Depois da presença no X SWR Barroselas Metal Fest está confirmado o regresso dos holandeses Textures a Portugal, desta feita ao ressuscitado Festival Ilha do Ermal que decorrerá a 28, 29 e 30 de Agosto em Vieira do Minho. Em outras confirmações, vai-se alargando o contingente nacional do evento com as presenças dos ThanatoSchizO e Desire. Para além destes, estão confirmados nomes como Sepultura, Obituary, Ramp, One Man Army And The Undead Quartet, Hatesphere, Angra, Pestilence, Disbelief e Heavenwood. Este é ainda um aperitivo para um cartaz que promete 45 artistas em três dias. Os bilhetes estão disponíveis a partir da próxima sexta-feira [1 de Maio] a 45€ para os três dias com oferta de uma t-shirt oficial do festival [pré-venda], um valor promocional válido até 30 de Junho. Após esta data, o bilhete para os três dias custará 60€ e as t-shirts estarão disponíveis a 15€. Mais informações aqui. Wednesday, April 29, 2009
Festival Ilha do Ermal 2009 - Textures, Desire e ThanatoSchizO confirmados
Depois da presença no X SWR Barroselas Metal Fest está confirmado o regresso dos holandeses Textures a Portugal, desta feita ao ressuscitado Festival Ilha do Ermal que decorrerá a 28, 29 e 30 de Agosto em Vieira do Minho. Em outras confirmações, vai-se alargando o contingente nacional do evento com as presenças dos ThanatoSchizO e Desire. Para além destes, estão confirmados nomes como Sepultura, Obituary, Ramp, One Man Army And The Undead Quartet, Hatesphere, Angra, Pestilence, Disbelief e Heavenwood. Este é ainda um aperitivo para um cartaz que promete 45 artistas em três dias. Os bilhetes estão disponíveis a partir da próxima sexta-feira [1 de Maio] a 45€ para os três dias com oferta de uma t-shirt oficial do festival [pré-venda], um valor promocional válido até 30 de Junho. Após esta data, o bilhete para os três dias custará 60€ e as t-shirts estarão disponíveis a 15€. Mais informações aqui. Oppressive - Entrevista publicada no Metalicidio.com
Foi hoje publicada uma entrevista aos Oppressive, uma das bandas açorianas que marcarão presença no concerto de 6º aniversário da SounD(/)ZonE, no site local Metalicidio.com. Conheça mais um pouco de um dos protagonistas do evento aqui. Saturday, April 25, 2009
Jarboe - Em Portugal em Junho
A admirável e singular Jarboe desloca-se a Portugal no dia 15 de Junho para uma actuação no Santiago Alquimista, em Lisboa. Na bagagem a artista norte-americana, ex-Swans, traz o seu mais recente trabalho, “Mahakali”. Para um espectáculo que se adivinha marcante e cheio de excentricidades, a promotora do evento, a Prime Artists, confirma também a actuação da inglesa Rose Kemp. Rose é uma artista de 25 anos gerada na música folk mas que hoje em dia estende a sua sonoridade a campos como o Rock dos anos 70 [do prog mais obscuro até aos Black Sabbath], passando pelo doom e black metal, entre outros. Os bilhetes já estão disponíveis nos locais habituais a 15€ [venda antecipada] e 18€ [venda no dia]. O espectáculo tem início às 21h30. Headstone + Final Mercy - Em S.J. da Madeira em Maio
Os Headstone vão até S. J. da Madeira no dia 16 de Maio com o pretexto do promover o seu E.P. de estreia “Within The Dark” ao vivo. O lugar escolhido é o bar Art7menor. A primeira parte do espectáculo estará a cargo dos Final Mercy que promovem o E.P. “Insane Behavior”. O concerto começa às 17h30 e a entrada custa 3€.Devildriver - Homenagem aos vilões em Julho
Os Devildriver chegam ao seu quarto álbum no dia 14 de Julho pela Roadrunner Records. “Pray For Villains” fala do conceito do herói e do vilão, tendo todo o seu artwork baseado na figura da coruja, um animal com forte carga simbólica e mística em várias culturas contemporâneas e ancestrais. O coro do tema título bem o ilustra: “Eles rezam pelo Vilão quando os seus heróis os deixam ficar mal”. No olhar do seu líder, Dez Fafara, este disco aborda a situação do Vilão que salva o nosso dia, quando todo o resto falha e temos que virar os nossos olhos para o mauzão. Desta vez esquecemos o rapaz em forma que normalmente fala muito, reage devagar e carece de espírito e convicção. Para chegar ao simbolismo da coruja, Dez começou a recolher o animal e fez alguma pesquisa. O vocalista diz que “na Irlanda uma coruja que entre numa casa e não seja morta, conseguindo fugir, levará toda a sorte da mesma. Na Austrália, os aborígenes acreditam que os morcegos representam a alma dos homens e a coruja a das mulheres. Para os Aztecas, um dos seus Deuses maus usavam o símbolo de uma coruja na testa e na cultura celta, o animal é um símbolo do submundo”. Metal Blade Assault - Vídeo de tournée no Youtube
Está disponível no Youtube um vídeo com momentos intensos e muito divertidos da tournée Metal Blade Assault que decorreu recentemente no Reino Unido com os The Rotted, Malefice e Anterior. Ambas as bandas estão, neste momento, a promover novos álbuns, nomeadamente “Get Dead Or Die Trying” para os The Rotted, “Dawn Of Reprisal” para os Malefice e “This Age Of Silence” para os Anterior. Lay Down Rotten - Quinto studioblog disponível
Está já disponível no Youtube a quinta parte do diário de estúdio da gravação de “Gospel Of The Wretched”, o novo álbum dos Lay Down Rotten. Neste é possível ver a banda gravar alguns solos de guitarra. O quinto longa-duração da banda de death metal germânica foi gravado nos estúdios Desert Inn, na Alemanha, e misturado por Dan Swäno [Edge Of Sanity, Bloodbath] nos Unisound Studios, na Suécia. O disco conta com as participações especiais de três emblemáticos vocalistas de death metal, concretamente Martin Von Drunen [Hail Of Bullets, Asphyx, Pestilence], Marc Grewe [Morgoth] e o próprio Dan Swäno [ex-Bloodbath, Nightingale]. “Gospel Of The Wretched” chega aos escaparates entre 8 e 11 de Maio pela Metal Blade. Powerwolf - "Bible Of The Beast" na próxima segunda-feira
O terceiro disco dos romenos Powerwolf chega às lojas na próxima segunda-feira [dia 27 de Abril] com o título “Bible Of The Beast”. Numa edição da Metal Blade, o disco estará também disponível numa edição composta por um DVD bónus intitulado “The Wacken Worship – Live At Wacken Open Air 2008”, cujo o tema “We Take It From The Living” está disponível no Youtube. O disco foi composto em três meses de trabalho intensivo e registado em Novembro de 2008 nos estúdios Kohlekeller, na Alemanha, sendo misturado por Fredrik Nordström nos estúdios Fredman [In Flames, Hammerfall, Dimmu Borgir]. Neste álbum os Powerwolf concretizam o sonho de ter um grande coro presente nos seus temas, ficando este a ser consumado por 25 vozes do Musikhochschule des Saarlandes – um conservatório nacional de música clássica – presentes em oito dos temas de “Bible Of The Beast”. Friday, April 24, 2009
God Dethroned - Tema ao vivo online
O tema ao vivo “The Warcult” dos God Dethroned está disponível para escuta no Myspace da Metal Blade. O tema é retirado do CD bónus ao vivo, composto por nove temas e gravado em 2005, incluído na edição limitada do novo álbum do grupo holandês, “Passiondale”, já disponível pela Metal Blade na Europa Central e no resto da Europa a partir da próxima segunda-feira [27 de Abril]. The Black Dahlia Murder - Primeiro DVD em Maio
No dia 8 de Maio chega à Europa pela Metal Blade o primeiro DVD de sempre dos The Black Dahlia Murder com o título “Majesty”. Este registo é composto por três horas de filmagens incluindo entrevistas, actuações, videoclips e cenas de verdadeira loucura nos bastidores. Em relação a este último ponto, o vocalista Trevor Strnad reflecte: “O DVD dos Pantera serviu-nos de inspiração. É o único DVD de Metal que garante que o vejamos mais do que uma vez. Agora que o vi algumas vezes, fico com a semi-dolorosa impressão de que sou alcoólico”. Um widget sobre “Majesty” está disponível aqui. Goatwhore - Título e capa de novo álbum revelados
“Carving Out The Eyes Of God” é o título do quarto álbum de originais dos Goatwhore. O regresso aos discos da banda norte-americana de black metal está marcado para 19 de Junho na Europa com edição, pela segunda vez consecutiva, da Metal Blade. O sucessor de “A Haunting Curse”, de 2006, é composto por dez novos temas gravados por Erik Rutan nos Manna Studios, na Florida, e masterizados por Alan Douches nos estúdios West West Side. Recusando-se a seguir o cliché de dizer que este é o melhor álbum da banda até à data, o vocalista Ben Falgoust apenas refere que está muito satisfeito com a forma como as coisas se desenrolaram e se relacionam entre si e que não se importa com o que os críticos dizem. A capa de “Carving Out The Eyes Of God” também já foi revelada e pode ser vista aqui. Entrevista Exivious
Apesar de só agora se começar a ouvir falar do seu nome, esta espécie de alter-ego de Tymon Kruidenier é algo que “atormenta” o guitarrista holandês há cerca de doze anos. Contudo, interpretar esta voz interior foi um processo moroso e complexo e só depois de encontrar os companheiros certos para esta viagem, já em 2005, é que o actual guitarrista dos Cynic sentiu criadas as condições para expressar todo a sua independência criativa. O “Metal de Fusão”, como o guitarrista apelida a música da banda, é algo subexplorado e que aqui é abordado de uma forma muito pessoal, contando para isso com os créditos de Michel Nienhuis [guitarrista, ex-Sengaia], Robin Zielhorst [baixista, Cynic] e Stef Broks [baterista, Textures]. Uma enorme surpresa que descobrimos numa recente incursão pela internet e que justificou em pleno a conversa com dois dos seus membros.
Os Exivious são um projecto com 12 anos. Como fizeram para o manter em segredo durante esse tempo todo?
Tymon: Esta pergunta não requer uma resposta simples. Basicamente, sugeri um nome para a banda assim que agarrei na guitarra para tocar e isto é como que um sinónimo daquilo que tenho feito ao longo dos anos. Uma grande parte destes anos foi dedicada a encontrar a minha voz como compositor e guitarrista. Eu tinha a visão crua há muito tempo de como os Exivious deviam soar, mas não era nada muito concreto, antes apenas um feeling. Demorei algum tempo até estar apto a perceber esta visão. Contudo, dito tudo isto, os modernos Exivious que lançarão um álbum muito brevemente são realmente uma banda que começou em 2005. Foi nesta altura que a actual formação se juntou e nos tornámos a banda que somos hoje.
O vosso álbum de estreia, a editar independentemente a 11 de Maio, será composto por temas recentes já criados pela nova formação ou ainda poderemos ter acesso a trechos muito antigos que guardava no “baú”?
T: As suas composições foram escritas entre 2005 e 2008. Vamos poder ouvir algumas ideias mais antigas mas nada de substancial. Tentamos não escrever “copy/paste riffs”como costumamos ouvir em muita música progressiva, o que torna difícil usar ideias antigas em composições novas.
Entretanto, manter um projecto paralelo enquanto se tem uma banda tão exigente e requisitada como Cynic não deve ser nada fácil…
T: Todo o nosso material foi escrito antes do novo álbum dos Cynic estar concluído. De resto, as gravações decorreram nos tempos livres dos Cynic.
Encara os Exivious, efectivamente, como um projecto paralelo?
T: Não, de maneira nenhuma! Adoro tanto estar nos Exivious como nos Cynic; são a minha própria banda, o meu bebé. Isto significa muito para mim. Infelizmente, não podemos dedicar tanto tempo quanto desejávamos aos Exivious devido à preenchida agenda dos Cynic e dos Textures. Entretanto, assim que as coisas acalmarem um pouco gostaríamos imenso de tornar os Exivious na nossa prioridade e fazer uma digressão com eles, se pudéssemos tornar isso possível!
E se vos chamarem uma “banda-de-estrelas” como reagem?
T: [risos] Bom, ainda não vi essa descrição, felizmente. Somos apenas um grupo de holandeses normais.
Como fundador deste projecto, quais foram os requisitos que estabeleceu para escolher os músicos que agora o acompanham? Foi tudo uma questão de técnica, amizade ou ambos?T: É uma combinação de coisas, mas queria, sobretudo, que os músicos que ingressassem na banda percebessem a linguagem musical dos Exivious e como contribuir com ela. A técnica é necessária mas a criatividade e o estilo único de cada músico são características muito mais importantes.
Está certo quando diz que o Fusion Metal é algo subexplorado. Acha, por isso, que é uma mais-valia entrarem por um campo que ainda é virgem?
T: Eu penso que estamos a abordar um estilo que é novo. Existem muitas bandas que incorporaram, com sucesso, ideias Jazz/Fusão no Metal mas nunca vi estes dois estilos serem misturados como estamos a fazer.
Receia que o estilo se torne uma tendência?
T: Continuamos ainda por perceber o que resultará dessa mistura, embora pense que este estilo nunca se vá tornar verdadeiramente “grande” ou mainstream. Contudo, é bom ver o Metal mais técnico a regressar e, por aí, as pessoas poderão estar mais despertas para o nosso trabalho.
O facto de não terem assinado por nenhuma editora até agora é uma estratégia para preservarem a vossa independência criativa ou, afinal de contas, estão abertos a trabalhar com uma?
T: Foi uma decisão consciente a de não trabalharmos com uma estrutura editorial. Temos uma perspectiva de marketing bastante mais tradicional e ter o nosso CD à venda em todo o lado não encaixa realmente com o espírito da nossa música. Para além disso, nesta banda a independência criativa é uma exigência incondicional. Por exemplo, os custos de edição que as primeiras 1000 cópias do nosso primeiro álbum tem representam algo que uma editora nunca aprovaria devido aos elevados custos de produção.
Sempre trabalhou sob regimes editoriais com as suas outras bandas. Sente uma diferença muito grande entre ter e não ter uma editora estando no papel de compositor?
T: No fundo, nunca lidei directamente com editoras, mas sei como funcionam e a influência que podem ter. Penso que nunca conseguiria escrever música honesta com uma editora a "bafejar-me" junto ao pescoço e a tentar empurrar-me para este ou aquele estilo. Mas, dito isso, é preciso ter em conta que só as grandes editoras é que trabalham dessa forma. De qualquer maneira, estas não se interessariam por uma pequena banda como os Exivious.
Os Exivious criam música para músicos ou qualquer tipo de pessoa pode gostar do vosso som?T: Os Exivious criam música para si próprios! Acho que esta é a única maneira de sermos honestos com a nossa música. Posto isto, quem ouvirá ou gostará dela, não sei, mas espero que possamos alcançar a maior audiência possível, claro.
Colocam a hipótese de alguma vez adicionarem um vocalista à vossa formação?
T: Sim, colocamos. Não queremos fazer o mesmo álbum duas vezes. Portanto, se fizermos outro irá soar muito diferente e, provavelmente, terá vozes.
Compor sem vozes e letras torna mais difícil fazer com que a música, por si própria, transmita uma mensagem?
T: Sim e não. Penso que as letras são uma boa maneira para exprimirmos a nossa mensagem, mas não as tendo há vantagens também. A linguagem musical é universal e aberta a múltiplas interpretações, coisa que me agrada.
Neste momento, conhecemos apenas dois dos vossos temas. O que podemos esperar do resto do álbum?
T: Tudo entre estes dois temas e outros dois com um ambiente mais espacial chamados “All That Surrounds”, parte um e dois.
Falar de improvisação pode ser uma coisa muita subjectiva. Como podemos interpretar o improviso num tipo de música tão complexo? Ou seja, não teria que ser tudo muito bem pensado?
T: Basicamente, usamos um sistema em que certas partes das nossas composições estão abertas a improvisação. Estas partes são diferentes para todos nós. Por exemplo, muitos dos coros são tocados textualmente na guitarra enquanto os solos são completamente improvisados. Outras partes são parcialmente improvisadas, usando estruturas e ideias musicais, mas continuam abertas a diferentes interpretações a qualquer momento. A bateria muitas vezes tem um ritmo padrão mas toda a "decoração" e os preenchimentos são improvisados.
Continuam a ouvir Metal? Digo isto porque muitos virtuosos, principalmente os metaleiros que tocam este tipo música, chegam a um ponto em que só ouvem coisas como o Jazz.
T: Ouço Metal de vez em quando. Contudo, dou por mim principalmente a curtir o Metal que ouvia quando estava a crescer, o qual, normalmente, não era tão técnico e progressivo.
Michel: Há períodos em que oiço muito Metal e Hardcore e períodos em que praticamente não oiço nenhum deles. Ao contrário do Tymon, eu principalmente oiço bandas novas e lançamentos recentes de bandas que gosto. Estou sempre aberto a novas e grandes bandas que possam despontar.
Ambos são músicos graduados? O que aconselhariam aos putos que querem tornar-se profissionais no futuro? A formação é vital?T: Não acho que a formação seja essencial para se ser um músico bem sucedido. Existem muitos excelentes músicos e compositores para comprovar isso.
M: Certamente, não é essencial. O que pode ajudar é o ambiente de uma escola com muitos outros músicos e compositores. Acaba por ser um grande "caldeirão" de ideias e toda a gente pode inspirar-se uma na outra.
Continuam músicos muito empenhados na prática de exercícios, por exemplo?
T: De tempos a tempos tenho fases em que passo todo o tempo a tocar, a aprender novas coisas, etc. Eu não estabeleço um regime rígido de treino; já não faço isso há muito tempo. Fazia-o apenas nos meus primeiros anos como guitarrista.
M: Devia praticar mais do que aquilo que pratico actualmente, disso tenho a certeza. [risos] No caso dos Exivious, é muito importante manter-me em forma e tocar o mais eficiente e "limpo" possível. Isto requer treino, o que faço em casa.
Contudo, por mais que a teoria possa valer, tocar com alma é uma coisa que não se aprende…
T: No fundo, acho que se consegue chegar muito longe com isso. Aprender a estudar teoria pode apenas ajudar-nos a expandir os horizontes e abrir algumas possibilidades. E, claro, temos que manter em mente que isto é muito subjectivo em relação ao tipo de música que queremos tocar. No Metal, por exemplo, existem muitos músicos bem sucedidos que não sabem o mais básico que a teoria tem. Mas no que respeita a tocar música mais complexa em que existe improviso em termos de mudanças de acordes, eu diria que é essencial saber alguma teoria.
M: É difícil dizer se se consegue aprender a tocar com alma ou não, mas penso que sim. No pressuposto de conseguirmos transmitir o sentimento certo, temos que estar aptos a comunicar através do nosso instrumento e neste ponto estamos a falar de técnica, expressão, etc, que são coisas que podemos aprender. Mas tudo começa com a “esfera”, sentimentos e intenções que cada um tem. E quanto mais souberem de música, mais ferramentas terão para transmitir isso.
A banda mantendo-se sem uma estrutura editorial, arrisca-se a permanecer um dos segredos mais bem guardados do Metal moderno. Acham que a piada dos Exivious é manterem-se nos limites do underground?
T: Continuamos sem saber o nível comercial que bandas como nós podem atingir. Gostaríamos que a nossa música chegasse ao maior número de pessoas possível e é por isso que, em primeiro lugar, partilhamos a nossa música: para ser ouvida!
Está prestes a começar uma digressão com os Cynic ao lado dos Dragonforce, Daath e, mais tarde, Dream Theater. Expectativas?
T: Sim, é verdade, e estou muito entusiasmado acerca de tudo o que está acontecendo! Mal posso esperar pelo arranque da nossa próxima tournée – vai ser um estoiro!
Mantém outro projecto para além dos Exivious depois de ter abandonado os Sengaia?
M: Sim, estou sempre muito ocupado com diferentes tipos de projecto. Neste momento, estou numa banda de rock vanguardista chamada Esteam e fundada em Setembro de 2008. Também crio música com o meu amigo Joris Bonis que tem um talento extraordinário no que toca a desenvolver ideias com sons electrónicos. Ele programa os seus próprios trechos e controla-os com os comandos da Nintendo Wii. Neste caso, eu abordo a guitarra como um dispositivo electrónico com a qual é possível criar todo o tipo de sons esquisitos.
Para acabar, pedia-lhes que apelassem ao público para comprar o vosso álbum de estreia. Isto porque cada cópia se tratará de algo, literalmente, único, não é verdade?T: Como banda independente vamos mesmo precisar do vosso apoio. Prometemos que terão a acesso a algo especial ao encomendarem uma das 1000 cópias da edição limitada do nosso álbum de estreia. As reservas estão a correr muito bem, daí que gostaria de agradecer a todos os que depositaram confiança em nós ao encomendarem o álbum sem sequer antes o ouvirem!
M: Só posso concordar com o Tymon. Portanto, só quero acrescentar que estamos muito felizes por as pessoas nos apoiarem e gostarem do que estamos a fazer. Soa cliché, mas é verdade! A todos os que já reservaram o nosso disco, um muito obrigado!
Nuno Costa
9th Cell - Lançam EP amanhã
A partir de amanhã, dia 25 de Abril, está disponível o EP “Unlock” da one-man-band nacional 9th Cell através do seu Myspace. Esta edição online, contendo cinco temas, é um avanço para o seu álbum de estreia, “Point Blank Rage”, a editar no dia 2 de Julho. Dois destes temas contam com o convidado Zargo dos lisboetas Notribe. Echoes Of A Morbid Death - Nova edição em CD+DVD
O XII SWR - Barroselas Metal Fest é o local escolhido para os responsáveis pelo projecto “Echoes Of A Morbid Death”, CD tributo à icónica banda açoriana, lançarem uma nova edição do disco em formato CD+DVD. O DVD será composto por uma reportagem que inclui depoimentos das bandas que participaram no projecto e respectivas actuações aquando do lançamento do disco no passado dia 20 de Fevereiro. A ideia é assinada e compilada por Mário Santos e as imagens da autoria do site Acorestube.com. Posteriormente, esta edição estará disponível para os Açores. Morbid Death - SounD(/)ZonE apresenta Tour Report exclusiva
Aquela que será a quarta digressão pelo continente português na história do expoente máximo do Heavy Metal açoriano, os Morbid Death, terá honras de reportagem, na primeira pessoa, aqui na SounD(/)ZonE. Aqueles que não terão oportunidade de acompanhar a banda em Barroselas [1 de Maio], no Santiago Alquimista, em Lisboa [3 de Maio] e no Metalpoint, no Porto [5 de Maio] terá garantida aqui uma Tour Report assinada por Ricardo Santos [vocalista/baixista] que para além de prometer uma visão sobre os momentos vividos em palco, partilhará todos as peripécias da banda desde a partida de avião até ao seu regresso. Uma reportagem que a SounD(/)ZonE terá orgulho de apresentar em exclusivo. Daath - Entrevista sobre novo álbum online
Os death metallers progressivos Daath têm disponível desde a passada segunda-feira “The Concealers”, o seu novo álbum de originais, pela Century Media. O guitarrista Eyal Levi concedeu uma entrevista sobre o seu processo de concepção, onde fala também da nova formação da banda e das digressões que se avizinham, que pode ser acedida aqui. Durante o que resta de Abril e durante Maio, a banda de Atlanta estará em tournée pelos Estados Unidos com os Dragonforce e Cynic. Quanto à Europa estão apenas, para já, confirmadas as suas presenças nos festivais Summer Breeze, Party San Open Air e Bloodstock Open Air. Consulte todas as datas aqui. Earth Crisis - Novo disco nove anos depois
“To The Death”, o novo álbum dos veteranos hardcorers Earth Crisis, está já disponível em toda a Europa pela Century Media. Ao fim de nove anos, o grupo norte-americano está de volta aos discos de originais e as reacções da imprensa especializada não podiam ser mais entusiasmantes: “… este é um disco tecnicamente infalível e impiedoso que ignora a imagem de marca do metalcore e inclui uma mensagem longe dos clichés” [Rock Hard]; “… um álbum muito bom, muito pesado… bem-vindos de volta” [Metal Hammer]. “To The Death” foi produzido pela própria banda e as misturas e masterização ficaram a cargo de Tue Madsen [Sick Of It All, The Haunted]. A autoria do artwork é de Paul Romano [Mastodon, Godflesh]. Ao vivo, entre as inúmeras datas que a banda tem planeadas, um dos destaques vai para a sua presença no Hell On Earth Tour 2009.Thursday, April 23, 2009
Suicide Silence - Novo tema e novas datas disponíveis
Os norte-americanos Suicide Silence disponibilizaram recentemente no seu Myspace o tema “Lifted”, retirado do seu segundo álbum, “No Time To Bleed”, a lançar no dia 29 de Junho pela Century Media. Entretanto, a banda deu como efectiva a presença do baixista Dan Kenny [ex-Animosity] na formação do grupo, o qual vinha substituindo Mike Bodkins desde que abandonou a banda no final do ano passado. Em termos de actividades ao vivo, o grupo de death/grind/harcore confirma a sua presença no palco secundário do Download Festival no dia 14 de Junho. Até lá a banda vai cumprir a Music As A Weapon IV que decorre pelos Estados Unidos, encabeçando o segundo palco, onde também estão presentes os Spineshank, Bury Your Dead, Born Of Osiris e After The Burial. Ajude o Antero a Viver Melhor - Espectáculo de solidariedade hoje no Coliseu Micaelense
Hoje, 23 de Abril, pelas 21h00, o Coliseu Micaelense, em Ponta Delgada, acolhe o espectáculo de solidariedade “Ajude o Antero a Viver Melhor” que visa recolher fundos para o menino de dez anos, vítima de um atropelamento aos três que lhe retirou a mobilidade, deformou o rosto e nem lhe permite abrir os olhos, vir a receber tratamento no Children’s Hospital of Boston. Para isso ajudarão variadíssimos artistas açorianos a criar um espectáculo com uma forte carga emocional e simbólica, com produção de Pilar Silvestre, educadora de Antero, e que pede o apoio de todos. São eles o grupo de comédia “Fala Quem sabe”, Zeca Medeiros, Luís Alberto Bettencourt, Aníbal Raposo, André Jorge, Mike Ross e o Quarteto de Jazz, Ana Paula Andrade e o Coro do Conservatório de Ponta Delgada, Lino Cordeiro, Alfredo Gago da Câmara, Paulo Linhares, Piedade Rego Costa, Carlos Frazão, Lídia Medeiros, Maninho, Bora Lá Tocar, o Grupo “Música Nostra, Ginásio Corpore, Morbid Death, Quinteto Gimijolati e Manuel Moniz. Os bilhetes estão à venda no local do espectáculo a 5€ [individual] e 10€ [familiar, que engloba três bilhetes]. Para além deste espectáculo, já decorre uma campanha de recolha de fundos através de uma conta aberta no Banco Espírito Santo dos Açores. Os donativos deverão ser depositados no seguinte NIB: 016001000056730000198. Esta campanha tem o apoio do Correio dos Açores, Coliseu Micaelense, RTP e RDP-Açores, vindo a ter transmissão televisiva, em directo, no canal de serviço público regional.
Subscribe to:
Posts (Atom)

