“To The Death”, o novo álbum dos veteranos hardcorers Earth Crisis, está já disponível em toda a Europa pela Century Media. Ao fim de nove anos, o grupo norte-americano está de volta aos discos de originais e as reacções da imprensa especializada não podiam ser mais entusiasmantes: “… este é um disco tecnicamente infalível e impiedoso que ignora a imagem de marca do metalcore e inclui uma mensagem longe dos clichés” [Rock Hard]; “… um álbum muito bom, muito pesado… bem-vindos de volta” [Metal Hammer]. “To The Death” foi produzido pela própria banda e as misturas e masterização ficaram a cargo de Tue Madsen [Sick Of It All, The Haunted]. A autoria do artwork é de Paul Romano [Mastodon, Godflesh]. Ao vivo, entre as inúmeras datas que a banda tem planeadas, um dos destaques vai para a sua presença no Hell On Earth Tour 2009.Friday, April 24, 2009
Earth Crisis - Novo disco nove anos depois
“To The Death”, o novo álbum dos veteranos hardcorers Earth Crisis, está já disponível em toda a Europa pela Century Media. Ao fim de nove anos, o grupo norte-americano está de volta aos discos de originais e as reacções da imprensa especializada não podiam ser mais entusiasmantes: “… este é um disco tecnicamente infalível e impiedoso que ignora a imagem de marca do metalcore e inclui uma mensagem longe dos clichés” [Rock Hard]; “… um álbum muito bom, muito pesado… bem-vindos de volta” [Metal Hammer]. “To The Death” foi produzido pela própria banda e as misturas e masterização ficaram a cargo de Tue Madsen [Sick Of It All, The Haunted]. A autoria do artwork é de Paul Romano [Mastodon, Godflesh]. Ao vivo, entre as inúmeras datas que a banda tem planeadas, um dos destaques vai para a sua presença no Hell On Earth Tour 2009.Thursday, April 23, 2009
Suicide Silence - Novo tema e novas datas disponíveis
Os norte-americanos Suicide Silence disponibilizaram recentemente no seu Myspace o tema “Lifted”, retirado do seu segundo álbum, “No Time To Bleed”, a lançar no dia 29 de Junho pela Century Media. Entretanto, a banda deu como efectiva a presença do baixista Dan Kenny [ex-Animosity] na formação do grupo, o qual vinha substituindo Mike Bodkins desde que abandonou a banda no final do ano passado. Em termos de actividades ao vivo, o grupo de death/grind/harcore confirma a sua presença no palco secundário do Download Festival no dia 14 de Junho. Até lá a banda vai cumprir a Music As A Weapon IV que decorre pelos Estados Unidos, encabeçando o segundo palco, onde também estão presentes os Spineshank, Bury Your Dead, Born Of Osiris e After The Burial. Ajude o Antero a Viver Melhor - Espectáculo de solidariedade hoje no Coliseu Micaelense
Hoje, 23 de Abril, pelas 21h00, o Coliseu Micaelense, em Ponta Delgada, acolhe o espectáculo de solidariedade “Ajude o Antero a Viver Melhor” que visa recolher fundos para o menino de dez anos, vítima de um atropelamento aos três que lhe retirou a mobilidade, deformou o rosto e nem lhe permite abrir os olhos, vir a receber tratamento no Children’s Hospital of Boston. Para isso ajudarão variadíssimos artistas açorianos a criar um espectáculo com uma forte carga emocional e simbólica, com produção de Pilar Silvestre, educadora de Antero, e que pede o apoio de todos. São eles o grupo de comédia “Fala Quem sabe”, Zeca Medeiros, Luís Alberto Bettencourt, Aníbal Raposo, André Jorge, Mike Ross e o Quarteto de Jazz, Ana Paula Andrade e o Coro do Conservatório de Ponta Delgada, Lino Cordeiro, Alfredo Gago da Câmara, Paulo Linhares, Piedade Rego Costa, Carlos Frazão, Lídia Medeiros, Maninho, Bora Lá Tocar, o Grupo “Música Nostra, Ginásio Corpore, Morbid Death, Quinteto Gimijolati e Manuel Moniz. Os bilhetes estão à venda no local do espectáculo a 5€ [individual] e 10€ [familiar, que engloba três bilhetes]. Para além deste espectáculo, já decorre uma campanha de recolha de fundos através de uma conta aberta no Banco Espírito Santo dos Açores. Os donativos deverão ser depositados no seguinte NIB: 016001000056730000198. Esta campanha tem o apoio do Correio dos Açores, Coliseu Micaelense, RTP e RDP-Açores, vindo a ter transmissão televisiva, em directo, no canal de serviço público regional. Why Angels Fall + Mourning Lenore + Karbonsoul - Melancolia invade amanhã Transmission
Amanhã, dia 24 de Abril, o doom/gótico estará em destaque no Transmission Club, em Lisboa, pelas actuações dos Karbonsoul, Mourning Lenore e Why Angels Fall. As temperaturas subirão a partir das 21h00 e as entradas custarão 5€. Bonded By Blood - Digressão europeia com paragem em Portugal
Os thrashers californianos Bonded By Blood anunciaram uma digressão europeia completa entre 13 de Maio e 20 de Junho com os Fueled By Fire e Suicidal Angels. Esta tournée contempla uma data em Portugal no dia 9 de Junho na Junta de Freguesia de Panoias. Antes desta digressão, a banda já havia anunciado uma sequência de quatro datas no Reino Unido com os colegas de editora Cauldron. Os Bonded By Blood promovem neste momento “Feed The Beast” já disponível pela Earache Records. Review
MIND ODYSSEY
“Time To Change It”
“Time To Change It”
[CD – Napalm Records / Recital]
Dados como extintos seis anos depois da sua formação, corria o ano de 1999, altura em que Victor Smolski se junta ao colosso germânico Rage, as peripécias de uma nova odisseia musical tomam de novo lugar num novo trabalho dos Mind Odyssey que muitos provavelmente não esperariam nesta altura do campeonato. Para alguns a existência deste colectivo pode ser completamente irrelevante já que nunca chegou a atingir um sucesso extraordinário, mas para outros, a forma progressiva como o grupo começou delinear o seu som, nomeadamente na despedida “Signs”, deixou um grande amargo de boca aquando da sua separação.Este trio germânico, fortemente suportado pelo talento de Smolski e do vocalista e fundador Mario LeMole traz, no fundo, para o século XXI uma sonoridade heavy tradicional de espasmos progressivos adaptada por um peso e produções modernas. Em primeira instância é o peso das guitarras que sobressai como uma das principais diferenças para os Mind Odyssey de hoje em dia, atingindo proporções “meshuggahdas” em “Final Fight” no qual, dá a impressão, usaram uma guitarra de oito cortas para gravar. Ao longo do disco percebemos também que a banda está muito mais profícua na criação de canções e o groove é agora um elemento muito mais em foco em detrimento da típica velocidade do Power Metal que assumiam no início da sua carreira. LeMole também está agora muito mais sóbrio e controlado, abandonando o registo agudo que, de certa forma, o tornava num vocalista mais comum. Sendo que a banda também já não esconde a sua sedução pelo metal progressivo, embora sem obsessões, a técnica é um meio importante para dar magnitude a este álbum. Smolski, aqui também, superiormente, ao piano, confronta-se não raras vezes com a guitarra naquele despique pergunta-resposta entre instrumentos solistas típico neste género musical mas que, quando bem feito, chega sempre para nos fazer vibrar.
Embora “Time To Change It” não venha servir de tábua de salvação para um grupo que pelo seu tempo de existência e talento presente nas suas fileiras já devia estar noutro patamar de reconhecimento, não é, porém, um mau registo dentro da sua discografia e pode surpreender quem gosta de Heavy Metal melódico, com forte carga rítmica, progressiva e um cheirinho a escola antiga. [6/10] N.C.
Estilo: Heavy Metal Progressivo
Discografia:
- “Keep It All Turning” [CD 1993]
- “Schizophenia” [CD 1995]
- “Nailed To The Shade” [CD 1999]
- “Time To Change It” [CD 2009]
Adamantine + Autopsya + Negative Ground - Em Maio no Transmission Bar
Com a chancela da Floyd Records decorre no dia 8 de Maio, no Transmission Bar [Cais do Sodré], um concerto com os Adamantine, Autopsya e Negative Ground. O arranque das hostilidades é às 21h00 e o acesso custa 5€. Anonymous Souls - Ao vivo amanhã em Fiães
Os Anonymous Souls actuam amanhã [24 de Abril] na Escola Secundária Fiães em mais uma data integrada na sua “Agony Tour”. A primeira parte do espectáculo ficará a cargo dos Palvray e 100 Station. Entretanto, a banda já está confirmada para a próxima edição do Gaia em Peso, a decorrer a 31 de Outubro em Vila Nova de Gaia.The Agonist - Novo videoclip disponível
“And Their Eulogies Sang Me To Sleep” é o novo videoclip da banda de metalcore canadiana The Agonist. O tema é retirado do seu mais recente álbum, “Lullabies For The Dormant Mind”, lançado a 10 de Março pela Century Media. Veja o vídeo aqui. Dying Fetus - Novo álbum em Setembro
Os Dying Fetus estão em estúdio a preparar o sucessor de “War Of Attrition” de 2007. Ainda sem título, o sétimo álbum da carreira dos death metallers de Maryland está a ser gravado nos Wright Way Studios, em Baltimore, com o produtor Steve Wright. O guitarrista e fundador do grupo, John Gallagher, afirma que a banda nunca empenhou tanto tempo e energia ao escrever um trabalho como este que agora gravam. O músico promete também “o mais brutal álbum dos Dying Fetus de sempre”. O novo trabalho do grupo tem edição prevista para Setembro de 2009 pela Relapse Records.XXII Semana Académica da UAC - Sugestões de peso
A XXII Semana Académica da Universidade dos Açores, a decorrer entre 1 e 9 de Maio em Ponta Delgada, traz como sugestões orientadas para o Rock e Metal os Crossfaith e Summoned Hell no dia 4, os Rock’N’Kovers no dia 5 e os Fonzie no dia 8. A comemoração estudantil decorre no Complexo Desportivo do Santa Clara. Os bilhetes variam entre os seis e os oito euros, conforme seja ou não universitário. Demon Dagger + Angriff + Endamage + Assassinner - Esta sexta na ACT
Os Assassinner, Endamage, Angriff e Demon Dagger perfazem um sugestivo cartaz a tomar cor no palco da discoteca ACT nas Termas, S. Pedro do Sul, no dia 24 de Abril, a partir das 22h00. A entrada custa 3€. Falling Dusk - Ao vivo na FNAC Chiado
Os Falling Dusk, projecto liderado pelo também guitarrista dos Profusions, André Prista, actuam no dia 25 de Abril na FNAC do Chiado pelas 19h00. O grupo promove neste momento o seu álbum de estreia, intitulado “Vitta”. Metal GDL Warm Up - Em Maio
A sessão Warm Up do festival Metal GDL tem lugar no dia 15 de Maio no Side B Club, em Benavente, com os préstimos dos Smash Skulls, Demon Dagger, Seven Stitches e WAKO. O início é às 21h30 e o bilhete custa 5€. Esta será também uma oportunidade de ganhar bilhetes e t-shirts do festival a sortear, para além de que estarão disponíveis bilhetes para os dois dias do festival ao preço de pré-venda, 15€. O festival Metal GDL decorre este ano a 5 e 6 de Junho em Grândola, com destaques como Benighted [Fra], Kronos [Fra], Cillice [Hol], Haemophabia [Esp], Nervecell [Dub], Pitch Black, Switchtense, entre outros. Incoming Chaos - A segunda vida dos Ode Odium
Os Incoming Chaos são uma nova encarnação dos extintos Ode Odium cuja sonoridade move-se pelos campos do Metal melódico e progressivo. A sua formação é composta por Mena nas vozes, P.C. na guitarra, L.S. no baixo, V.G. nos teclados e V.mal na bateria. A banda já tem agendadas algumas datas, estando elas marcadas para 30 de Maio no Metal Point, no Porto, 10 de Julho no Transmission Club, em Lisboa, e a 1 e 28 de Novembro no festival Gaia em Peso e em Chã das Eiras, em Braga e no Porto, respectivamente. Entretanto, a banda já teve tempo de unir esforços com a Silv3r Management com quem devem ser tratados todos os assuntos da banda. Neonírico - Novo álbum à venda
“Renaissance” é o primeiro álbum dos nacionais Neonírico, anteriormente conhecidos como The SymphOnyx, e está disponível para venda no site oficial da banda, bem como o seu primeiro single e t-shirts, em vários pacotes promocionais. Este trabalho é composto por 12 temas de Heavy Metal melódico e sinfónico, na linha do que a banda vinha fazendo com a sua anterior designação. Consulte os preços aqui. Eryn Non Dae - Teaser de novo álbum online
Um teaser de estúdio das gravações de “Hydra Lernaia” está disponível no Myspace dos Eryn Non Dae. A extremista e excêntrica banda francesa, muitas vezes comparada aos conterrâneos Gojira, farão a sua estreia pela Metal Blade entre 19 e 22 de Junho na Europa. Wednesday, April 22, 2009
Cattle Decapitation - Com novo videoclip
Os death/grinders norte-americanos Cattle Decapitation têm já disponível um novo videoclip, neste caso, para o tema “Regret & The Grave” retirado do seu mais recente álbum, “The Harvest Floor”, lançado em Janeiro passado pela Metal Blade Records. Pode ver o vídeo aqui. Molotov Solution - Dois novos temas online
De Las Vegas, os deathcorers Molotov Solution disponibilizaram dois novos temas no seu Myspace retirados do seu segundo álbum, “The Harbinger”, a lançar no dia 5 de Junho pela Metal Blade. Em questão “Living Proof” e “The Harbinger”, que são acompanhados neste trabalho por mais nove temas gravados por Tim Lambesis [As I Lay Dying], Daniel Castleman e Kelly Cairns nos Lambesis Studios [Sworn Enemy, Impending Doom, War Of Ages] em San Diego, na Califórnia. A masterização ficou a cargo de Alan Douches nos West West Side Music Studios [Shadows Fall, God Forbid, The Acacia Strain]. A banda já apontou este trabalho como sendo mais cuidado em termos estruturais e mais versátil no que toca a estados de espírito de tema para tema, ainda que o considerem como “a colecção de temas mais pesada” que alguma vez criaram. God Dethroned - Novo álbum para escuta no Myspace
Os mais ansiosos pelo lançamento de “Passiondale”, o novo álbum dos holandeses God Dethroned, podem escutá-lo, na íntegra, no Myspace da banda até ao dia do seu lançamento, entre 24 e 27 de Abril. Para além da versão normal, este trabalho terá uma edição dupla em digipack, incluindo um CD bónus com nove temas gravados ao vivo em 2005, e vinil limitada a 666 cópias. Faithfull - Abrem Russ Ballard
Os nacionais Faithfull, banda do ex-Evidence Sérgio Sabino, actuam na primeira parte do espectáculo do artista de hard/pop rock britânico Russ Ballard no dia 26 de Junho no Campo Pequeno, em Lisboa, pelas 21h00. Under E'ventos - Excursões ao SWR e WOA
A Under E’ventos está a organizar excursões para o XII SWR – Barroselas Metal Fest e Wacken Open Air 2009 com partida de Lisboa. O valor do pacote bilhete mais viagem está fixado nos 91€, no primeiro caso, e 305€, no segundo. Mais informação aqui. Gwydion - Digressão europeia em Agosto
Os viking metallers nacionais Gwydion ingressam numa nova digressão europeia entre os dias 14 e 30 de Agosto ao lado dos suecos Shining, dos alemães Finterfrost e dos romenos Ashaena. Com o epíteto de “Destroying Europe”, a tournée contemplará datas na Alemanha, Polónia, Roménia, Bulgária, Grécia, Hungria, Sérvia, Itália, França, Croácia e Eslovénia. Entretanto, o colectivo de Lisboa assinou contracto com a agência romena Metal Maniac para representação em todo o mundo, excepto nos Estados Unidos. Informação detalhada sobre a tournée aqui. Tuesday, April 21, 2009
VI Aniversário SounD(/)ZonE - Switchtense em estreia nos Açores
Os moitenses Switchtense são os cabeças-de-cartaz do espectáculo de sexto aniversário da SounD(/)ZonE que decorrerá a 16 de Maio no bar Baía dos Anjos, nas Portas do Mar [Ponta Delgada]. Este momento vem encontrar um grupo numa fase de clara ascensão graças ao álbum de estreia "Confrontation Of Souls", editado em Fevereiro passado pela Rastilho Records e que tem reunido rasgados elogios de toda a imprensa especializada, sendo já considerado um dos álbuns do ano no que toca a Heavy Metal em Portugal. A sua estreia em solo açoriano será acompanhada pelas actuações dos locais Stampkase e Oppressive. Outra das actividades que ajudarão a abrilhantar esta efeméride é a exposição digital "Cosmogenia Urbana" que dará oportunidade a vários artistas gráficos regionais ligados a culturas urbanas de terem uma merecida "janela" para o seu portfólio. O espectáculo está marcado para as 22h30 e a entrada é gratuita. Friday, April 17, 2009
Entrevista Rumpelstiltskin Grinder
BALBÚRDIA NO SINDICATOCom um excêntrico nome, muita atitude e metal nas veias, chega-nos da Filadélfia este quarteto com um segundo álbum que embebe na perfeição os nossos sentidos numa realidade old school. Thrash crossover de “aço”, capaz ainda de abranger algum experimentalismo e vertentes mais extremas como o Black ou o Death Metal é o que podemos esperar do intenso “Living For Death, Destroying The Rest”. O que não faltará também é muito humor negro, o que aliás está bem patente na conversa que tivemos com Shawn Riley, vocalista e baixista.
Confesso que não consegui evitar rir quando li o título do vosso álbum ao vivo – “Raped By Bears!
Esperamos vir a escrever um tema com esse título no futuro, mas isso talvez ainda demore uns dez anos.
O urso é um animal viril mas começa a ganhar uma imagem um pouco gay quando trata de comer muito mel e a ter aquela postura ternurenta de peluche, etc. [risos]
Os ursos tornam-se gays quando comem mel? Isso é fixe. [risos] Eu gosto quando eles atacam pessoas. Nos circos russos dão-se opiáceos aos ursos e prendem-se-lhes as patas com grampos às bicicletas, fazendo-os andar sob chicotadas. Preciso de ver se continuam a fazer isso por lá.
Quem são as maiores vítimas dos ursos? Vocês?
Não, mas sim, na sua maioria, homossexuais e ciganos. Na capa de “Raped By Bears” verão um dos temíveis ciganos a ser mutilado e violado por um enorme Kodiak Grizzly. Só conseguem encontrar uma dessas monstruosidades no centro dos Estados Unidos, no Canadá e Alaska. Portanto, eu mantenho-me afastado dessas zonas.
Falando um pouco da vossa atitude como músicos, sei que preservam muito a vossa honestidade e integridade. Daí que se sintam altamente indignados pela maneira supostamente falsa como as pessoas consomem música diariamente. “Franjas ao lado coladas à testa” são algo que lhe causa vómitos?
Sim, embrulha-me. Penso que se estejam a referir àquilo que chamamos corte de cabelo à “Emo”. Eu penso que muitos putos estão a aderir a esta tendência por causa do filme “Twilight” e por causa de bandas como Fall Out Boy e outras parecidas.
Acha que o Metal afastou-se dos seus limites desde os dias em que se queimavam igrejas e “comiam cérebros”? Deixe-me dizer-lhe que o Varg Vikernes está prestes a sair da prisão. Alguma esperança nele?Bom, nós mijamos em Igrejas às vezes, mas não passa disso. Se queimássemos as Igrejas todas ficaríamos sem nenhuma para nos divertirmos! [risos] Aposto que quando o Varg for libertado vai encetar um regresso medíocre com um qualquer álbum lento de black metal. Algumas das melhores bandas de black metal como os Satyricon estão a fazer música mais lenta, o que é totalmente aborrecido. É isso mesmo que disse: os Satyricon hoje em dia enjoam.
Costumam gozar com o vosso próprio “cadastro”. Que tipo de crimes têm cometido ultimamente?
Às vezes quando vou a uma loja roubo um ovo cozido ou uma pimenta. Se me estou a sentir especialmente ignóbil sou capaz de roubar umas salsichas, algumas ervas frescas ou frutos. [risos]
Não temem que Deus vos castigue por isso?
Não, não tenho medo. Eu vou para a Igreja e como as “bolachas” de Jesus. Desta maneira eu posso fazer o que quiser que depois vou pedir perdão todos os domingos. [risos] Às vezes eu toco nos putos inadequadamente na Igreja, mas é fixe porque eu só me poderei arrepender na próxima vez que for lá.
E os media têm sido muito cruéis com o vosso último álbum?
Bom, sempre haverão paneleiros. Todos os que disserem que o nosso álbum não presta ou não o ouviu mais de 30 segundos ou são apenas snobs que só ficam impressionados com o cume da técnica e do virtuosismo. Que se lixem estes gajos.
As vossas capas sempre tiveram aquele aspecto de banda-desenhada. Porquê?
Boa pergunta, porque nós nem lemos banda-desenhada. Apenas gostamos de coisas espectaculares e é isso que depois mostramos. Esta seria uma perguntam mais adequada ao Mike Hrubovcak, o autor das capas dos nossos dois álbuns, do nosso logotipo e do nosso website. Demos-lhe uma ideia básica do que queríamos e o resto foi com ele.
Rumpelstiltskin será o duende que aparece na capa do vosso primeiro álbum?
Eu penso que sim. Será ele? É um gajo que rouba bebés! [risos]
E podemos dizer que o monstro de um olho só que aparece na capa de “Living For Death, Destroying The Rest” é um Bush sem máscara a reclamar, frustrado, pelo seu trono novamente?
Existem semelhanças, mas na realidade é apenas um Cyclop fulo. Ele comanda legiões subterrâneas de oficiais e duendes guerreiros.
Quanto à banda, sente-se bem por funcionar agora só com quatro elementos? O Eli perdeu o entusiasmo que tinha pelo “sindicato secreto”?
Sim, é mais fácil sermos apenas quatro elementos na banda. Contudo, todos nós escrevemos música, portanto, continua complicado mesmo só com quatro pessoas. Se pudesses testemunhar o quão atrasados e difíceis de lidar nós somos, perceberias porque o Eli deixou a banda. Estou a brincar! Agora a sério: ele deixou, realmente, de ter tempo para a banda.
Sabe se ele tem planos para continuar com outro projecto?
Sim, ele canta nos XXX Maniak neste momento. Violado por um atrasado mental! [risos]
Ainda costumam bloquear durante a composição? Ou seja, vocês parecem-me tão descontraídos que isso soa-me impossível de acontecer…
Realmente não costuma acontecer. Eu anoto tudo o que toco mesmo que seja a ideia mais estúpida de sempre. Mas isso mantém as ideias a fluir.
Perseguiram algum objectivo em especial com “Living For Death, Destroying The Rest”?
Os nossos objectivos eram matar, matar e matar. Sem dúvida, atingimo-los! [risos] O nosso objectivo principal era nunca ter partes nas nossas músicas que estivessem lá apenas para encher. Cada segundo de cada uma das nossas músicas é 100% necessária.
Neste disco não há tanto espaço a melodia como no seu antecessor. Sentem-se mais revoltados que nunca?
Hmmm, sim, com certeza. Contudo, ainda existe alguma melodia em temas como “Sewers Of Doom”.
Qual é a formula para se compor e fazer parte dos Rumpelstiltskin Grinder? Algumas cervejas e ver documentários sobre teorias da conspiração?
Talvez o Matt veja documentários sobre conspirações. Quanto a mim eu rio-me deles, não lhes dedico tempo do meu dia-a-dia. Apenas bebemos milhares de cervejas, mas acho que somos mais inspirados por jogos de vídeo e filmes de comédia e acção do que propriamente livros de banda-desenhada. Também nos inspiramos noutros tipos de música e em livros sobre assuntos esquisitos.
As vossas letras são sempre muito divertidas. Podia eleger a sua preferida e explicar do que fala?
“Spyborg” tem provavelmente o conceito mais “fora desse mundo” do nosso repertório. O Spyborg nasce num cemitério criado por um fantasma moribundo. O fantasma põe ao contrário as pernas do Spyborg, porque está prestes a morrer, e é só isso que o fantasma tem tempo de fazer. Isto é algo como o que acontece em “Eduardo Mãos de Tesoura” no qual o seu criador improvisa umas mãos à sua criatura com tesouras quando está prestes a morrer. Muito esquisito não? [risos] Mas não é tudo. Os Sindicatos Laranja e Negro dos Rumpelstiltskin Grinder, também conhecidos como Best Dudes Ever [B.D.E.], adquirem o Spyborg e mandam-no numa missão de espionagem para o futuro. A intenção é a dele arranjar informação sobre os nossos inimigos para que possamos antecipar a sua estratégia. Quando descobrimos que o nosso Spyborg foi descoberto pelo inimigo, demos-lhe ordem para matar tudo o que tivesse à sua vista. Missão falhada! [risos]
Deduzo que a vossa mais recente tournée tenham proporcionado muitos episódios dignos de registo. Para terminar, pedia-lhe que nos contasse alguns.
Conhecemos o pequeno Richard, a nossa carrinha avariou duas vezes, eu cai por um buraco e alguns putos roubaram a minha carteira, o carro do Ryan avariou em frente à casa do Mario Andretti [o famoso piloto de corridas], etc. Enfim, eu podia ficar o dia todo a contar episódios que nos aconteceram.
Não temem que Deus vos castigue por isso?
Não, não tenho medo. Eu vou para a Igreja e como as “bolachas” de Jesus. Desta maneira eu posso fazer o que quiser que depois vou pedir perdão todos os domingos. [risos] Às vezes eu toco nos putos inadequadamente na Igreja, mas é fixe porque eu só me poderei arrepender na próxima vez que for lá.
E os media têm sido muito cruéis com o vosso último álbum?
Bom, sempre haverão paneleiros. Todos os que disserem que o nosso álbum não presta ou não o ouviu mais de 30 segundos ou são apenas snobs que só ficam impressionados com o cume da técnica e do virtuosismo. Que se lixem estes gajos.
As vossas capas sempre tiveram aquele aspecto de banda-desenhada. Porquê?
Boa pergunta, porque nós nem lemos banda-desenhada. Apenas gostamos de coisas espectaculares e é isso que depois mostramos. Esta seria uma perguntam mais adequada ao Mike Hrubovcak, o autor das capas dos nossos dois álbuns, do nosso logotipo e do nosso website. Demos-lhe uma ideia básica do que queríamos e o resto foi com ele.
Rumpelstiltskin será o duende que aparece na capa do vosso primeiro álbum?
Eu penso que sim. Será ele? É um gajo que rouba bebés! [risos]
E podemos dizer que o monstro de um olho só que aparece na capa de “Living For Death, Destroying The Rest” é um Bush sem máscara a reclamar, frustrado, pelo seu trono novamente?
Existem semelhanças, mas na realidade é apenas um Cyclop fulo. Ele comanda legiões subterrâneas de oficiais e duendes guerreiros.
Quanto à banda, sente-se bem por funcionar agora só com quatro elementos? O Eli perdeu o entusiasmo que tinha pelo “sindicato secreto”?Sim, é mais fácil sermos apenas quatro elementos na banda. Contudo, todos nós escrevemos música, portanto, continua complicado mesmo só com quatro pessoas. Se pudesses testemunhar o quão atrasados e difíceis de lidar nós somos, perceberias porque o Eli deixou a banda. Estou a brincar! Agora a sério: ele deixou, realmente, de ter tempo para a banda.
Sabe se ele tem planos para continuar com outro projecto?
Sim, ele canta nos XXX Maniak neste momento. Violado por um atrasado mental! [risos]
Ainda costumam bloquear durante a composição? Ou seja, vocês parecem-me tão descontraídos que isso soa-me impossível de acontecer…
Realmente não costuma acontecer. Eu anoto tudo o que toco mesmo que seja a ideia mais estúpida de sempre. Mas isso mantém as ideias a fluir.
Perseguiram algum objectivo em especial com “Living For Death, Destroying The Rest”?
Os nossos objectivos eram matar, matar e matar. Sem dúvida, atingimo-los! [risos] O nosso objectivo principal era nunca ter partes nas nossas músicas que estivessem lá apenas para encher. Cada segundo de cada uma das nossas músicas é 100% necessária.
Neste disco não há tanto espaço a melodia como no seu antecessor. Sentem-se mais revoltados que nunca?
Hmmm, sim, com certeza. Contudo, ainda existe alguma melodia em temas como “Sewers Of Doom”.
Qual é a formula para se compor e fazer parte dos Rumpelstiltskin Grinder? Algumas cervejas e ver documentários sobre teorias da conspiração?
Talvez o Matt veja documentários sobre conspirações. Quanto a mim eu rio-me deles, não lhes dedico tempo do meu dia-a-dia. Apenas bebemos milhares de cervejas, mas acho que somos mais inspirados por jogos de vídeo e filmes de comédia e acção do que propriamente livros de banda-desenhada. Também nos inspiramos noutros tipos de música e em livros sobre assuntos esquisitos.
As vossas letras são sempre muito divertidas. Podia eleger a sua preferida e explicar do que fala?“Spyborg” tem provavelmente o conceito mais “fora desse mundo” do nosso repertório. O Spyborg nasce num cemitério criado por um fantasma moribundo. O fantasma põe ao contrário as pernas do Spyborg, porque está prestes a morrer, e é só isso que o fantasma tem tempo de fazer. Isto é algo como o que acontece em “Eduardo Mãos de Tesoura” no qual o seu criador improvisa umas mãos à sua criatura com tesouras quando está prestes a morrer. Muito esquisito não? [risos] Mas não é tudo. Os Sindicatos Laranja e Negro dos Rumpelstiltskin Grinder, também conhecidos como Best Dudes Ever [B.D.E.], adquirem o Spyborg e mandam-no numa missão de espionagem para o futuro. A intenção é a dele arranjar informação sobre os nossos inimigos para que possamos antecipar a sua estratégia. Quando descobrimos que o nosso Spyborg foi descoberto pelo inimigo, demos-lhe ordem para matar tudo o que tivesse à sua vista. Missão falhada! [risos]
Deduzo que a vossa mais recente tournée tenham proporcionado muitos episódios dignos de registo. Para terminar, pedia-lhe que nos contasse alguns.
Conhecemos o pequeno Richard, a nossa carrinha avariou duas vezes, eu cai por um buraco e alguns putos roubaram a minha carteira, o carro do Ryan avariou em frente à casa do Mario Andretti [o famoso piloto de corridas], etc. Enfim, eu podia ficar o dia todo a contar episódios que nos aconteceram.
Nuno Costa
Thursday, April 16, 2009
XII SWR Barroselas Metalfest - Cartaz fechado
Grog, Echidna e We Are The Damned são os nomes que fecham o cartaz do XII SWR – Barroselas Metalfest que decorrerá entre 30 de Abril e 2 de Maio. Uma última nota vai para o concerto acústico que os austríacos Dornenreich farão a partir das 22h00 do dia 29 de Abril junto ao parque de campismo do festival. A entrada é livre. Esta é uma forma especial e diferente de marcar o arranque do festival e muito adequada face à nova identidade que o colectivo assumiu no seu último álbum, “In Luft Geritzt”. VI Aniversário SounD(/)ZonE - Stampkase e Oppressive confirmados
Completos os seis anos de existência, a SounD(/)ZonE terá oportunidade de comemorar o acontecimento com um espectáculo no dia 16 de Maio no bar Baía dos Anjos nas Portas do Mar, em Ponta Delgada. Duas das bandas presentes serão os locais Stampkase e Oppressive. Brevemente, será anunciado o cabeça-de-cartaz que se deslocará do continente. Wednesday, April 15, 2009
Review
PITCH BLACK
“Hate Division”
[CD – Recital Records]
Uma verdadeira instituição do thrash metal nacional; um dos mais experientes e respeitados projectos concebidos “entre-portas”; os Pitch Black estão de volta, com o já habitual atraso entre gravações e edições mas a espera prova-se, mais uma vez, completamente válida. Aliás, dentro do que um dito movimento revivalista é capaz de gerar ao nível do globo, em termos de thrash, os Pitch Black estarão, certamente, em destaque em virtude de uma atitude e honestidade deveras exemplar.
O grupo está claramente fora da corrida aos “tops”, passe a redundância, e apostados em espetar no mais alto cume musical a bandeira do thrash e a sua mais pura essência. Quem os conhece desde a sua origem, que remonta a 1995, sabe que nunca dissimularam ou confundiram os seus genes, muito menos se demoveram da sua missão bélica de deitar tudo abaixo com o seu som.
“Hate Division”, produzido por Rui Danin e a própria banda nos Trigger Studios, em Portugal, e masterizado por Jacob Hansen nos Hansen Studios, na Dinamarca, entre Outubro de 2007 e Fevereiro de 2008, é um autêntico projéctil a saber a químicos mortíferos na forma de oito novas composições que mostram, realmente, o extravasar de todo o potencial deste panzer vindo do norte. A originalidade nunca foi uma premissa, mas o espírito que aqui se transmite supera toda a intenção de descobrir uma qualquer “next big thing”. O que este quinteto confecciona tem os melhores ingredientes aconselhados pelas receitas de seminais bandas como Slayer, Exodus, Kreator, Testament ou Metallica. Para além disso, a produção deste disco faz também jus ao “veneno” dos Pitch Black e colmata uma das maiores lacunas de "Thrash Killing Machine". O mesmo se poderá dizer ao ódio superiormente cuspido por Hugo Andrade, dos Switchtense, que, já depois do disco ter saído, anunciou a sua saída da banda devido a outros compromissos musicais.
“Hate Division” é um exemplo de como louvar os pergaminhos thrash e desenvolver um som com gana em todos os seus instantes. Um orgulho para o thrash e para os portugueses. [8/10] N.C.
[CD – Recital Records]
Uma verdadeira instituição do thrash metal nacional; um dos mais experientes e respeitados projectos concebidos “entre-portas”; os Pitch Black estão de volta, com o já habitual atraso entre gravações e edições mas a espera prova-se, mais uma vez, completamente válida. Aliás, dentro do que um dito movimento revivalista é capaz de gerar ao nível do globo, em termos de thrash, os Pitch Black estarão, certamente, em destaque em virtude de uma atitude e honestidade deveras exemplar.O grupo está claramente fora da corrida aos “tops”, passe a redundância, e apostados em espetar no mais alto cume musical a bandeira do thrash e a sua mais pura essência. Quem os conhece desde a sua origem, que remonta a 1995, sabe que nunca dissimularam ou confundiram os seus genes, muito menos se demoveram da sua missão bélica de deitar tudo abaixo com o seu som.
“Hate Division”, produzido por Rui Danin e a própria banda nos Trigger Studios, em Portugal, e masterizado por Jacob Hansen nos Hansen Studios, na Dinamarca, entre Outubro de 2007 e Fevereiro de 2008, é um autêntico projéctil a saber a químicos mortíferos na forma de oito novas composições que mostram, realmente, o extravasar de todo o potencial deste panzer vindo do norte. A originalidade nunca foi uma premissa, mas o espírito que aqui se transmite supera toda a intenção de descobrir uma qualquer “next big thing”. O que este quinteto confecciona tem os melhores ingredientes aconselhados pelas receitas de seminais bandas como Slayer, Exodus, Kreator, Testament ou Metallica. Para além disso, a produção deste disco faz também jus ao “veneno” dos Pitch Black e colmata uma das maiores lacunas de "Thrash Killing Machine". O mesmo se poderá dizer ao ódio superiormente cuspido por Hugo Andrade, dos Switchtense, que, já depois do disco ter saído, anunciou a sua saída da banda devido a outros compromissos musicais.
“Hate Division” é um exemplo de como louvar os pergaminhos thrash e desenvolver um som com gana em todos os seus instantes. Um orgulho para o thrash e para os portugueses. [8/10] N.C.
Estilo: Thrash Metal
Discografia:
- "Under The Ground" [Demo 2002]
- "Thrash Killing Machine" [CD single 2003]
- "Thrash Killing Machine" [CD 2005]
- "Hate Division" [CD 2900]
Tuesday, April 14, 2009
Festival Ilha do Ermal 2009 - Adicionados Angra e Disbelief
Os brasileiros Angra e os alemães Disbelief são os últimos nomes adicionados ao cartaz do muito aguardado Festival Ilha do Ermal que regressa nos dias 28, 29 e 30 de Agosto a Vieira do Minho. São no total já seis os nomes anunciados, que incluem, para além destes, Sepultura, Obituary, Pestilence e Ramp. Mais novidades em breve. Assassinner - Teorias criminosas em Coimbra
Os Assassinner continuam a sua intensa rota de promoção ao EP de estreia, “Other Theories Of Crime”. Desta vez marcam presença no dia 17 de Abril, próxima sexta-feira, no Via Latina, em Coimbra, acompanhados dos Stigma Sphere e Sunya. O início dos concertos é às 22h30 e os ingressos custam 5€. Antes disso, a banda passa pelos estúdios da R.U.C. – Rádio Universitária de Coimbra [FM 107.09] para uma entrevista a partir das 19h00.Pestifest - "Cravos" com Rock
O Pestifest é um festival de música alternativa a ter lugar no dia 25 de Abril no Bar Pestinha, em Fonte de Telha [Setúbal], dedicando metade da sua programação ao Rock e Metal. Assim, a partir das 21h00 teremos as actuações dos Burning Memories, Face Oculta, Dharma Project e Drakkar. Os ingressos valem 5€. Monday, April 13, 2009
The Ransack - Levam "Vortex" a Chaves
Sob pretexto de promover “Vortex”, o seu segundo longa-duração, os The Ransack viajam no dia 18 de Abril até à Sala Multiusos do Centro Cultural de Chaves para actuar com os Switchtense e Primordial Melody como bandas suporte. O espectáculo tem início às 21h30 e as entradas são livres.Pitch Black - Com novo vocalista
Tiago Albernaz dos The Endgate é o novo vocalista dos Pitch Black depois da saída de Hugo Andrade [Switchtense] por incompatibilidade para manter duas bandas em plena promoção de um álbum e com a sua vida profissional. Ao fim de dois anos de ligação com a banda portuense, Hugo dedicar-se-á apenas aos Switchtense. Entretanto, a banda continua a promoção ao seu novo álbum, “Hate Division”, já no próximo sábado, dia 18 de Abril, no Nyktos Bar, na Figueira da Foz, com os Web. Mais datas aqui. The Spektrum - Álbum de estreia este mês
Os leirienses The Spektrum aprestam-se a editar o seu álbum de estreia, “Daemonicus Awakening”, no dia 17 de Abril pela Noisehead Records [para a Europa] e Relapse Records [para os E.U.A.]. O disco foi produzido por Dikk [Witchbreed, ex-Deepksin] e Ares [Witchbreed, ex-Deepskin, ex-Moonspell] nos Medusa Lab Studios, sendo masterizado por Waldemar Sorychta e Dennis Koehne nos Flying Pig Studios, na Alemanha. Em termos de participações, conta este disco com as vozes de Peter Slaughter em “Embracing The Dark” e Ruby Roque [Witchbreed] em “Drowned In Sadness”. O seu lançamento será efectuado no Bar Alfa, em Leiria, pelas 20h00. Confira outras datas de promoção a “Daemonicus Awakening” aqui. Monday, April 06, 2009
Thee Orakle - "Metaphortime Tour 2009" passa na Figueira
A próxima paragem da “Metaphortime Tour 2009”, tournée de promoção ao álbum de estreia dos Thee Orakle, está marcada para o Nyktos Rock Bar, na Figueira da Foz, no dia 25 de Abril. O concerto terá início às 23h00 com a actuação dos The Spektrum. Durante o mês de Maio, os Thee Orakle têm já marcadas cinco datas. Mais informações aqui. III Maratona Rock - De regresso em Maio
Depois de um hiato de dois anos, a Maratona Rock, projecto que acarinha exclusivamente os artistas de Rock e Heavy Metal açorianos, regressará ao Coliseu Micaelense nos dias 22 e 23 de Maio, com produção da maior casa de espectáculos dos Açores e coordenação de José F. Andrade, bem como com o apoio especial da ANIMA-Cultura. No dia 22 estão marcadas as actuações dos Prophecy Of Death, Stampkase, Hiffen, Nableena e Spank Lord, e no dia 23 sobem ao palco os Passos Pesados, Anjos Negros, Crossfaith, Connection e Morbid Death. Cada actuação rondará um máximo de 40 minutos. O início dos espectáculos está marcado para as 21h30 ficando ainda por conhecer-se o preço dos ingressos. Festival Ilha do Ermal - Pestilence e Ramp confirmados
Constituindo um dos regressos mais aguardados dos últimos anos no que toca a festivais, a organização do Festival Ilha do Ermal, a CE – Dream & Seduction, vai alinhando aos poucos o cartaz que promete fazer recordar velhos tempos nos dias 28, 29 e 30 de Agosto, em Vieira do Minho. Pestilence e Ramp são os mais recentes nomes divulgados depois de dadas como certas as presenças dos Sepultura e Obituary. Num festival mediatizado pela sua orientação mais "pesada" e pelo singular ambiente natural que o rodeia, as presenças dos míticos holandeses Pestilence, ressuscitados com o álbum “Resurrection Macabre”, e dos nacionais Ramp com “Visions”, para além dos Sepultura que voltam à boa forma com “A-Lex”, motivos não faltarão para todos testemunharem o regresso do mítico festival nacional. Os bilhetes custarão 45€ para os três dias com oferta de t-shirt do festival [promoção válida em regime de pré-venda até 30 de Junho]. Os locais para aquisição de bilhetes serão divulgados brevemente. Mais informações em www.festivalilhadoermal.blogspot.com. Crossfaith - Próximas datas
Os autores do EP “Mixed Emotional”, lançado em Fevereiro passado, têm agendadas mais três datas entre este e o próximo mês que contemplam actuações já no próximo sábado [11 de Abril] no Bar Baía dos Anjos e nos dias 4 e 23 de Maio na Semana Académica e Maratona Rock, respectivamente. Todos os concertos a decorrem em Ponta Delgada. Review
OBSCURA
“Cosmogenesis”
[CD – Relapse Records / MLI]
Para aqueles que lamentam os grandes intervalos entre edições dos Necrophagist, ou o facto do terceiro álbum dos Watchtower nunca ter chegado a sair, ou o destino trágico de Chuck Schuldiner que pôs cobro a uma das mais geniais bandas de death metal de sempre, ou ainda para aqueles que anseiam penosamente pelos regressos dos Pestilence e Atheist, aqui têm um eficaz remédio para as vossas “dores”.
Com uns vizinhos tão geniais como os Necrophagist não seria de estranhar que a Alemanha desse ao mundo mais um portento de capacidade como os Obscura. Isto ainda ganha mais gozo quando juntamos o ex-baterista e ex-guitarrista dos Necrophagist, Hannes Groosmann e Christian Muenzer, respectivamente, e o ex-baixista dos Pestilence, Jeroen Paul Thesseling, a soar autenticamente alienígena aos comandos do seu baixo fretless. Perante incomensurável talento reunido num só colectivo, colmatado pelo fundador Seffen Kummerer, um verdadeiro líder e guerreiro, os Obscura transformam-se facilmente num dos novos e mais promissores projectos death metal progressivo da actualidade.
Fundados em 2002, mas com raízes bem firmes no que este género produziu nos anos 80 e inícios de 90, os Obscura dão-nos uma verdadeira lição de como manejar os instrumentos da forma mais extrema e técnica possível, com composições bastante intricadas susceptíveis a peso e rapidez alucinantes, mas de vez em quando também a uma melodia encantadora, nomeadamente pelos solos de guitarra que facilmente nos fazem recordar a sumptuosidade de uns Cynic, ao que não será de estranhar a presença aqui, como convidado, de Tymon Kruidenier.
Depois de um álbum sufocante como “Retribution”, em 2006, este quarteto não podia regressar da melhor forma, tendo para isso também contribuido a grande remodelação no seu line-up [permanecendo apenas o seu líder]. No meio de uma rede de ritmos e batidas tão complexo, só faltava mesmo o espremer da sua costela progressiva e o espaço para pensarmos e respirarmos durante a sua música. Este “Cosmogenesis” consegue isso sem nunca fazer destoar a identidade que o colectivo mostrou nos seus primeiros anos de carreira. Há aqui uma nova sensibilidade, uma nova alma… Um disco exemplar! [9/10] N.C.
Estilo: Death Metal Progressivo
Discografia:
- “Retribution” [CD 2006]
- “Cosmogenesis” [CD 2009]
www.obscura-metal.com
www.myspace.com/realmofobscura
“Cosmogenesis”
[CD – Relapse Records / MLI]
Para aqueles que lamentam os grandes intervalos entre edições dos Necrophagist, ou o facto do terceiro álbum dos Watchtower nunca ter chegado a sair, ou o destino trágico de Chuck Schuldiner que pôs cobro a uma das mais geniais bandas de death metal de sempre, ou ainda para aqueles que anseiam penosamente pelos regressos dos Pestilence e Atheist, aqui têm um eficaz remédio para as vossas “dores”.Com uns vizinhos tão geniais como os Necrophagist não seria de estranhar que a Alemanha desse ao mundo mais um portento de capacidade como os Obscura. Isto ainda ganha mais gozo quando juntamos o ex-baterista e ex-guitarrista dos Necrophagist, Hannes Groosmann e Christian Muenzer, respectivamente, e o ex-baixista dos Pestilence, Jeroen Paul Thesseling, a soar autenticamente alienígena aos comandos do seu baixo fretless. Perante incomensurável talento reunido num só colectivo, colmatado pelo fundador Seffen Kummerer, um verdadeiro líder e guerreiro, os Obscura transformam-se facilmente num dos novos e mais promissores projectos death metal progressivo da actualidade.
Fundados em 2002, mas com raízes bem firmes no que este género produziu nos anos 80 e inícios de 90, os Obscura dão-nos uma verdadeira lição de como manejar os instrumentos da forma mais extrema e técnica possível, com composições bastante intricadas susceptíveis a peso e rapidez alucinantes, mas de vez em quando também a uma melodia encantadora, nomeadamente pelos solos de guitarra que facilmente nos fazem recordar a sumptuosidade de uns Cynic, ao que não será de estranhar a presença aqui, como convidado, de Tymon Kruidenier.
Depois de um álbum sufocante como “Retribution”, em 2006, este quarteto não podia regressar da melhor forma, tendo para isso também contribuido a grande remodelação no seu line-up [permanecendo apenas o seu líder]. No meio de uma rede de ritmos e batidas tão complexo, só faltava mesmo o espremer da sua costela progressiva e o espaço para pensarmos e respirarmos durante a sua música. Este “Cosmogenesis” consegue isso sem nunca fazer destoar a identidade que o colectivo mostrou nos seus primeiros anos de carreira. Há aqui uma nova sensibilidade, uma nova alma… Um disco exemplar! [9/10] N.C.
Estilo: Death Metal Progressivo
Discografia:
- “Retribution” [CD 2006]
- “Cosmogenesis” [CD 2009]
www.obscura-metal.com
www.myspace.com/realmofobscura
Nine Inch Nails - Em Paredes de Coura
O génio de Trent Reznor e os seus Nine Inch Nails vão marcar presença na edição deste ano do Festival Paredes de Coura que decorre na Praia do Tabuão. O grupo norte-americano actua no dia 31 de Julho, naquele que será um regresso marcante, pois antecede um hiato da banda. O bilhete diário do festival custa 40€ e está já disponível para venda nos locais habituais. Mais informações em www.paredesdecoura.com. Masque Of Innocence - No Full Metal Sessions em Alcabideche
Com um novo álbum na forja, “Overcoming Anger”, os Masque Of Innocence regressam aos palcos no dia 11 de Abril [sábado] com um espectáculo no Muralhas Rock Bar, em Alcabideche, pelas 23h00. A acompanhá-los estarão os Why Angels Fall e Insaniae.Headstone - Na primeira parte de Ramp
Os Headstone acompanham amanhã [dia 9] os Ramp e Web num concerto a ter lugar no Teatro Sá da Bandeira, no Porto. São aqui grandes destaques mais uma apresentação ao vivo do primeiro EP dos Headstone, “Within The Dark”, e o regresso em disco, seis anos depois, dos Ramp com “Visions”. O evento tem início às 22h00 e os bilhetes custam 12€ com oferta de “Visions”.Kronos - Sessão tripla esta Páscoa
Acabados de lançar o EP “Ubis Est Morbus”, os Kronos fazem uma sessão tripla ao vivo neste período de Páscoa. Assim sendo, o início é amanhã [dia 9] no Excalibar, em Sta. Iria da Azóia, com os Uni_Form, seguindo-se o Transmission Bar, em Lisboa, [dia 11] com os Dr. Zilch e Cold e o Laboratório de Actividades Criativas, em Lagos [dia 11].Pitch Black + Assassinner - Próximo sábado em S. João da Madeira
Os Assassinner prosseguem a sua “Other Stages Of Crime Tour 2009” com um concerto no dia 11 de Abril [próximo sábado] no Arte7Menor, em São João da Madeira, acompanhados pelos Pitch Black que acabaram de lançar o seu segundo álbum, “Hate Division”. As entradas valem 3€ para um espectáculo marcado para as 17h30.Rastilho Metal Night II - Desloca-se ao Porto
A segunda edição da Rastilho Metal Night decorre no próximo dia 24 de Abril no Bar Porto Rio, no Porto, com as actuações dos Echidna, Switchtense e The End Gate. O início do espectáculo está marcado para as 22h30 com entradas a 4€.Review
DIVINE LUST
“The Bitterest Flavours”
[CD – Deadsun Records]
Ao longo da sua existência, os Divine Lust foram tidos como uma promessa em vias de uma explosão comprometida pela falta de um trabalho verdadeiramente coeso. Ainda assim, o grupo lisboeta detém uma cota de respeito “entre-portas” inquestionável mesmo que continue muito longe da representatividade de bandas como Heavenwood ou Moonspell. A qualidade do seu trabalho e a “máquina” promocional que o sustentava até então também nunca foi comparável à dos citados nomes, para além de que a sua sonoridade tem um cariz bastante diferente. Se a melodia do gótico é facilmente tragável, a melancolia particular do doom e até algum experimentalismo circunscreve o ângulo de incisão da sua música.
Não obstante a subjectividade dessas análises, a verdade é que se o seu álbum de estreia, de 2002, mostrava uma banda com uma silhueta bastante amadora e vulgar, o trabalho e persistência de vários anos de estrada garante-lhes agora bases para, ao segundo “assalto”, dissiparem praticamente toda a imagem que até então tínhamos deles. “The Bitterest Flavours” colmata vários velhos problemas como o da produção, execução e criatividade na composição estando mesmo este trabalho a milhas do seu antecessor. Passou-se a ter maior preocupação com os detalhes – a inclusão da guitarra portuguesa em alguns temas é mais do que um acto patriótico, é bom gosto musical -, com a técnica, o peso, o sentimento e as orquestrações o que nos leva a crer que este trio nacional parece ter encontrado finalmente o seu estado zen. No particular, a voz de Filipe Gonçalves está consideravelmente mais trabalhada, chegando a ser berrada, e tanto riffs como solos passaram a ser mais cuidados pelos homens das seis cordas.
No todo, a música dos Divine Lust está mais rica, versátil, agridoce, madura e as coisas, finalmente, soam promissoras. Se houve quem sempre acreditasse no seu valor, estes, acima de tudo, foram os próprios Divine Lust. Daí que merecidamente se aprestem a colher o seus devidos frutos. [7/10] N.C.
Estilo: Gótico/Doom
Discografia:
- “Terceiro Pecado” [Demo 1999]
- “Divine Lust” [CD 2002]
- “Harvest” [EP 2004]
- “The Bitterest Flavours”
“The Bitterest Flavours”
[CD – Deadsun Records]
Ao longo da sua existência, os Divine Lust foram tidos como uma promessa em vias de uma explosão comprometida pela falta de um trabalho verdadeiramente coeso. Ainda assim, o grupo lisboeta detém uma cota de respeito “entre-portas” inquestionável mesmo que continue muito longe da representatividade de bandas como Heavenwood ou Moonspell. A qualidade do seu trabalho e a “máquina” promocional que o sustentava até então também nunca foi comparável à dos citados nomes, para além de que a sua sonoridade tem um cariz bastante diferente. Se a melodia do gótico é facilmente tragável, a melancolia particular do doom e até algum experimentalismo circunscreve o ângulo de incisão da sua música.Não obstante a subjectividade dessas análises, a verdade é que se o seu álbum de estreia, de 2002, mostrava uma banda com uma silhueta bastante amadora e vulgar, o trabalho e persistência de vários anos de estrada garante-lhes agora bases para, ao segundo “assalto”, dissiparem praticamente toda a imagem que até então tínhamos deles. “The Bitterest Flavours” colmata vários velhos problemas como o da produção, execução e criatividade na composição estando mesmo este trabalho a milhas do seu antecessor. Passou-se a ter maior preocupação com os detalhes – a inclusão da guitarra portuguesa em alguns temas é mais do que um acto patriótico, é bom gosto musical -, com a técnica, o peso, o sentimento e as orquestrações o que nos leva a crer que este trio nacional parece ter encontrado finalmente o seu estado zen. No particular, a voz de Filipe Gonçalves está consideravelmente mais trabalhada, chegando a ser berrada, e tanto riffs como solos passaram a ser mais cuidados pelos homens das seis cordas.
No todo, a música dos Divine Lust está mais rica, versátil, agridoce, madura e as coisas, finalmente, soam promissoras. Se houve quem sempre acreditasse no seu valor, estes, acima de tudo, foram os próprios Divine Lust. Daí que merecidamente se aprestem a colher o seus devidos frutos. [7/10] N.C.
Estilo: Gótico/Doom
Discografia:
- “Terceiro Pecado” [Demo 1999]
- “Divine Lust” [CD 2002]
- “Harvest” [EP 2004]
- “The Bitterest Flavours”
Friday, April 03, 2009
Loud! - #98 muito brevemente
Na gráfica desde segunda-feira, está prestes a chegar às bancas a edição #98 da Loud!. Desta vez o leque de entrevistas recai, em grande volume, sobre nomes sobejamente conhecidos do Metal internacional. A começar pela capa que vai para os italianos Lacuna Coil e que regressam com “Shallow Life”. Estarão ainda disponíveis conversas com Nightwish, Candlemass, Hatebreed, Soulfly, Hatesphere, Chimaira, Tombs, Cinemuerte, … And You Wil Know Us By The Trail Of Dead, Autumn, PsyOpus, Trist, Longing For Dawn, Hermh, Thee Orakle, Hellsaw, Seneca, Success Will Write Apocalypse Across The Sky, Fejd, Blackguard, Unbridled e Mantic Ritual. Nesta edição é ainda possível ler reviews sobre os festivais Grindfest 2009 e Pries Feast, bem como os concertos em Portugal de nomes como Protest The Hero [com os The Chariot e The Human Abstract], Yacøpsæ [com Jesus Cröst e Can’t Sing For Shit], as apresentações ao vivo dos novos álbuns dos The Firstborn e Ramp e ainda uma foto-reportagem do concerto dos The Datsun em Lisboa. Na secção “Discos” destaque para as críticas aos novos de Antigama, Blut Aus Nord, Buried Inside, Candlemass, Dääth, Forgotten Suns, Gnaw, Great White, Hatesphere, Lacuna Coil, Kylesa, Malefice, Ministry, My Dying Bride, Nightwish, Sarke, Steven Wilson, The Prophecy e Zombi. Em “Tesourinho Pertinente” o foco vai para “Expand The Hive” dos Logical Nonsense e em análise estarão ainda as últimas reedições da Relapse Records. Nesta edição de Abril regressam também os posters, com Judas Priest e Megadeth, e já que estamos prestes a receber o XII SWR – Barroselas Metalfest, como habitual, a Loud! faz uma previsão aprofundada do que será a próxima edição do mítico festival português. Notícias, Nacionais, Playlists, Eternal Spectator, Passatempos e Agenda, são rubricas que também não faltarão.
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