Tuesday, April 22, 2008
Triplet - No Rip Curl Surf Pro 2008
No dia 26 de Abril os punk/rockers lisboetas Triplet actuam no Rip Curl Surf Pro 2008, em Peniche. Um evento que reúne também as actuações dos costa-marfinenses Alpha Blondy e dos sintrenses Kumpania Algazarra. O ingresso para o evento custa 10€. Os Triplet anunciam também o lançamento de novos artigos de merchandise. Confira em www.tripletrock.com. Friday, April 18, 2008
Burning Sunset - Death metal "erudito" em Aveiro
Os aveirenses Burning Sunset actuam no dia 24 de Abril no Bar Anestesia, em Aveiro, pelas 22h30. O sexteto de death/black metal possui a particularidade de vociferar em português e incluir violinos , violoncelos, cavaquinhos e guitarra portuguesa nos seus temas. Formaram-se em 2004 e contam até à data com a edição do EP “Brumas”, de 2007, gravado nos estúdios Forgefarm e misturado nos estúdios Home Alone por Nuno Seco. Thursday, April 17, 2008
Review
SKYPHO
"Nowhere, Neverland"
"Nowhere, Neverland"
[EP - Edição de autor]
Já com uma carreira de nove anos, este sexteto de Albergaria-A-Velha tem dado provas de consistência e maturidade através de três demos editadas, bem sucedidas participações em concursos e muitos concertos de norte a sul do país, para além do marco assinável que foi a sua estreia, em 2005, no estrangeiro, num concerto na Irlanda. Este percurso e currículo permite-lhe chegar agora a um novo trabalho interessante, em formato EP.Olhando para a introdução ambiental “Walking In A Time Line” e para os primeiros instantes de “My Last Words” até chegamos a pensar que Ill Niño e Primitive Reason pudessem ser as principais fontes inspiradores do grupo, graças ao uso recorrente de percussões e didgeridoo. Elementos que, aliás, dão uma aragem experimental e latina a este arranque de disco. Contudo, com a rápida sucessão de ambientes o consenso em relação às suas influências desvanece-se. O peso das guitarras afirmam a sua costela [nu]metal e as harmonias de voz de Carlos Tavares remetem-nos para uma sensibilidade pop à Incubus muito apelativa.
Logo a seguir, o baixo inicial do tema-título invoca texturas à Rage Against The Machine, mas as coisas “confundem-se” ainda mais quando o tema toma, rapidamente, uma orientação calma e acústica a "puxar" o grunge – corrente que, aliás, identificava a banda no início de carreira. Este é também um tema que, entre muitas outras coisas, demonstra uma produção muito cheia graças aos créditos reconhecidos de Ivo Magalhães. E não nos gorando a mais surpresas, os Skypho ainda cantam em português a meio desta faixa.
Nesta altura, o balanço é muito positivo e o EP ainda vai a meio. Com “My Insomnia” o peso volta a tomar maior proporção, mas os seus laivos ska e as letras rappadas fazem-nos mesmo acreditar que o grupo segue de perto a obra dos Primitive Reason. Até agora temos razões suficientes para comprovar que os Skypho não fazendo nada de original também não fazem algo do mais banal que se vê por aí. Pena a pequena passagem balançada, enfartada por percussões, que mostra plena previsibilidade e evidentes alusões a Soulfly.
“Alone” volta a emanar uma personalidade pesada e melódica, em simultâneo, que é, feitas as contas, a dieta equilibrada de que o grupo se incorre para, eventualmente, poder agradar a mais do que um “mundo”. Mas ainda bem que assim é, pois o grupo mostra capacidades suficientemente distintas para nos deixar atentos ao seu futuro. Novamente, nota muito positiva para a prestação de Carlos Tavares que empresta uma dimensão superior a estas cinco composições. Estão no bom caminho. [7/10] N.C.
Wednesday, April 16, 2008
Fullmoonchild - Dose tripla em Abril
Os sintrenses Fullmoonchild encabeçam duas datas durante o mês de Abril, sendo a primeira a 18, no Lótus Bar, em Cascais, com os Darkside Of Innocence e Adamantine, e a segunda a 23, no Bar Rock In Chiado, em Lisboa, com os Darkside Of Innocence e Primal Decay. Cumprirão também uma terceira data a 26, no Ilusões Bar, em Caxias, com bandas ainda a anunciar. Nas duas primeiras noites o preço dos bilhetes é de 5€ e o início dos espectáculos está agendado para as 21h30 e 22h00, respectivamente. Nota que a actuação em Cascais marca a estreia do novo vocalista da banda, Zigga, que veio substituir Rui Mourão.Monday, April 14, 2008
Steal Your Crown - Primeiro EP em breve
Os nacionais Steal Your Crown lançam muito brevemente o seu EP de estreia homónimo pelo selo alemão Demons Run Amok. Formados em 2004, o grupo é composto por membros da margem norte e sul, sendo que este facto até serviu para baptizar a demo, de quatro temas, que a banda lançou até à data - “Two Sides Connection”. As gravações do seu primeiro EP terminaram já em Setembro de 2007. A sua masterização foi feita no virar de ano por Igor dos belgas Angel Crew e dos holandeses Backfire. Mais recentemente, foi também oficializada a entrada de um segundo guitarrista, Netz, que, regressado de Londres, vem ocupar o lugar deixado por Camisas. Dos planos ao vivo da banda constam, num futuro próximo, a actuação no dia 25 de Abril na Casa de Lafães, Rossio, em Lisboa, com os Last Hope, Gamble To Suicide, Sexta Barra e Overcome, a partir das 17h00. As entradas custam 3€. Entretanto, dois dos temas a figurar em “Steal Your Crown” estão já disponíveis no Myspace do grupo.Vertigo Steps - Teaser de álbum de estreia disponível
O álbum de estreia homónimo dos Vertigo Steps, projecto idealizado por Bruno A. [Arcane Wisdom, Redstains], encontra-se já em fase final de misturas a cargo de Daniel Cardoso, nos UltraSound Studios, em Braga. Este trabalho é composto por dez temas da autoria de Bruno A. e conta como convidados com os vocalistas Niko Mankinen [Misery Inc.], Stein Roger Sordal [Green Carnation], Sophie [Understream], Rui Viegas [A Story Of Dust, Arcane Wisdom] e André Vasconcelos [ex-Hordes Of Yore, Arcane Wisdom], com o baixista Alexandre Ribeiro [Bleeding Display, Andersen Molière, Desire, Grog] e baterista Daniel Cardoso [Head Control System]. “Vertigo Steps” promete ser um álbum multifacetado, com temas a irem do melódico ao pesado, do ambiental ao orquestral. Enquanto se desconhece a data de lançamento do disco, está disponível no Myspace da banda um teaser do seu primeiro álbum. Phazer - Ao vivo em Alverca
Os lisboetas Phazer sobem ao palco no dia 19 de Abril, pelas 17h00, para uma actuação na Casa da Juventude de Alverca. Entretanto, o grupo de hard’n’heavy já se prepara para entrar em estúdio para registar o trabalho que sucede ao EP de estreia “Revelations”, de 2006. Neste espectáculo poderemos já constatar novos temas deste futuro registo.Friday, April 11, 2008
The Mars Volta - No Heineken Paredes de Coura
Os texanos The Mars Volta são uma das mais recentes confirmações para o Heineken Paredes de Coura 2008. O excêntrico e singular grupo de El-Paso vem apresentar um espectáculo com mais de duas horas de duração que promete muitas emoções e surpresas graças ao seu virtuosismo e rock progressivo pleno de psicadelismo. Com o novíssimo “The Bedlam In Goliath” na bagagem a curiosidade acresce para os fãs da banda que os poderão ver no dia 3 de Agosto, na praia fluvial do Tabuão, em Paredes de Coura. O bilhete diário para o festival custa 40€ e para os quatro dias 70€. Lusitanian Darkness Fest IV - Watain à cabeça
A horda black metal nacional promete estremecer no dia 20 de Abril com o regresso a terras lusas dos suecos Watain no âmbito da quarta edição do Lusitanian Darkness Fest, organizado pela Icon Music Agency e Notredame Productions. Os autores do aclamado “Sworn To The Dark”, de 2007, serão acompanhados pelos portugueses Filli Nigrantium Infernalium, Decayed, Morte Incandescente e Tumulum num espectáculo que decorre no Cine-Teatro de Corroios, a partir das 18h00. O preço dos bilhetes é de 18€ [compra antecipada] e 20€ [compra no dia]. Thursday, April 10, 2008
Morbid Death - Rui Frias de regresso
Wednesday, April 09, 2008
Review
QWENTIN
“Première”
[CD – Raging Planet]
Não é nenhum tipo de alusão ao realizador e actor Quentin Tarantino ou o efeito da inspiração na obra deste ilustre norte-americano, mas a verdade é que… quase “vemos” o som dos nacionais Qwentin. Imbuídos numa vincada forma cinéfila de estar, o som deste quarteto do Cartaxo desenrola-se num plano onde a teatralidade e a imagem tem especial preponderância. Em termos estruturais há lugar a “intervalo” e tudo e, de modo geral, as narrações de “Ill Commence Ici” ou “Uomo-Tutto” [e aqui começa a confusão plurilinguista do universo Qwentin], as notícias que nos são lidas em “Jornalisma”, para além do “trailer de “AQUI” [cujo “filme” é apresentado mais para o fim], dão-nos a sensação reconfortante de sermos levados a conhecer uma esfera em que tudo parece não ter nexo mas a que lhe é subjacente um apurado requinte de inteligência na transmissão de uma mensagem.
Se o conceito e abordagem muito particulares dos Qwentin são a fracção mais em evidência em “Première” o mesmo talvez não possa ser dito ao seu conteúdo musical. É, sem dúvida, interessante, mas mediano. Honestamente, não há créditos que confisquem à própria banda tão grande aparato se falarmos de composição. O seu mérito advém da sua originalidade, coragem e talento na criação de uma entidade. Aqui a banda sonora é rock alternativo, com um toque britânico, retro, e um intenso gosto progressivo e experimentalista. Por outro lado, é pleno de um apelo pop/light que por vezes nos dispersa a atenção para o que aqui se ouve, embora não se possa dizer que este seja um disco de fácil digestão, longe disso, atendendo à sua intricada configuração.
Contudo, “Premiére” pode chegar às massas [como, aliás, chegou, recentemente, através da primeira parte que os Qwentin fizeram do concerto dos 30 Second To Mars, no Coliseu dos Recreios, perante 4 000 pessoas], mas para um disco de som tão psicadélico como este o caminho poderá ser, sim, aberto, mas por força da sua singularidade global. De facto, e isto é um ponto a favor, não é fácil definir os Qwentin sem incorrer numa série de terminologias. É preciso ouvir para se perceber a loucura deste contador de histórias vestido de fato e longas saias pretas. Destaque ainda para a interessante simbiose resultante da participação de um Rui Duarte [Ramp] “distorcido” em “Mind (The) Thieves”.
Sem surpreender musicalmente, são uma das entidades mais atrevidas, excêntricas e originais a coexistir actualmente no panorama nacional. É hora de desviar a cortina para os receber... [8/10] N.C.
“Première”
[CD – Raging Planet]
Se o conceito e abordagem muito particulares dos Qwentin são a fracção mais em evidência em “Première” o mesmo talvez não possa ser dito ao seu conteúdo musical. É, sem dúvida, interessante, mas mediano. Honestamente, não há créditos que confisquem à própria banda tão grande aparato se falarmos de composição. O seu mérito advém da sua originalidade, coragem e talento na criação de uma entidade. Aqui a banda sonora é rock alternativo, com um toque britânico, retro, e um intenso gosto progressivo e experimentalista. Por outro lado, é pleno de um apelo pop/light que por vezes nos dispersa a atenção para o que aqui se ouve, embora não se possa dizer que este seja um disco de fácil digestão, longe disso, atendendo à sua intricada configuração.
Contudo, “Premiére” pode chegar às massas [como, aliás, chegou, recentemente, através da primeira parte que os Qwentin fizeram do concerto dos 30 Second To Mars, no Coliseu dos Recreios, perante 4 000 pessoas], mas para um disco de som tão psicadélico como este o caminho poderá ser, sim, aberto, mas por força da sua singularidade global. De facto, e isto é um ponto a favor, não é fácil definir os Qwentin sem incorrer numa série de terminologias. É preciso ouvir para se perceber a loucura deste contador de histórias vestido de fato e longas saias pretas. Destaque ainda para a interessante simbiose resultante da participação de um Rui Duarte [Ramp] “distorcido” em “Mind (The) Thieves”.
Sem surpreender musicalmente, são uma das entidades mais atrevidas, excêntricas e originais a coexistir actualmente no panorama nacional. É hora de desviar a cortina para os receber... [8/10] N.C.
Friday, April 04, 2008
Humanart + Nocturnal Reveries - Noite black metal amanhã na Covilhã
O Birras Bar, na Covilhã, recebe amanhã as actuações dos Humanart e Nocturnal Reveries. Os concertos têm início às 22h00, horários que serão escrupulosamente cumpridos uma vez que os concertos só poderão prolongar-se até às 00h00. O after-hours ficará a cargo do DJ Hugo Nevermore. A entrada custa 3€. Review
VLAD IN TEARS
"Seed Of An Ancient Pain”
[CD – Dreamcell 11/Aural Music/MJL]
O comunicado de imprensa deste disco e outros registos biográficos dos Vlad In Tears recalcam a ideia de que o grupo transalpino é um filho bastardo dos finlandeses H.I.M. Não seria preciso muito para perceber isso. Aliás, bastando olhar para a capa de “Seed Of An Ancient Pain” apercebemo-nos imediatamente que também a imagem de Ville Valo serve de influência, principalmente, ao vocalista Kris. Embora isto já pudesse ser motivo para temer alguma falta de personalidade, podemos até dizer que esta estreia poderá não resultar tão frustrada quanto pareça inicialmente. Isso também porque as expectativas não eram altas.
Na realidade, a composição é media-fraca. Se tanto se louva um trabalho como este o que não dizer dos nossos saudosos Icon & The Black Roses. A voz de Kris está de facto muito próxima, em alguns momentos, da do vocalista que “ousou” baptizar um disco seu de “Love Metal” – até nos efeitos. E se sentimento melancólico, romântico – e porque não “lamechas” – são coisas que não faltam a este disco, há que realçar pelo menos o ambiente mais clássico e obscuro que por vezes paira sobre este trabalho. Enquanto isso, uma performance muito pálida dos seus instrumentos interceptam à partida as perspectivas de nos convencerem com algo realmente maduro. A forma de composição do grupo também não é a mais inovadora – nada mesmo. As coisas soam [muito] ultrapassadas.
Acabam por ir para as teclas e para a voz as maiores-valias de “Seed Of An Ancient Pain”, sendo que riffs inspirados é coisa que não se ouve e guitarras mais pesadas só encontramos em “See Through The Darkness”. E se a melodia é o fio condutor do trabalho dos Vlad In Tears, então aí podemos destacar a inicial “Reveal” e “As Snow Wed’ Fall” como canções com refrões passíveis de ficarem bem agarrados ao ouvido. Contudo, a verdadeira vénia vai para a magistral faixa final, com o piano “à capella”, “My Last Dawn”, mergulhado num classicismo barroco que nos conquista completamente.
Se de Itália lhe é reconhecido um romantismo histórico, é indiscutível que este quarteto herdou esta faceta. Mas se a classe gótica mais actual pertence à Finlândia, não será desta vez que as atenções se vão virar para o mediterrâneo. [6/10] N.C.
"Seed Of An Ancient Pain”
[CD – Dreamcell 11/Aural Music/MJL]
O comunicado de imprensa deste disco e outros registos biográficos dos Vlad In Tears recalcam a ideia de que o grupo transalpino é um filho bastardo dos finlandeses H.I.M. Não seria preciso muito para perceber isso. Aliás, bastando olhar para a capa de “Seed Of An Ancient Pain” apercebemo-nos imediatamente que também a imagem de Ville Valo serve de influência, principalmente, ao vocalista Kris. Embora isto já pudesse ser motivo para temer alguma falta de personalidade, podemos até dizer que esta estreia poderá não resultar tão frustrada quanto pareça inicialmente. Isso também porque as expectativas não eram altas.Na realidade, a composição é media-fraca. Se tanto se louva um trabalho como este o que não dizer dos nossos saudosos Icon & The Black Roses. A voz de Kris está de facto muito próxima, em alguns momentos, da do vocalista que “ousou” baptizar um disco seu de “Love Metal” – até nos efeitos. E se sentimento melancólico, romântico – e porque não “lamechas” – são coisas que não faltam a este disco, há que realçar pelo menos o ambiente mais clássico e obscuro que por vezes paira sobre este trabalho. Enquanto isso, uma performance muito pálida dos seus instrumentos interceptam à partida as perspectivas de nos convencerem com algo realmente maduro. A forma de composição do grupo também não é a mais inovadora – nada mesmo. As coisas soam [muito] ultrapassadas.
Acabam por ir para as teclas e para a voz as maiores-valias de “Seed Of An Ancient Pain”, sendo que riffs inspirados é coisa que não se ouve e guitarras mais pesadas só encontramos em “See Through The Darkness”. E se a melodia é o fio condutor do trabalho dos Vlad In Tears, então aí podemos destacar a inicial “Reveal” e “As Snow Wed’ Fall” como canções com refrões passíveis de ficarem bem agarrados ao ouvido. Contudo, a verdadeira vénia vai para a magistral faixa final, com o piano “à capella”, “My Last Dawn”, mergulhado num classicismo barroco que nos conquista completamente.
Se de Itália lhe é reconhecido um romantismo histórico, é indiscutível que este quarteto herdou esta faceta. Mas se a classe gótica mais actual pertence à Finlândia, não será desta vez que as atenções se vão virar para o mediterrâneo. [6/10] N.C.
Echidna + Coldfear - Amanhã no Fábrica do Som
Os portuenses Echidna encabeçam a noite musical do Fábrica do Som, no Porto, amanhã, 5 de Abril. Está ainda reservada para esta noite a actuação dos barcelenses Coldfear. As colunas começam a debitar alta pressão sonora a partir das 23h00, com a condição da cobrança de 3€ à entrada. A anotar que as duas bandas voltam a encontrar-se em palco no dia 17 de Maio, juntamente com os Headstone, no Indycat Piano Bar, em Gondomar, no Porto, para a realização do Triple Thrash Attack.Tuesday, April 01, 2008
The First Step - Em dose dupla em Portugal
Os punk/hardcorers norte-americanos The First Step vão estar em Portugal para duas actuações no dia dia 19 de Abril. Uma decorre em jeito de matiné na Academia de Linda-A-Velha, pelas 15h00, e a outra em Albufeira no Moonspell Bar [antigo Rocks] às 00h30. Na primeira sessão o grupo da Carolina do Norte vai ser acompanhado pelos nacionais For The Glory, Broken Distance e Step Back e já de madrugada, mais a sul, pelos Keep Walking e Highest CostSolid - EP de estreia em breve
Das cinzas dos Solid Impact surgem agora os Solid que preparam-se para lançar o seu EP de estreia. Tem como título “”24/7: The Love Syndrome” e é composto por três temas e uma intro que nos oferecem uma mistura de rock, punk, southern metal e hardcore. Em comunicado, a banda informa que “o disco já está na fábrica e dentro de dias estará nas suas mãos”. Entretanto, pode ficar a conhecer um tema deste trabalho de estreia em www.myspace.com/solidpt. Da agenda do grupo consta já uma série de datas, entre as quais destacam-se a do IndyCat Piano Bar, em Gondomar, no dia 23 de Maio com os My Eyes Inside e Loss Spectra Of Pure, do Sala D’Ensaios Caffé, Cervães [Vila Verde, Braga] no dia 24 de Maio novamente com o mesmo alinhamento, e de volta ao Porto Rio, no dia 30 de Maio, com os Forgodsfake e Engagin Dead. Cryptor Morbious Family - Preparam novo disco
1NK1L1NA MOR+3 - Disco de versões e remisturas em Junho
O one-man-project 1NK1L1NA MOR+3, responsabilidade de Carlos Sobral, lança em Junho próximo “Are You What You Think?”, um disco de remisturas e versões dos dois trabalhos da banda de metal industrial até à data – “Inkilina Morte” [2003] e “Infinite Days Hoping To Die” [2006]. A assinar estas novas interpretações estão os Cryptor Morbius Family, Seven Stitches, Smash Skulls e Weirdo, sendo que as remisturas estiveram a cargo de André Tavares [Spoiled Fiction], Carlos Vale “Cajó” [Xutos & Pontapés, Tara Perdida] e Fernando Abrantes [Luís Represas]. Embora nunca fora intenção do projecto sair da sala de ensaio, Carlos Sobral já adiantou que este novo trabalho será promovido ao vivo com um conjunto de músicos já escolhido.
Subscribe to:
Posts (Atom)

