Thursday, December 11, 2008

Simbiose + Reltih - Este sábado em Benavente

Os Simbiose e Reltih actuam no dia 13 de Dezembro no Side B, em Benavente. Os Reltih apresentarão aqui o segundo álbum da sua já longa carreira, “13 Years In Misery”, pautada, no entanto, por várias paragens. Recordamos que o grupo lisboeta regressou ao activo em 2007 e apresenta hoje na sua formação Sofia e Nuno nas vozes, Gonçalo no baixo, Paulo na guitarra e Daniel na bateria, estes dois últimos os únicos membros fundadores do grupo. O espectáculo em Benavente tem início marcado para as 22h30 e a entrada custa 6€.

New Dawn Metal Fest - Castle Mountain e Machine Rising fecham oferta

Os nacionais Castle Mountain e Machine Rising completam o cartaz da primeira edição do festival Dawn Metal Festival. O evento decorrerá no próximo dia 13 de Dezembro [sábado], a partir das 21h30, no Indycat Piano Bar em Broalhos, Gondomar [Medas]. O “menu” musical fica completo com os Headstone, Artworx e Mons Lvnae. Recentemente, os Headstone informaram que o seu guitarrista Carlos não actuará com a banda em virtude de um acidente que lhe fez quebrar um dedo da mão. Os ingressos para o evento custam 6€ e devem ser adquiridos no local do espectáculo.

Loud! #94 - Já nas bancas

Já se encontra nas bancas a edição de Dezembro da revista Loud!. Neste novo número, Chris Barnes e os seus Six Feet Under chegam de novo à capa da revista nacional especializada em Heavy Metal, à custa do ensaio de brutalidade que é “Death Rituals”. As outras bandas abordadas em entrevista são Sinner, Arch Enemy, Exodus, Virus, Unearth, The Firstborn, Almah, Cynic, Eden’s Curse, It Bites, Bison B.C., Metal Church, Dagoba, Zonaria, Callejon, Deadlock, Unsun, Thyrfing, Lord Belial e Artas. No habitual “Portugal de Metal” este número apresenta a primeira parte da reportagem à “cena” lisboeta. Fernando Ribeiro e a sua coluna “Eternal Spectator” também estão de regresso [após um período de férias], bem como as secções Notícias, Nacionais, Breves, Playlists, Em Foco [com destaques para Anaphylactic Shock, Rorcal e Samothrace], Discos [com reviews aos novos de Bison B.C., Cynic, Darkane, Ephel Duath, Flowing Tears, Girlschool, Holy Moses, Iced Earth, In This Moment, Jarboe, Metal Church, Sirenia, Tesla, The Firstborn, Theriomorphic, Thunder, Thyrfing e Unearth, entre outros], Demolição [com análises a trabalhos dos Agressiv, Cronaxia, Memorial Death e Opus Draconis], Agenda e Live & Loud! com um olhar sobre os espectáculos nacionais de Inquisition, Bizarra Locomotiva, Paul Gilbert, Michael Angelo Batio, Thee Silver Mt. Zion, Extreme, Negura Bunget, These Arms Are Snakes, Kimmo Pohjonen e Six Organs Of Admitance.

LOUD!
Rua Actor João Rosa nº 12, c/v
1900-021 Lisboa
Tel: 21 849 96 05 / 91 745 22 19

Friday, December 05, 2008

Entrevista Anomally

CUSPIDOS PARA O INFERNO

O “inferno vulcânico” açoriano abriu-se para libertar aquela que será, sem grande margem para dúvidas, uma das maiores promessas do Metal regional. Três anos de gestação apenas foram precisos para que os Anomally se afirmassem no meio açoriano, com participações nos maiores festivais de metal locais e ainda com a distinção de “Melhor Banda Rock/Metal” nos “Prémios Música Açores 2007”. Agora foi a vez de nos darem a conhecer o seu álbum de estreia. “Once In Hell…”, um conjunto de 8 temas plenos de consistência, suturados num tecido estampado pela melodia e obscuridade do gótico, a raiva do death metal e o peso do thrash, prometem honrar a bandeira açoriana além-fronteiras e para o próprio grupo é a garantia de um futuro risonho. O teclista Miguel Aguiar explica-nos as “ferramentas” do sucesso dos Anomally.

Se a memória não me falha, os Anomally são a banda de Metal açoriana a alcançar mais subitamente a marca do primeiro álbum. Poder-se-á dizer que há algum “segredo” por detrás disso?
Na nossa curta existência praticamente tudo aconteceu rapidamente. Temos desde o início apostado em objectivos bastante rigorosos e que tentamos sempre seguir à risca. Para o terceiro ano apostámos em gravar um CD o que deixou algumas pessoas surpreendidas. O “segredo” é bastante simples: trabalho, muito trabalho, persistência e, acima de tudo, fé em nós próprios e deixar de ter o “pensamento açoriano” que é o de não ser possível realizar-se os nossos sonhos apenas por vivermos isolados geograficamente.

Sentem-se por isso, e talvez por outras coisas, um exemplo a seguir?
Bem, isso julgo que só os outros poderão dizer.

Imagino os Anomally como um grupo de personalidades astuto que sabe bem das dificuldades impostas pela realidade periférica dos Açores e que, por isso, está consciente de que a “batalha” tem que ser travada com outras “armas”. E que “armas” serão essas?
A idade já começa a pesar [risos] e devido a isso temos, provavelmente, uma outra maneira de ver as coisas e de trabalhar. Penso que o simples facto de no início de cada ano estabelecermos os nossos principais objectivos é notório disso. A insularidade é um factor que para muitos acaba por afectar e nós não estamos imunes a isso. Felizmente, hoje em dia, a realidade já é um pouco diferente, os contactos são muito mais fáceis de se conseguir, a internet acaba ter um papel fundamental na tentativa de quebrar essa barreira geográfica a que estamos cingidos; nem tudo é mau no mundo cibernauta. Esta será a principal “arma” com que vamos atacar, a divulgação ao máximo do nosso CD através da internet, o que já tem gerado alguns resultados positivos.

Embora os handicaps subjacentes a ser-se músico nos Açores sejam uma realidade, pelo menos parcialmente, não acha, contudo, que isso gera, por vezes, comodismo da parte dos artistas locais? Sentem ou sentiram, de facto, algumas condicionantes ou algumas delas fazem já parte de um mito?
Infelizmente, sou dessa opinião. Penso que ainda existe muito o tal “pensamento açoriano” que há pouco referi. Algumas pessoas ainda pensam que pura e simplesmente não é possível fazer-se determinadas coisas apenas por se ser açoriano. Não nego o facto de haver algumas condicionantes no facto de sermos músicos nos Açores, nós próprios fomos “vítimas” de certas condicionantes. Não foi possível gravar no estúdio que realmente queríamos, tivemos de optar por um estúdio local, mas lá está, já existem alternativas nos Açores.

Ficam surpreendidos de alguma forma pela fácil “rendição” do público açoriano ao vosso trabalho, ainda mais quando se reconhece algum “bairrismo” entre ilha Terceira e S. Miguel? [risos]
Será que as bandas de Metal inglesas não são bem recebidas pelos alemães? [risos] Esse “bairrismo” de que se fala acaba por ser estúpido quando se trata de Metal. Somos tão poucos e cada vez somos mais descriminados por quem não compreende este estilo de vida…. Então porque havemos de nos odiar uns aos outros só porque uma banda é da ilha X ou Y? Até agora o público micaelense sempre nos acolheu bem aquando das nossas deslocações tanto para o festival Alta Tensão como para o Festival Internacional de Metal ou para o Beer Metal Fest e é para nós sempre uma enorme alegria deslocarmo-nos a S. Miguel para tocar e conviver com amigos e pessoal de outras bandas que ao longo destes dois anos temos vindo a conhecer.

Na Terceira o contingente metaleiro é ainda mais reduzido do que em S. Miguel. Como vão sobrevivendo?
Sobrevivemos bem. É evidente que acaba por ser desanimador dar concertos para 50 ou 60 pessoas, mas não é isso que nos vai fazer desistir e, independentemente, de termos à nossa frente 10 ou 200 pessoas damos sempre o nosso melhor em palco. Afinal de contas estamos nisto primeiro para nos divertirmos e depois para satisfazermos quem ainda se dá ao trabalho de ir aos nossos concertos.

Hoje em dia, e apesar de tocarem Metal, sentem um carinho e admiração especiais da parte dos vossos conterrâneos pelos feitos que alcançaram?
Sem dúvida que sim. Quem nos segue de perto ou de relativamente perto, sabe bem todo o trabalho que temos tido para conseguirmos chegar onde chegámos. Hoje, independentemente de gostarem ou não do género musical que tocamos, são capazes de dar o seu apoio.

“Once In Hell…” está disponível para encomenda na internet. Pelas potencialidades deste meio de comunicação, como, aliás, já referiu, pode-se dizer que já tiveram algumas boas surpresas em termos de solicitações, não é verdade?
Sim, lançámos o CD no dia 31 de Outubro e, curiosamente, no dia 3 de Novembro tínhamos uma encomenda de um CD para alguém de Tokio! [risos]

Como reagiram?
Bem, quando o Tiago disse-me que nos tinham encomendado um CD de Tokio pensava que ele estava a gozar comigo e ri bastante, mas a verdade é que não estava a gozar. [risos] Foi uma grande surpresa para todos nós esta encomenda, pois nunca iríamos imaginar que alguém em Tokio fosse querer um CD nosso quando, por exemplo, na nossa própria ilha estão constantemente a perguntar se o CD é oferta ou se vão ter de “sacar” da net…

O facto de “Once In Hell…” ter saído pelos vossos próprios meios fez também parte de uma estratégia? Foi algo decidido desde o início?
Em certa parte, sim. Obviamente que seria mais cómodo optar por arranjar logo à partida uma editora que financiasse esta gravação, mas o que decidimos foi que iríamos gravar pelos nossos próprios meios e só depois com este CD tentaríamos chamar a atenção de alguma editora.

Para um próximo trabalho conseguir um “selo” é manifestamente importante ou se não o conseguiram vão continuar naturalmente o vosso caminho?
O nosso maior objectivo ao gravar este CD foi o de conseguir, como já disse anteriormente, captar a atenção de alguma editora. Portanto, é um desejo quase que óbvio editar um próximo álbum através de uma editora, mas quanto a isso estamos conscientes que não será fácil. Existem muito boas bandas por todo o mundo, nós somos apenas mais uma. Caso este cenário não seja possível, avançaremos para o próximo mais uma vez pelos nossos próprios meios. Não será por aí que os Anomally vão parar.

Já existem reacções aos discos promocionais que têm enviado para as editoras e media?
Praticamente, tudo o que fazemos é de alguma maneira premeditado. Nesta primeira fase estamos apenas a enviar o disco para os media só então depois enviaremos para editoras. Quanto a reacções até agora têm sido bastante positivas e alguns, inclusive, oferecem-se com toda a vontade para nos ajudar a promover a banda.

Ainda que “Once In Hell…” seja um álbum, comporta apenas 33 minutos de música. Não houve a intenção de aguardarem mais um tempo e reunirem/comporem mais alguns temas?
Nós achámos que este era o momento indicado para gravarmos este álbum. Tínhamos alguns temas dos quais foram estes os escolhidos para fazerem parte do álbum. Achámos que eram os que melhor representavam o que somos e apesar de ser apenas 33 minutos isso pode ser um ponto a favor, pois quantas vezes já não aconteceu ouvirmos um álbum que tem cerca de 60 minutos e os últimos temas deixam-nos com a sensação de que podiam bem ser dispensados?

Embora um “perfume” gótico emane de sobremaneira do vosso trabalho, não seria só assim que descreveria o som dos Anomally às pessoas, pois não?
De maneira alguma. O som dos Anomally surge um pouco fruto das influências individuais de cada membro da banda que vão desde o gothic ao death metal e até mesmo ao thrash. Vamos buscar influências das bandas que crescemos a ouvir e também aproveitamos aquilo que de bom se faz hoje em dia.

O liricismo de “Once In Hell…” tem uma forte componente/inspiração religiosa. São “rapazes” de pouca fé, pelo que consta… [risos]
Já tivemos mais fé, realmente. [risos] O povo português é, por norma, um povo religioso. Cerca de 85% da nossa população é católica e como tal fomos criados em raízes católicas. O que aconteceu foi que, simplesmente, chegámos a uma altura da nossa vida em que começámos a questionar a existência ou não de um Deus.

Contudo, para se falar de religião é preciso estar-se minimamente atento a ela…
Exacto. Para se falar sobre um determinado assunto devemos estar minimamente informados, principalmente sobre um assunto tão delicado como o da religião.

Acha que, por exemplo, um Papa conservador como Ratzinger compromete ainda mais a imagem e o futuro da Igreja? Era mais do vosso agrado uma personalidade como a de João Paulo II?
É verdade que o Papa Bento XVI está envolvido em algumas polémicas mas também não é menos verdade que o Papa João Paulo II também era, em certa parte, conservador. Temas como aborto, separações, pesquisas genéticas, a separação entre o mundo da religião e o mundo “mundano” foram alvo de duras críticas do anterior Papa. Tanto um como o outro têm de seguir um dogma, uma doutrina que por si só é bastante conservadora. Como tal, acaba por ser normal haver atitudes como as demonstradas pelos dois. Acho que é um pouco indiferente se é mais do nosso agrado um ou o outro. Simplesmente, não seguimos esta doutrina, apenas ficamos felizes por estarmos bastante mais evoluídos do que no séc. XII e não corrermos o risco de voltar a ser vítimas da Inquisição.

Outro ponto de que estou certo de que se orgulham é do videoclip de “No Words From The Dead”. Como foi chegar a um produto tão profissional?
O videoclip era algo que estava nos nossos planos, fazia parte de uma campanha de promoção ao nosso álbum. Surgiu a oportunidade de o realizar em conjunto com Débora Castro e graças a um trabalho em conjunto conseguimos atingir aquilo que desejávamos – um videoclip que não devesse nada ao de uma banda profissional. Mais uma vez penso que ficou provado que nos Açores também é possível fazer-se algo que podiam pensar ser impossível fazer.

A curto/médio prazo podemos ter os Anomally em digressão de promoção a “Once In Hell…” fora das ilhas?
Este é um dos nossos objectivos para o ano que se segue. No entanto, temos primeiro de dar a conhecer o nosso trabalho fora das ilhas para depois pensarmos em avançar com algumas datas no continente.

E uma vez no Inferno… Como se sentem? [risos]
[risos] Sentimo-nos bastante bem. Um pouco cansados, é verdade, porque nada disto se consegue sem trabalho, mas é algo que vale a pena. Verdade seja dita, gostava de estar neste “inferno” durante muitos mais anos.

Wednesday, December 03, 2008

XV Hard Metal Fest - Espanhóis Dawn of Tears em Mangualde

Os espanhóis Dawn of Tears são a mais recente adição no cartaz do XV Hard Metal Fest a decorrer no Centro Cultural St. André, em Mangualde, a 10 de Janeiro próximo. O projecto pratica um death metal sinfónico e conta como maiores experiências os espectáculos com Dimmu Borgir e Charon. Já este mês estarão em digressão com os suecos Scar Symmetry por Espanha. O último álbum da banda “Descent”, nomeado como “best melodeath” no site Metal Storm, está disponível para download em www.dawnoftears.com. Para além desta, estão confirmadas no festival as presenças dos Dew-Scented, Avulsed, Rato Raro, Angriff, Revolution Within, The Godiva, Alcoholocaust, Epping Forest, Mons Lunae e Switchtense.

Tuesday, December 02, 2008

SounD(/)ZonE Winter Slaughter Sessions - Spank Lord ao terceiro "massacre"

Os Spank Lord são a banda recrutada em última hora para substituir os Prophecy of Death na terceira sessão do “SounD(/)ZonE – Winter Slaughter”, a decorrer no dia 16 de Dezembro no bar Baia dos Anjos, em Ponta Delgada. Os autores de “Possessed”, bem como os Duhkrista, revelaram indisponibilidade para tocar fora das datas inicialmente estipuladas. Entretanto, decorreu já a primeira sessão do evento, no dia 30 de Novembro, com um entusiasta público a ouvir os Anjos Negros e os In Peccatum. Na próxima semana, dia 7 de Dezembro, actuam os Summoned Hell e Sanctus Nosferatu. Aproveitamos também para dizer que lamentamos estes últimos tempos monótonos na SounD(/)ZonE, que se devem ao empenho do nosso “staff” a este evento, e que pretendemos voltar à normalidade muito em breve.

Thursday, November 27, 2008

SounD(/)ZonE Winter Slaughter Sessions - Anjos Negros substituem Duhkrista

Os Anjos Negros substituirão os Duhkrista na primeira data das SounD(/)ZonE Winter Slaughter Sessions, já no próximo domingo, dia 30 de Novembro, em virtude de imprevistos relacionados com compromissos profissionais de elementos desta última. Contudo, a participação dos Duhkrista neste evento não está ainda posta de parte, estando a SounD(/)ZonE e a própria banda a estudar a possibilidade da sua inclusão numa outra data. Na mesma situação e pelos mesmos motivos estão os Prophecy Of Death. Atempadamente, anunciaremos se se irão efectivar as presenças destas duas bandas nas SounD(/)ZonE Winter Slaughter Sessions.

Monday, November 24, 2008

Butchery At Christmas Time IX - Natal "extremo" na Guarda

Aprestando-se a celebrar a sua nona época de actos “extremistas”, o “Butchery At Christmas Time” regressa no dia 20 de Dezembro e terá lugar no Auditório do Parque Municipal da Guarda, a partir das 17h00. Este ano os cabeças-de-cartaz Macabre [E.U.A.], far-se-ão acompanhar dos Gruesome Stuff Relish [Esp], Rapture [Méx], Cerebral Bore [R.U.], Kevlar Skin [Esp] e Esclerose [Por]. Este é um festival, exclusivamente, dedicado ao death metal e grindcore e é responsabilidade da Vomit Your Shit Distro & Label. Os bilhetes custam 25€ [até 7 de Dezembro] e 30€ [no dia]. Mais informações pelo e-mail butchery_order@hotmail.com.

Thursday, November 20, 2008

A Dream Of Poe - Projecto Doom/Gothic açoriano lança disco ao vivo

Está já disponível para download gratuito o primeiro álbum ao vivo do grupo de Doom/Gothic açoriano A Dream A Poe. “For A Glance Of The Lost Lenore” é o título do trabalho que foi baseado no concerto da banda na edição 2008 do festival October Loud, em S. Miguel. O disco é composto por oito temas, em que se inclui uma intro/declamação da biografia do escritor Adgar Allan Poe, “The Loss Of The Lost”, “Laudanum”, “Pressure” [cover de Anathema], “Have A Nice Doomed Birthday”, “For My Fallen Angel” [cover a ser lançada no álbum de tributo a My Dying Bride], “Gentle Whisper” [cover a ser lançada no disco de tributo a Morbid Death] e “Whispers Of Osiris”. Este CD é tido como um “aperitivo” para o próximo EP da banda, “Sorrow For The Lost Lenore”, a editar no próximo ano. Faça download de “A Glance Of The Lost Lenore” aqui.

ThantoSchizO - Actuam em Vila Real nove anos depois

Os ThanatoSchizo regressam nove anos depois a Vila Real para um concerto no Teatro local no dia 28 de Fevereiro de 2009. O grupo nortenho que lançou este ano “Zoom Code”, o quarto longa-duração da sua carreira, vai apresentar-se em formato semi-acústico, prometendo um set list com incursões por todos os seus trabalhos e prometendo ainda algumas surpresas. O espectáculo tem início às 21h30. Ainda antes do término de 2008, os ThanatoSchizo actuam com os Echidna, Budhi e Solid Spectrum no dia 26 de Dezembro no Gondomar Winterfest, no Indycat Piano Bar, em Medas, e no dia seguinte com os Invisible Flamelight e Primordial Melody no Centro Cultural de Chaves. A 10 de Janeiro de 2009 é a vez subirem ao palco do Nyktos Bar na Figueira da Foz, para mais uma sessão semi-acústica.

Monday, November 17, 2008

Spirit Of Metal Fest - Indycat Piano Bar recebe oito bandas nacionais

O dia 29 de Novembro promete muita animação no Indycat Piano Bar em Medas, Gondomar. Um leque de oito bandas nacionais composto por Darkside Of Innocence, The End Gate, Daemogorgon, Dethmor, Final Mercy, Pressure, Underneath e Sannedrin prometem animar o último sábado do corrente mês no bar nortenho. Os bilhetes estão já à venda a 5€ e 8€ e podem ser reservados através de metalicus@hotmail.com.

Friday, November 14, 2008

SounD(/)ZonE Winter Slaughter Sessions - Dezembro "sangrento" em Ponta Delgada

Já habituada a actuar tanto na sua “redacção” como nos recintos de espectáculos, num esforço sincero de ajudar a dar visibilidade aos projectos de Metal de qualquer área geográfica, a SounD(/)ZonE tem o prazer de oferecer um término de 2008 em jeito de autêntico “massacre” metálico em cinco actos. In Peccatum, Duhkrista, Sanctus Nosferatu, Summoned Hell, Prophecy Of Death, One Second, Stampkase, Hatin’ Wheeler, Psy Enemy e Neurolag são os dez projectos que vão “invadir” o bar Baia dos Anjos nas Portas do Mar, em Ponta Delgada, a um ritmo de duas actuações por noite, entre 30 de Novembro e 30 de Dezembro. Um gesto simples mas nobre que pretende, acima de tudo, aproximar os metaleiros e oferecer-lhes um inverno mais caloroso… O primeiro "delito" é já a 30 de Novembro. Venha ser cúmplice!

Este evento conta com o apoio/patrocínio:
Baia dos Anjos [www.baiadosanjos.com]
Global Point [www.globalpoint.pt]
Loud! [www.loud.weblog.com.pt]
Rádio Atlântida [www.radioatlantida.net]
LMM – Licensed Merchandise Mania [www.merchandisemania.com.pt]
Major Label Industires [www.majorlabelindustries.com]
Nova Gráfica [www.novagrafica.pt]
MAD – Miguel Aguiar Designs [miguelaguiar696@gmail.com]

Wednesday, November 12, 2008

Pitch Black - Novo álbum no início de 2009

“Hate Division”, o segundo álbum dos thrashers nacionais Pitch Black tem edição marcada para o início de 2009 pela Recital Records, embora ainda não tenha sido adiantada uma data em concreto. O álbum é composto por sete temas e foi gravado nos Trigger Studios, em Sta. Maria da Feira, por Rui Danin, produzido pela banda e masterizado por Jacob Hansen [Aborted, Paradox, Hatesphere, Illdisposed] nos Hansen Studios do próprio músico/produtor que também já fez parte do mítico grupo de thrash metal Invocator. A capa de “Hate Division” ficou a cargo de Jumali Katani da Metal Artist. No dia 20 de Novembro será dado a conhecer no Myspace do grupo o primeiro tema do seu novo disco: “Unleash The Hate”. De momento, é possível ler uma análise tema-a-tema, em exclusivo e em primeira mão, no site Hard’N’Heavy [www.hardheavy.com] da responsabilidade do Cameraman Metálico. Para o lançamento oficial de “Hate Division” a banda do Porto efectuará duas datas em fins-de-semana seguidos, em que participarão outras bandas nacionais, sendo uma delas os Web, no Metalpoint, no Porto. Nestas ocasiões, será oferecido merchandise e “Hate Division” estará disponível a um preço mais acessível. Ainda antes do lançamento está agendada uma sessão de pré-escuta numa festa a realizar no Art7Menor [bar Metal/Rock] em São João da Madeira com música a cargo da própria banda, num noite dedicada, exclusivamente, ao thrash e death metal dos anos 90.

Anti-Clockwise - Em estúdio no próximo sábado

Os punk/rockers lisboetas Anti-Clockwise iniciam as gravações do sucessor de “No One To Follow”, editado em 2006, no próximo sábado, dia 15 de Novembro. O quarto longa-duração da sua carreira, ao que tudo indica intitulado “A Bunch Of New Monsters”, será gravado na própria “garagem de ensaios” da banda com a ajuda de alguns amigos. A partir da próxima semana, o grupo promete começar a disponibilizar mais detalhes sobre os temas do seu futuro álbum no seu site [www.anti-clockwise.net] e Mysapce [www.myspace.com/bandanti-clockwise].

Tuesday, November 11, 2008

Soulfly - De regresso a Portugal

Os Soulfly regressam a Portugal no dia 16 de Fevereiro para um concerto no Coliseu de Lisboa. Na bagagem trazem o novo “Conquer”, o quinto álbum da sua carreira. Na primeira parte do concerto da banda liderada por Max Cavalera actuarão os norte-americanos Incite e algumas bandas convidadas ainda a designar. Os bilhetes já se encontram à venda nos locais habituais a 22€. As portas abrirão às 19h00 e os concertos terão início às 22h00. Mais informações através de geral@everythingisnew.pt.

Guns'N'Roses - Acusado de colocar "Chinese Democracy" na internet confessa-se culpado

Kevin Cogill, acusado de ter disponibilizado em Junho passado no site Antiquiet nove temas de “Chinese Democracy”, o próximo álbum dos Guns’N’Roses, aceitou, como parte de um acordo, confessar-se culpado de ter violado direitos de autor, segundo as autoridades. “Sim, há um pedido de acordo”, afirmou o procurador Craig Missiakian ao Wired.com ontem. Contudo, continuam a ser desconhecidos os seus termos. Cogill, um jovem de 27 anos de Los Angeles conhecido no meio bloguista como “Skewerl” e pessoa que costumava trabalhar na distribuição da editora dos Guns’N’Roses, foi detido a 27 de Agosto pelo FBI e sujeito a uma pena de prisão até cinco anos por violar uma lei anti-pirataria que considera crime a distribuição de trabalhos registados em redes computadorizadas antes da sua data de lançamento. Entretanto, as autoridades já reduziram a pena de Cogill até um máximo de um ano de prisão, uma vez que o arguido aceitou responsabilizar-se pelo acto e por não apresentar qualquer cadastro. Contudo, continua sem saber-se se o acordo implica a revelação das fontes que forneceram a Cogill os nove temas de “Chinese Democracy”. Slash, ex-guitarrista dos Guns’N’Roses e actual Velvet Revolver, já veio à “praça pública” comentar o caso: “Espero que ele [Cogill] apodreça na prisão. O seu acto vai afectar as vendas do álbum e isto não é justo. A internet é o que é e nós temos que lidar com ela, mas acho que se alguém rouba algo, é ladrão”, arremata Slash numa entrevista recente ao jornal Los Angeles Times. Da parte dos Guns’N’Roses ouve-se: “Embora não apoiemos as acções destes tipos, o nosso interesse é na fonte original. Não podemos fazer mais comentários enquanto as investigações decorrem”.

Monday, November 10, 2008

Moonspell - "Lusitanian Metal" DVD em Dezembro

A 16 de Dezembro é editado o primeiro DVD de sempre dos portugueses Moonspell intitulado “Lusitanian Metal”. Este registo audiovisual, disponibilizado pela Century Media, promete uma profunda visão sobre toda a carreira grupo liderado por Fernando Ribeiro, contendo a actuação do grupo, na integra, em Katowice, em 2004, videoclips desde “Opium” até “Everything Invaded” [num total de seis] mais o making of deste último, uma entrevista com todos os membros da banda, 50 vídeos que incluem desde ensaios de 1992, o primeiro concerto da banda, até filmagens de todas as tournées desde “Wolfheart” até “The Antidote”. O DVD será lançado numa sofisticada embalagem “kingsize mediabook” com dois DVD’s e um CD com o áudio do concerto da banda em Katowice ou numa convencional embalagem “super jewel case”. O disco da banda ao vivo em Katowice também estará disponível separadamente. Um completíssimo registo que promete orgulhar todo o público nacional.

Review

KIVIMETSÄN DRUIDI
“Shadowheart”

[CD – Century Media]

Crê-se indiscutível a importância que o folk/pagan/Viking metal tem ganho nos últimos tempos, quer nas preferências da comunidade metaleira, quer nos catálogos das grandes editoras. A possível “next big thing”? Não cremos, embora saibamos do exponencial poder da indústria discográfica e media para criar e derrubar tendências. Contudo, o que é certo é que começa-se a olhar com cada vez mais atenção para este tipo de projecto e este tem vindo a ganhar cada vez mais simpatizantes.

Os Kivimetsän Druidi [finlandês para “Druida da Floresta de Pedra”] são um sexteto finlandês jovem para o mundo, mas que já caminha nestas andanças desde 2002 e até agora lançou cinco EP’s [sendo um deles não-oficial]. Talvez pelo tal crescimento de popularidade do folk metal, eis chegado o dia para os Kivimetsän Druidi. Um contracto com a poderosa Century Media e um longa-duração de estreia que promete catapultar [mais este] grupo finlandês que funde música pesada com fantasia e folclore nórdico para a ribalta.

Não sendo a resposta aos Eluveitie – da “concorrente” Nuclear Blast – nem mais uma banda “guerreira” para juntar aos Turisas no seu catálogo, a aposta da Century Media é de uma contundente perspicácia, já que, e mesmo não sendo estes 12 temas de uma magia imemorável, os Kivimetsän Druidi não são das bandas de folk metal mais banais que por aí vemos. Quando pensamos em folk metal imaginamos imediatamente a alegria e “galhofa” de uns Korpiklaani ou Finntroll e numa quantidade farta de instrumentos tradicionais, mas aqui isso não acontece... para o bem de todos. Os Kivimetsän Druidi injectam uma dose extra de peso, rapidez e sinfonia aos seus temas. Blast beats rapidíssimos rasgam trechos orquestrais e a bela voz soprano de Leeni-Maria Hovila cruza-se na perfeição com as vocalizações graves de Joni Koskinen. Ver sopranos numa banda deste tipo não é, realmente, das coisas mais comuns, daí que “Shadowheart” tenha na sua presença e desempenho uma das suas maiores armas.

Enquanto o estilo cresce, pode-se dizer, entretanto e com alguma segurança, que os Kivimetsän Druidi estão a tempo de agarrar o seu lugar. É que acima de teorias e previsões “comerciais”, estes finlandeses são bastante competentes no que fazem. [8/10] N.C.

Estilo: Symphonic/Folk/Black Metal

Discografia:
- “Kristallivuoren Maa” [EP 2002]]
- “Taival” [EP 2004]
- “Mustan Valtikan Aika” [EP 2006]
- “The New Chapter” [EP 2007]
- “Taottu” [EP 2008]

www.kivimetsandruidi.com
www.myspace.com/kivimetsandruidi

Friday, November 07, 2008

Review

EVERGREY
“Torn”
[CD – SPV/Steamhammer/Recital]

Embora estejamos convictos de que os Evergrey são daquelas bandas incapazes de fazerem um mau álbum, a verdade é que “Monday Morning Apocalypse” acabou por revelar-se “insonso” e demasiado directo, comprometendo a dimensão obscura e épica que fez a banda ficar conhecida. Chegou-se a temer que a criatividade começasse a escassear, mas a banda defendeu-se dizendo que era a altura certa de experimentar outras formas de composição. Digamos que são males necessários na carreira de qualquer banda quando surge a necessidade de romper com os seus “pergaminhos” para se revitalizar e/ou regressar mais tarde às origens com nova motivação, embora estes exercícios sejam, na maior parte das vezes, mal compreendidos.

Ainda que o regresso “Torn” não sirva para nos fazer engolir esta teoria e esteja longe de superar álbuns magistrais como “Recreation Day” ou “The Inner Circle” é, contudo, um sinal de que a banda não quer repetir a experiência do seu último disco. Aliás, “Torn” consegue mesmo contrapor com elementos até agora não tão levados ao extremo como, por exemplo, o peso. Provavelmente, os riffs de “Fear” e “Still Walk Alone” são os mais pesados que o colectivo de Gotemburgo alguma vez compôs.

Sentimos este “Torn” como um esforço para saírem do “acidente” que foi “Monday Morning Apocalypse”, mas adivinha-se, analisando bem este disco, que será ainda num próximo trabalho que as coisas regressarão totalmente à normalidade… ou não. Uma questão relativa, pois faltará perceber se a mudança é temporária ou se a banda pretende mesmo seguir caminhos de composição mais directos, o que, no fundo, ainda é a sensação que “Torn” transmite. O que não deixa de gerar alguma “tensão” entre os fãs, mas também será sensato dizer-se que quem tem álbuns como “Recreation Day” e “The Inner Circle” no seu cardápio tem também o "fardo" pesado de ter uma multidão sempre à espera que a proeza se repita.

Porém, a verdade indiscutível é que os Evergrey nunca regrediram em termos de qualidade de forma preocupante. Como já se disse, a banda de Tom S. Englund parece não saber fazer maus temas. “Torn” vem novamente comprovar que os Evergrey são feitos de uma argamassa única que lhes permite apresentar uma consistência hercúlea. Aliviados, mas ainda assim não totalmente saciados, a legião de fãs dos Evergrey pode, entretanto, descansar, uma vez que “Torn” chega para garantir a continuidade destes suecos nas fileiras das bandas mais interessantes alguma vez geradas em território europeu. [8/10] N.C.

Estilo: Dark/Prog Metal

Discografia:
- “The Dark Discover” [CD 1998]
- “Solitude, Dominance, Tragedy” [CD 1999]
- “In Search Of Truth” [CD 2001]
- “Recreation Day” [CD 2003]
- “The Inner Circle” [CD 2004]
- “Monday Morning Apocalypse” [CD 2006]
- “Torn” [CD 2008]

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www.myspace.com/officialevergrey

Metallica - Novo single em Dezembro

Chama-se “Nightmare Long” o próximo single dos Metallica a lançar no dia 15 de Dezembro pela Vertigo/Universal. O tema é retirado do aclamado “Death Magnetic” e vem acompanhado de videoclip. Ainda numa versão especial para colecionadores, é possível ter acesso a três discos compostos por filmagens ao vivo entre outro material nunca antes editado. Entretanto, “Death Magnetic” continua a revelar-se um verdadeiro campeão de vendas. Com este os Metallica ultrapassam, inclusive, os recordes de The Beatles, U2 e Dave Matthews Band com cinco álbuns consecutivos a atingirem o primeiro lugar do The Billboard 200 Chart.