Ao seu conhecido jeito dinâmico, Pedro Gouveia [vocalista ex-Pitch Black] e Augusto Peixoto [baterista Cycles, ex-Dove, In Solitude e Paradigma] fundaram, em 2006, os Headstone. Entretanto, o primeiro abandonou de forma algo polémica juntamente com o baixista Henrique Loureiro [ex-Cycles], mas a partir daí a coesão instalou-se com a entrada do surpreendente vocalista Vítor Franco e da já conhecida Vera Sá [Cycles]. Ainda com os guitarristas Carlos Barbosa [ex-Cycles] e Pedro Vieira [ex-Withering] nas suas fileiras, o grupo lançou-se forte e confiante num primeiro registo que deixa excelentes indicações para um longa-duração. “Within The Dark”, em formato E.P., não poderia também ser mais figurativo do que a experiência e o talento são capazes de gerar. É então em grande estilo que os Headstone se lançam com um cativante exercício de thrash metal com laivos de power metal sobre o qual Augusto Peixoto nos deu o prazer da sua análise.
Como vão as coisas no Porto? O Metal impera? Os Headstone são já uma coqueluche nortenha?
O Porto vive de transições e, sinceramente, o Metal que se vai fazendo por cá é muito ligado às modas. Talvez sempre tenha sido assim, não sei, mas antigamente havia uma maior diversidade do que a que existe hoje em dia. De resto, claro que os Headstone não são uma coqueluche nortenha até pelo tempo de actividade que têm e por praticarem um som fora dos parâmetros normais e actuais.
Diz-se que no norte vive-se o Metal de forma mais intensa. É verdade?
Já o foi, de facto! Hoje acredito que haja intensidade pela razão das bandas que por cá andam serem constituídas por putos cheios de energia, mas sinto que há equilíbrio em relação a este aspecto em outros pontos do país. O que é excelente.
E para si, este é um projecto mais intenso ou que lhe absorve mais sentimento de entre os que já teve até ou hoje ou ainda mantém?
Não! Sempre tive a noção de que para fazer algo teria que dar sempre o máximo que posso e sei. Não posso fazer distinções entre bandas, porque senão não estaria a ser sincero comigo mesmo. Independentemente da projecção que uma ou outra banda possa ter, dou sempre tudo o que tenho para lutar pelas minhas bandas.
Tem sido fácil pôr em prática o projecto Headstone? Entretanto, já não escaparam às habituais trocas de elementos…
Nada é fácil na vida quando se tem que lutar pelo que acreditamos. As trocas de elementos foram pontuais e completamente absorvidas pelos músicos actuais.
Li que as saídas do Pedro e do Henrique não foram as mais serenas. O que se passou?
Não foram pela maneira como abandonaram a banda, sem se dignarem a falar pessoalmente com os restantes elementos mas sim terem enviado um e-mail a dizer que tinham saído, quando tudo estava encaminhado para uma projecção mais evidente da banda. Já tínhamos dado o primeiro concerto e as críticas tinham sido praticamente unânimes. Referenciavam-nos com uma nova banda de qualidade e eles simplesmente desistiram.
Sem tirar o mérito ao Pedro Gouveia, ter um vocalista como o Vítor Franco é uma grande mais-valia. Com ele ficam com um som até algo difícil de catalogar…Claro que é. É um tipo excelente, cheio de ideias, sabe cantar em vez de berrar e foi, sem dúvida, uma mais-valia. Deu também uma outra dimensão ao som da banda, tornando-nos ainda mais diferentes daquilo que se vai fazendo em termos de Metal. Quanto ao Pedro era um tipo talhado para actuações ao vivo, do melhor que há, mas o Vítor é muito mais completo como vocalista e isso transpira nas músicas.
Ele também venera o thrash como vocês ou tem outras influências?
Nós não veneramos somente o thrash, apesar de ser, talvez, a maior referência sonora da banda, da minha e do Carlos, particularmente. A banda utiliza os seus conhecimentos e concilia os gostos que tem e que são bastantes para criar aquilo que é o som Headstone. Tocamos Metal e vivemos do Metal, independentemente do estilo a que a banda seja conectada.
O formato EP teve alguma razão de o ser para vossa estreia?
Tem, por ser o de estreia, por falta de verbas e porque seria preferível editar um formato menos convencional do que o do álbum. Há bandas que editam álbuns sem que sejam conhecidos; nós preferimos dar a conhecer primeiro o nosso som com este E.P. e depois, sim, pensar no álbum.
As reacções que têm colhido por parte da imprensa e público já vos abrem perspectivas para a eventual aposta de uma editora? Já pensam nisso?
É prematuro falar nisso, se bem que contactámos somente duas editoras, uma nacional e outra estrangeira. A estrangeira fez-nos uma proposta que não nos interessou; a nacional negou um contrato, mas deixou as portas abertas e pela forma como fomos tratados fiquei feliz com o contacto deles, mesmo não tendo assinado, para já, com a banda. O futuro dirá mais qualquer coisa. Caso contrário faremos o que sempre fizemos e continuaremos a acreditar no nosso potencial.
Quando o mais fácil é seguir tendências, vocês continuam a insistir num som tradicional, contudo, sem ser intragável para as novas gerações, não acha?
Não insistimos, sai naturalmente! Não vamos renegar a nossa natureza nem fazer nada contra as nossas pretensões musicais. Nesta banda e em todas as que participei, sempre defendi a integridade musical e pessoal de cada elemento e nos Headstone não é excepção.
Neste momento, não têm nenhum concerto agendado. O que se passa?
Por acaso temos dois, um para Agosto em Mangualde, Viseu, e outro para Outubro no já conhecido Festival Gaia em Peso. Mas são duas excepções, pois a banda tem que se fechar na sala de ensaio e preparar o que será o seu álbum de estreia.
Sente pessoalmente o respeito das pessoas por ser um músico já muito antigo do nosso underground?
Em alguns casos sim, noutros nem sabem quem eu sou e ainda bem! Não gosto de me destacar e detesto quando uma banda é individualizada. As bandas são um todo, devem ser respeitadas como um todo. É indiferente andar aqui há 21 anos, pois conheço pessoas com menos anos de carreira e idade com a mesma paixão que eu sempre tive.
Você que atravessou várias fases do nosso underground, como olha para ele hoje em dia?Em diferentes fases também! Umas excelentes outras menos boas. Acho que os anos 90 foram e serão os melhores de sempre, mas como não vivo de saudosismos, sou daqueles que acredita que o Metal melhorou em qualidade musical. Há músicos bem mais evoluídos, mas acho que antigamente o “feeling” era uma virtude que se sobrepunha às carências técnicas.
Alguma vez sentiu indiferença pelo seu trabalho? Uma indiferença propositada fruto de algum tipo de inveja ou outro tipo de sinal de mau-carácter?
Claro que já senti indiferença, mas não acredito que seja motivada por invejas ou mau-carácter, pelo menos não quero pensar assim. Mas neste país as coisas, por vezes, funcionam ao contrário e já vi muitas bandas de qualidade perderem-se por não lhes terem sido dados os créditos merecidos. Eu como me considero um lutador recuso-me a dar vida a essas invejas.
A par da música desenvolve um trabalho reconhecido na área das artes gráficas. Fale-nos dessa paixão.
Não sei muito sinceramente qual das duas prefiro, mas sem dúvida que na Arte Digital sinto mais liberdade, porque é minha, é um trabalho pessoal, isolado e nas bandas não; é um complemento de diferentes ideias e diferentes indivíduos. O meu trabalho gráfico tem tido um feedback muito bom, mais além-fronteiras em que estou bem referenciado em sites famosos de Arte mundial. Em Portugal aos poucos vou tendo algumas bandas como clientes, mas aqui as coisas funcionam mal nesse departamento! As bandas pensam que ao gravar um álbum têm que ter dinheiro para pagar a um produtor e esquecem-se constantemente que a imagem da banda é também tão importante quanto a música. Há produtores a ganhar rios de dinheiro e eu, sendo designer, mesmo tendo plena consciência da qualidade do meu trabalho, tenho que espremer ao máximo os orçamentos para poder conseguir trabalhar com alguém. A maior parte das vezes nem um simples “obrigado pelo orçamente mas não temos margem financeira para o fazer”. Ignoram completamente o meu contacto que me foi requisitado. Isso é frustrante! Por isso as bandas estrangeiras estão muito à frente, pela educação e pela procura do melhor e saberem que o melhor tem que ser pago.
A imagem é algo que vive lado-a-lado com o Heavy Metal. Até que ponto acha isso positivo? Isso faz-nos pensar em campanhas de marketing muito incisivas que podem valer o sucesso de uma banda, não é?
Com toda a certeza, por isso disse que a imagem é tão importante como a música e há casos em que se sobrepõe até! Adoro ver aquelas edições todas personalizadas, cheias de conteúdo, do que a banalidade normal de um CD. Tenho saudade do Vinil! As capas eram uma grandiosidade. Agora nem se notam certos pormenores devido à apresentação reduzida. Sendo designer tenho que saber encontrar a diferença e evoluir nesse aspecto, e isso é Marketing. Uma das razões do E.P. ter tido sucesso, foi precisamente pela amostra gráfica que apresentámos. Foi uma luta financeira, mas valeu a pena, pois quem o comprou guardá-lo-á num lugar diferente e lembrar-se-á de que havia uma banda que tinha uma edição toda impecável. Sendo uma edição normal perder-se-ia no meio dos outros CD’s.
Em relação a Headstone, vê uma forma de estar, compor, trabalhar diferente da das outras bandas por onde passou?
Não, acontece mais nos Cycles até pela forma como os temas são compostos, por uma só pessoa. Os Headstone compõe na sala, todos juntos, há ideias gerais da banda e, no fundo, os Dove e os In Solitude funcionavam dessa forma. O restante, como sou eu que trato, a forma é sempre igual. Está solidificada.
Tendo outros projectos, o que o motivou a criar mais um?O Pedro quando saiu dos Pitch Black queria formar uma nova banda. Como éramos amigos e já tínhamos trabalhado juntos nos Dove e a sonoridade que ele pretendia era a de sempre, o thrash metal, falou comigo e convenceu-me a avançar com a banda. Estive renitente no início, mas ele consegui dar-me a volta… E o resto já se sabe.
Num compromisso amador com a música como deduzo que seja o vosso, é sempre muito difícil tratar todos os aspectos da vossa vida e ainda mais os das bandas. Apesar disso, o bichinho já está cá dentro e, por isso, nunca pensaram em desistir, não é assim?
Com certeza, ainda para mais com pessoal da banda casado e alguns com filhos até. Mas é como dizes: o “bichinho” está lá e enquanto não morrer vamos andando.
Um dos principais futuros projectos dos Headstone é gravar um disco. Quando é que se prevê que esteja concluído?
Queremos gravar no próximo ano e esperar pelo feedback que o mesmo possa gerar. Se for tão bom como o de “Within The Dark” já ficaremos bastante felizes.
Nuno Costa
www.headstone.com.sapo.pt
www.myspace.com/headstonemetal



O Gallus Sonoris Musicallis [GSM] 2009 terá lugar pelo segundo ano consecutivo nos dias 24 e 25 de Julho no Estádio da Devesa em Galegos Santa Maria, Barcelos. Este é um evento de beneficência idealizado pela GSM Inovasom em prol do Núcleo de Barcelos da Associação Portuguesa de Paramiloidose [APP]. Para além de muitas outras actividades, o festival conta com um primeiro dia dedicado ao Heavy Metal apresentando bandas como Chemical Wire, Nine Out, Tryangle, Heavenwood, Demon Dagger e Mosh. O donativo proposto é de 5€ para um dia e 8€ os dois. Os espectáculos têm início às 21h00 em ambos os dias.
O Optimus Alive! alia-se novamente à Ciência através de uma colaboração entre a Fundação Champalimaud e o Instituto Gulbenkian de Ciência com o intuito de aproximar a sociedade portuguesa desta temática. Durante os três dias do evento será possível aos festivaleiros fazer “speed dating” com cientistas, à semelhança do ano passado, com a novidade de poderem extrair DNA de morangos e descobrir o Champimóvel que vai proporcionar uma viagem interactiva e tridimensional ao interior do corpo humano onde os participantes podem conduzir um vírus e habilitar-se a prémios. Também à imagem de 2008, a promotora do Optimus Alive! anunciou que vai financiar duas novas Bolsas de Investigação Científicas em Biodiversidade para jovens investigadores.
Os Skewer actuam no próximo dia 27 de Junho [sábado] no Rock’N’Shots [ex-Lótus Bar], em Cascais, a partir das 21h30. Na primeira parte do espectáculo estarão os Muzgo. As entradas custam 5€. Reservas podem ser feitas pelo contacto telefónico 919 057 946. 
Os punk/rockers aveirenses Beautiful Venom actuam amanhã [24 de Junho] no Rockafe, em Castelo Branco, a partir das 21h30. Um dos grandes chamarizes deste espectáculo é o E.P. “Anthem Of Disaster” que a banda lançou no início deste mês. 
O plano “sintético” do nosso rock/metal, apesar de tradicionalmente pouco prolífero, mantém ainda alguns representantes, entre eles os [f.e.v.e.r.], Bizarra Locomotiva, Dr. Zilch e estes Kronos. Atendendo a que os [f.e.v.e.r.] apresentam um estilo capaz de ser mais abragente e aventureiro e os Bizarra Locomotiva e Dr. Zilch um mais heavy e corrosivo, os Kronos acabam por moverem-se bastante à vontade no trilho do electro/industrial rock. Este factor tanto pode ser benéfico como prejudicial, mas só a banda o poderá dizer. O facto de serem únicos confere-lhes simbolismo, mas por outro lado a especificidade deste estilo parece não ter os adeptos em Portugal que pelo menos a banda desejaria. Contudo, a verdade e importância destes dados só à banda caberá.
O lendário segundo disco dos britânicos Cathedral, “The Ethereal Mirror”, foi recentemente reeditado em formato dual-disc pela Earache Records. Esta edição é composta por dois discos e um DVD, compondo os temas originalmente editados e três temas do raro EP “Statik Majik”, bem como um DVD de 40 minutos que inclui o documentário “Ethereal Reflections” com entrevistas a Lee Dorian e Garry Jennings, entre outros membros-chave do início da carreira do grupo, fechando como uma conversa com o artista gráfico Dave Patchett.
Regressados de uma mini-tour na Alemanha e Holanda, os Switchtense confirmam mais uma data naquela que já vai sendo uma extensa e assinalável digressão de promoção ao seu álbum de estreia, “Confrontation Of Souls”. Desta feita, o grupo da Moita garante a sua presença no Summer Damnation Fest a 3 de Julho no Auditório do Centro Social e Paroquial de Nova, em Oeiras. Participam igualmente neste festival os Skewer, Ella Palmer, Behead The Dead, Crossbone, Mind Killers e Window Of Denial. Os concertos têm início às 18h00 e os bilhetes custam 5€. Na próxima madrugada de 25 para 26 de Junho os Switchtense estarão também no ar no programa Alta Tensão de António Freitas por uma entrevista gravada no passado dia 8 com o vocalista Hugo Andrade e o baixista Karia.
Os Psy Enemy são o mais recente nome confirmado para a edição 2009 do October Loud que decorrerá no Salão de S. José, em Ponta Delgada, entre os dias 1 e 4 de Outubro. Para esta edição estão também já garantidas as actuações dos Neurolag, In Peccatum, Spank Lord, Nableena, Zymosis, Stampkase, Prophecy Of Death e Carnification.
Em plena promoção do álbum de estreia “Metaphortime”, os Thee Orakle anunciam mais duas datas. A primeira é a 14 de Agosto no Milagre Metaleiro Open Air Fest, em Pindelo dos Milagres [S. Pedro do Sul], com os The Ransack, Echidna e Processing Cut Mode, e a segunda no dia 5 de Setembro no Vila Open Air Metal Fest, em Vilarinho [Santo Tirso], com os Hacksaw, Revolution Within, Godiva, entre outros. Relembramos que banda participará também no aguardado Vagos Open Air, em Aveiro, no dia 8 de Agosto, ao lado de bandas como Amon Amarth, Dark Tranquility e Cynic.
No dia 3 de Julho, na Junta de Freguesia de Panoias, em Braga, decorrerá o Rock Like An Animal, um festival organizado pela ABRA [Associação Bracarense Amiga dos Animais] e a Rosavelho [associação de eventos e espectáculos musicais] com o intuito de angariar fundos para a associação nortenha que zela pelos animais. Para isso estão convocadas cinco bandas nacionais de Heavy Metal que subirão ao palco a partir das 20h30. São elas os Holocausto Canibal, Daemogorgon, Coldfear, Equaleft e Insanus. As entradas custam 4€. Entretanto, outros actos serão anunciados oportunamente. 
O aguardado segundo álbum dos nacionais Process Of Guilt será apresentado oficialmente nos próximos dias 25, 26 e 27 de Junho. “Ritual” de seu nome, ressoará, por ordem, nos palcos do Revolver Bar [antigo Culto/Man’s Ruin], em Cacilhas, no Porto-Rio, no Porto, e no Festival da Juventude, em Braga. Para os dois primeiros casos os bilhetes custarão 8€ [compra antecipada] ou 10€ [compra no dia] e para o último as entradas são gratuitas. Os convidados nestas datas são os ilustres The Firstborn. As reservas podem ser feitas atráves de 
A saga Thrashmania regressa no dia 3 de Julho para uma sexta edição. O local escolhido para o efeito é o Metal Point, no Porto, que abre as suas portas aos concertos dos Final Mercy, Alcoholocaust, Angriff e Nocturnal [Ale] a partir das 21h00. A lotação do espaço é limitada a 200 pessoas e os bilhetes já se encontram à venda nos locais habituais a 13€ ou 15€ [compra no dia]. Entretanto, o site
Os leirienses The Spiteful lançam hoje o seu álbum de estreia intitulado “Persuasion Through Persistence” numa sessão no Bar Alfa, em Leiria, pelas 23h00. De resto, este é um trabalho registado nos Ultrasound Studios por Daniel Cardoso. As entradas custam 3€ ou 8€ com oferta do CD. 
Numa tendência não apenas internacional, mas também nacional, os Açores este ano registam o regresso de mais um dos nomes referenciais do seu underground da década de 90. Os Carnification, formados em 1992, actuam a 3 de Outubro no Salão de S. José, em Ponta Delgada, no âmbito do sempre muito aguardado October Loud que este ano traz a novidade de decorrer durante quatro dias e incluir cerca de 18 bandas. Ao fim de cerca de oito anos de inactividade, os autores da demo “Embracing Solitude” estarão de volta aos palcos e com perspectivas de um novo trabalho de estúdio para breve. 


Os Canker e Raven Soul actuam no próximo dia 20 de Junho [sábado] no Beat Club, em Leiria. As duas bandas da cidade do Liz prometem rock alternativo e metal gótico a partir das 23h00. O bilhete custa 5€. Entretanto, esta que era a também a data de lançamento do EP dos Raven Soul, “100 Bleeding Hearts”, fica cancelada “por motivos alheios à banda”. Assim sendo, esta garante que actuará mas não focará tanto o seu concerto neste lançamento.
Talvez sem darmos bem por eles, a verdade é que os Gwydion serão possivelmente das bandas de metal nacionais com mais actividade de palco nos últimos tempos, nomeadamente fora do país. Antes de voltarem a partir à “conquista” da Europa, estes lisboetas praticantes de death/folk metal actuam no dia 31 de Julho no In Live Caffe na Moita. Os convidados são os The Spektrum e os Incoming Chaos. Depois disso, a banda embarca na Destroying Europe Tour 2009 juntamente com os The Shinning, Finsterforst, Ashaena e Sarkom, tendo passagens marcadas pela Alemanha, Polónia, Roménia, Bulgária, Grécia, Sérvia, Itália, França, Croácia e Eslováquia, num total de 15 datas entre 14 e 30 de Agosto. Entre outras notícias, dá-se conta de que já está disponível no site da Metal Hammer a compilação Battle Metal Volume 8, promovida pela reconhecida revista inglesa, onde os Gwydion participam com o tema “Turning Of The Wheel”. 


A SounD(/)ZonE disponibiliza na sua barra lateral os vídeos, na íntegra, dos concertos dos Switchtense e Oppressive no VI aniversário da nossa zine. As imagens foram gentilmente captadas pelo site açoriano Acorestube.com, a quem endereçamos, uma vez mais, um agradecimento por proporcionarem esta simpática recordação. 
Os britânicos Muse têm regresso marcado a Portugal para o dia 29 de Novembro no Pavilhão Atlântico, em Lisboa. A banda multi-galardoada e que já esgotou o estádio do Wembley por duas vezes, vem apresentar ao público nacional o seu quinto álbum de originais, “The Resistance”, que tem data edição marcada para Setembro próximo. Os bilhetes estarão à venda a partir de amanhã [9 de Junho] nos locais habituais, entre os 30€ e os 40€.
O último sábado de Junho [dia 27] é “negro” na Casa de Lafões, em Lisboa. Isto por "culpa" das actuações dos Adamantine, Revage, Motörpenis e Celtic Dance. Comunica-se que os horários dos espectáculos serão cumpridos à risca, começando impreterivelmente às 17h30 e terminando às 20h30. As entradas custam 5€.
A editora nacional Bubonic Productions comunica que passa a ser especializada em Doom Metal, deixando os lançamentos na área do Black Metal para a sub-editora Discipline Productions. Por esta última estará disponível para o final do mês um split-CD com os Dolentia e Tumulum. Pela Bubonic Productions, a mais recente novidade é o pacote t-shirt+cassete+poema de Conde F. dos Defuntos. Esta edição é limitada a 30 pacotes. Qualquer encomenda deve ser feita pelo e-mail
Os norte-americanos Fueled By Fire são os convidados de honra para o concerto de encerramento do XII SWR Barroselas Metal Fest a decorrer no próximo dia 10 de Junho na Junta de Freguesia de Panoias, em Braga. O jovem grupo lançou recentemente "Spread The Fire" pela Metal Blade, revelando-se uma surpresa no espectro do thrash metal revivalista. Este espectáculo traz ainda a Portugal os italianos Neurasthenia e dá oportunidade aos nacionais Mr. Myagi, Assassinner e Valium de participar nesta cerimónia de encerramento daquele que é o mais importante festival underground do país. As "hostilidades" abrem-se às 20h00 e os bilhetes podem ser adquiridos à porta do recinto por 8€.
Os britânicos Benediction revisitam o nosso país no dia 4 de Julho num acto promocional do Caos Emergente. Esta contagem decrescente para o festival de Recarei, será acompanhado pelas actuações dos nacionais Pitch Black e Secrecy. O Cinema Batalha, no Porto, fará ecoar a música destes três artistas a partir das 16h00 à condição de 20€ à entrada. Para o dia anterior está ainda marcada uma data para o Cine-Teatro de Corroios, da qual ainda há pouca informação. 
Os Dying Fetus estarão de volta aos discos no dia 21 de Setembro, altura em que lançam “Descend Into Depravity” pela Relapse Records. O sétimo álbum de originais da banda de Death Metal de Baltimore foi gravado nos Wright Way Studios com o produtor Steve Wright na cidade natal da banda. Entretanto, esta não descansa e parte já hoje para uma extensa digressão mundial, com arranque nos Estados Unidos pela Summer Slaughter Tour com os colegas de editora Origin e Necrophagist. Segue-se, em Agosto e com a duração de um mês, a Decimation Of A Nation Tour com os Hatebreed e Chimaira, nos Estados Unidos, e Cannibal Corspe, na Europa. No velho continente, há datas que contemplam também as participações dos Obscura, Evocation, Annotations Of An Autopsy e Trigger The Bloodshed. Em breve será conhecido o artwork de “Descend Into Depravity”. 
Os suecos Marduk estarão de volta a Portugal nos dias 15 e 16 de Outubro ao Teatro Sá da Bandeira e Incrível Almadense, respectivamente, acompanhados pelos polacos Vader, pelos italianos Fleshgod Apocalyspe e ainda por outras bandas a anunciar. Estes espectáculos inserem-se na tournée europeia de promoção ao seu décimo primeiro disco a editar em Setembro. Entretanto, ainda se desconhece o preço dos bilhetes.
No dia 20 de Junho o Bar Académico da Covilhã abrirá as portas ao primeiro À Beira da Cova Metal Fest. Para além dos nacionais Undersave, Vizir, Decrepidemic, Decayed e Web, o cartaz é composto pelos grinders mexicanos Oxidised Razor. Os concertos têm início às 17h00 havendo pausa para jantar entre as 19h45 e as 21h30. A entrada custa 8€. Está também agendado um almoço convívio no dia e local do concerto, pelas 13h00, em que será servida entremeada, batata frita, pão e duas bebidas por 4€. Os interessados em participar deverão inscrever-se até 15 de Junho pelos e-mails
Gualter Honrado, prolífero baterista açoriano, conhecido por fazer parte dos Morbid Death e Nableena, bem como de vários outros projectos em que participa esporadicamente, fará um workshop no dia 14 de Junho, pelas 18h00, no Bar Baía dos Anjos, em Ponta Delgada, no âmbito do festival Live Summer Fest. Para além das demonstrações técnicas normais nestas circunstâncias, como solos, o músico terá ao seu lado os seus colegas dos Morbid Death e Nableena a executarem um tema original, sobre os quais se dissertará sobre pormenores de composição. Pode consultar o Myspace do músico
A M9Events avançou já sete dos nomes a marcar presença na edição deste ano do cada vez mais influente festival de Heavy Metal açoriano October Loud. Este ano com quatro dias dedicados a concertos, entre uma palestra sobre o Cancro e jantares/barbecues de convívio, entre os dias 1 e 4 de Outubro confirmam-se já as actuações dos Stampkase, Neurolag, In Peccatum, Prophecy of Death, Zymosis, Nableena e Spank Lord. Ao todo a organização conta colocar em cartaz cerca de 16 de projectos regionais, entre os quais se reservam algumas surpresas. O local volta a ser o Salão de S. José em Ponta Delgada. De salientar que este ano o October Loud volta a assumir uma posição de solidariedade para com questões sensíveis da nossa sociedade, como é o Cancro, anunciando que as receitas da sua próxima edição revertem a favor do Núcleo Regional dos Açores da Liga Portuguesa Contra o Cancro. Este é ainda um evento com o apoio da Paroquia de S. José, ANIMA-Cultura, Junta de Freguesia de S. José e SounD(/)ZonE.
Uma farta dose de Metal é o que promete o Lusitanian Solstice no dia 10 de Junho na Caixa Económica Operária, em Lisboa. Os nacionais Undersave, Alcoholocaust, Drakkar, Midnight Priest e os ingleses Pagan Altar são os condimentos desta noite mais dedicada às sonoridades tradicionais. O início dos espectáculos é às 19h00 e os bilhetes custam 13€ [venda antecipada] e 15€ [venda no dia]. Reservas podem ser feitas através do e-mail
Os industrial rockers Dr. Zilch actuam no Som Baldio – Lovimec Fest 2009 em Ôlo, Amarante, no dia 13 de Junho ao lado dos Salvia Web e Mosh. Ainda no primeiro dia do festival actuam os Dogs, Pitch Black e Tarantula e haverá djing a cargo de António Freitas. As entradas são livres.