida e a desenfreada cadência rítmica dos seus temas. Os solos são outro dos atractivos deste trabalho. Exímios nas cordas, oferecem-nos solos cortantes tanto em termos de rapidez como de técnica. Os préstimos de John K na voz são igualmente marcantes. O músico deambula entre falsetes halfordianos e berros arranhados, mas de dicção bem perceptível, ao jeito de um Phil Anselmo. O descanso só vem mesmo nos temas “Breathing Silence” e “Consumed”, ainda que só nos instantes “limpos” iniciais. Aliás, este último tema é mesmo uma das peças mais geniais de todo o disco e marcante para qualquer ouvinte de mente mais aberta.
A banda mostra, portanto, que não pretende dar descanso aos neurónios dos ouvintes e pela viagem alucinogénia que nos proporciona faz-nos ficar com a imagem gravada de um génio “com pouco cabelo” a expurgar toda a sua loucura. “Cannibalised” é a amostra de que se todas as mentes menos sãs conseguissem obras como essa, o mundo poderia se tornar um hospício cheio de virtudes. NR: Se querem testemunhar a insanidade de John K e Cª, apareçam no dia 12 de Setembro no festival Caos Emergente, em Recarei, Paredes. [8/10] N.C.
In Peccatvm - "Just Like Tears" reeditado
Com uma década de existencia já atingida, os In Peccatvm decidiram presentear todos os seus fãs reeditando a sua demo-tape, datada do já longínquo ano de 1999, “Just Like Tears”. Os seus quatro temas foram regravados pelo novo line-up da banda e produzido pelo teclista Bruno “Spell” Santos nos seus estúdios “SPS”. Para fazerem o download de “Just Like Tears” basta dirigirem-se ao site www.inpeccatum.com. Anomally - Gravam primeiro videoclip
Os terceirenses Anomally captaram no passado dia 9 de Fevereiro as imagens daquele que será o seu primeiro videoclip a acompanhar a edição do seu primeiro álbum, a ser gravado neste momento nos Watt Studios, por João Mendes [guitarrista dos Stream], na ilha Terceira. O tema escolhido foi “No Words From The Dead” e segundo o teclista Miguel Aguiar “trata de uma jovem que morreu e está agora a tentar comunicar com uma certa pessoa e a solução que arranja é possuir os membros da banda”. Uma amostra do making of do videoclip está disponível na secção Media/Videos no site da banda ou no seu recém-criado canal no Youtube. A produção e realização do videoclip esteve a cargo de Débora Castro. Espera-se então que o primeiro longa-duração dos Anomally chegue aos escaparates ainda este ano. Chris Cornell - No Optimus Alive!08
Com uma história notável, Chris Cornell, o ex-vocalista dos Soundgarden, Temple Of Dog e Audioslave, tem presença confirmada para o Optimus Alive!08 no dia 11 de Julho, no passeio marítimo de Algés, em Oeiras. O músico vai desfilar temas de todos os seus antigos projectos, bem como da sua carreira a solo, pela qual lançou em 2007 o seu segundo trabalho intitulado “Carry On”. Relembre-se que para mais este grande festival nacional de Verão estão já confirmadas as actuações dos Rage Against The Machine, no dia 10, e dos Within Temptation, no dia 11. O bilhete diário custa 45€ e para os três dias 80€. Mindfeeder - Este sábado na Moita
Os barreirenses Mindfeeder actuam no próximo sábado, dia 8 de Março, no In Live Caffe, na Moita, a partir das 22h00. Depois disso, e pela noite dentro, actua a banda de covers In The Flesh. Os Mindfeeder têm também já presença confirmada no Moita Metal Fest, a 29 de Março, e no promissor Lagoa Burning Live, a 25 de Julho, em Lagoa, no Algarve.
Subscribe to:
Posts (Atom)