
Tuesday, February 28, 2006
Hammerfall - Preparam regresso

Testament e Sinister em Portugal

RESERVAS : 963370100 /
No dia 4 de Março decorre ainda uma festa de apresentação do concerto no Ritmus Bar com a banda RCA.
Monday, February 27, 2006
Live Zone [report]

23.02.06 - Bar PDL, Ponta Delgada
Se já nos vinha sendo hábito presenciar, esporadicamente, a concertos de covers em bares e outros locais de espectáculos em S. Miguel, o que não contávamos agora era que outro núcleo de músicos nessa área (metal) se empenhasse também em seguir os mesmos moldes. Isto até porque já nos tínhamos habituado a ver o line up do Unrecovers/Undercovers a desfrutar de um certo monopólio ideológico, numa área que pensávamos não haver espaço para mais um nome. Daí a surpresa, uma surpresa muito agradável até porque constitui uma nova alternativa dentro destes moldes e que pode muito bem espicaçar os veteranos da ideia que têm vindo a dar sinais de alguma estagnação. De qualquer forma, isto não tem que ser visto como uma competição, como é óbvio.

Com a entrada de “Ruin” dos Lamb Of God ficou, desde cedo, patente que estes músicos sabiam muito bem o que estavam ali a fazer. Se no geral, é preciso bons músicos para desempenhar estes temas, particularmente um bom baterista, João Freitas deixou-nos aqui convictos de que estamos perante um dos melhores e mais tecnicistas bateristas de S. Miguel, sem dúvida... Uma das [poucas] “fraquezas” deste colectivo, um autêntico calcanhar de Aquiles, foi a prestação


Nuno Costa
Fotos: André Frias [www.contratempo.com]
Down - Reunião e álbum

http://www.down-nola.com
Voivod - 14ª investida

Saturday, February 25, 2006
Mnemic - Regresso em 2006

Antevisão - Novo Mini-CD Neurotic

As gravações do vosso novo mini-CD já decorrem desde Setembro, certo?
Não diria que decorrem desde Setembro, mas sim que começaram em Setembro. Aliás, finais de Agosto, para ser mais exacto. As gravações não têm sido contínuas. Desde então, tive muito tempo parado, por motivos vários, entre os quais, pouca disponibilidade e alguns concertos importantes agendados. Estamos também a tocar com dois novos músicos ao vivo, o que também me tirou muito tempo – ensaios, etc.
Que fases da gravação já estão concluídas?
Até à data, só temos as faixas de bateria gravadas. Falta, portanto, captar o resto dos instrumentos – guitarra, baixo e voz –, proceder à mistura dos mesmos e masterizar.
As gravações têm decorrido sem problemas? Está tudo a ficar conforme desejam?
Há pouco para avaliar mas, sim, o pouco que gravámos está excelente. O Marco fez um trabalho incrível na bateria.
Tu é que és o principal compositor da banda e és também quem produz os discos, certo?
Sim, exacto...
Tens alguma formação nesta área?
Não. Tenho apenas a experiência de ter produzido as anteriores demos e álbum dos Neurotic. Tudo o que sei sobre produção é fruto de muita pesquisa, muito tempo a experimentar e muita paciência...
A masterização ficará também a teu cargo?
Neste CD sei exactamente o “som” que quero. Se eu não conseguir antigir o que tenho em mente em relação à produção, tenho prevista a possibilidade de entregar essa tarefa a alguém mais competente.
O que podemos esperar dos novos temas dos Neurotic?
Em relação à sonoridade, podem esperar uma vertente ainda mais Death Metal do que já fizemos até agora. Continuamos a manter aquele mid-tempo característico de Neurotic, com riffs “pesadões”, mas também incluímos mais partes rápidas. Os temas são longos, com uma média de 6/7 minutos, mas existe mais dinâmica. Para quem gosta do estilo que os Neurotic têm vindo a fazer, irá gostar com certeza.
Quais os aspectos que estás a tentar melhorar neste novo material?
No último álbum talvez tenhamos pecado por incluir todos os temas que achávamos bons. Consequência disso: há temas de diversas épocas e que abordam diversas sonoridades. Ficamos assim com um álbum heterogéneo mas longo e algo “maçudo”. Acho que esse é o principal factor que melhoramos neste trabalho. Por um lado, apuramos o melhor do melhor, por outro, não dispersámos tanto a sonoridade, resultando num trabalho mais coeso.
A editora responsável pelo seu lançamento será de novo a Nebula Records e a distribuição ficará a cargo da Dark Music Productions?
Quanto a isso, ainda é muito cedo para me pronunciar... Depende das propostas que surgirem.
Já existe nome e data para o lançamento do novo trabalho

Nome já! Data, nem por isso. Ainda não tenho noção de quando iremos concluir as gravações. É uma consequência de fazer tudo sozinho e não ter prazos. Isso é bom e é mau. Por um lado, sei que obtenho o melhor trabalho possível dadas as condições, mas por outro, corre-se o risco de todo o processo se arrastar no tempo na ausência de um prazo definido. Em relação ao nome será «[In]Human». Existe um trabalho conceptual em torno do título, das letras e do artwork.
Nuno Costa
Thursday, February 23, 2006
Antevisão - Novo álbum Forgotten Suns

Os Forgotten Suns estão em estúdio desde quando?
A banda começou a compor o terceiro álbum em Setembro de 2005 com a nova formação - Linx, Falcão, Correia, Valadares e Samora.
Certamente, estão a gravar no vosso estúdio...
Estamos a compor e a ensaiar tudo no nosso novíssimo estúdio, apesar de termos arrancado com o processo de composição no antigo estúdio nas Olaias – FX Estúdio – ao qual não temos mais ligação.
Em que fase da gravação se encontram?
Estamos a compor ainda e a fazer pré-produção dos temas. A mudança de espaço e renovação do equipamento tomou-nos algum tempo.
Quem está a comandar a produção e a engenharia de som neste processo?
A própria banda e o nosso técnico de som José Manuel Machado.
Quantos temas farão parte deste novo álbum?
Ainda é uma dúvida para nós porque temos mais conceitos e mais ideias do que nos albums anteriores. A escolha será difícil, mas creio que uns oito temas serão o suficiente. Não nos queremos alongar tanto desta vez.
Já tem nome?
Tem um nome provisório, do qual gostamos muito e tem sido mantido até agora. Com o avançar do projecto poderá ser alterado embora duvide muito... Aliás, essa tem sido uma das formas de encararmos este disco, sem certezas absolutas e com muita experimentação à mistura... O que hoje é pode deixar de o ser amanhã. Quanto ao nome não o posso revelar ainda...
Quanto à orientação musical destes novos temas, o que poderemos esperar deles? Queres falar-nos um pouco de cada um?
Ainda é um pouco cedo para falar individualmente, mas penso que este album será um trabalho mais pensado e mais concreto que os dois anteriores, que eram conceptuais e ligados entre si (“Fiction Edge” e “Snooze” são a mesma história dividida em duas partes). Este será, certamente, um álbum mais agressivo e pesado, mais progressivo mas ao mesmo tempo mais acessível.
Creio que um dos [poucos] pontos fracos de Snooze era mesmo o seu aspecto sonoro. Desta vez, estão a ter cuidados especiais neste sentido?
Certamente. A produção de um álbum dos Forgotten Suns leva sempre bastante tempo a ser concluída. Em ambos os casos – “Fiction Edge”/”Snooze” – a banda estava dependente do tempo de estúdio, da capacidade do equipamento e dos técnicos que connosco trabalharam, sendo que havia grandes limitações nisto tudo que falei. Hoje tudo é diferente. Temos para além do nosso novo estúdio, um técnico de som experiente, equipamento de alta qualidade e, acima de tudo, o nosso “know-how” para produzir e executar. Outra coisa também importante é o facto de a banda estar mais coesa devido à ausência de grandes diferenças de personalidade como havia no passado e de termos bastante tempo disponível para podermos trabalhar.
De que temas falará esta nova colecção de canções?
O conceito por detrás deste álbum tem a ver com energia e as várias formas como ela se apresenta. Não existe uma história, mas sim várias histórias separadas que formam um álbum.
Vocês encarregar-se-ão de lançar mais uma vez o álbum, via Magic Rope, ou, pelo contrário, há possibilidades de assinarem com outro selo?
Existem fortes possibilidades de um licenciamento a uma editora de renome... Estamos a trabalhar nisso.
Existe já data para o lançamento do vosso novo álbum?
Gostaríamos que fosse no final deste ano...
Nuno Costa
Wednesday, February 22, 2006
Metal Covers no PDL

Guia de Artistas
O jornalista José Andrade, figura experiente do jornalismo musical açoriano, responsável pela página "Notas Soltas" editada semanalmente no jornal Açoreano Oriental, está a preparar uma espécie de ABC de artistas e bandas açoreanas. Para isso, apela a todos os músicos que tenham projectos que o informem dos mesmos para que conste na segunda edição deste artigo, a editar brevemente. Terão que enviar biografia e mencionar se tocam temas originais ou covers. Uma vez que o artigo se prevê para breve, pede-se rapidez na resposta.
E-mail: José Andrade - jose_andrade@vizzavi.pt
Tuesday, February 21, 2006
Metal no Klinika Bar
A 3 de Março haverá lugar a uma noite de metal no café-bar Klinika, no Porto. Os Dj's Samhain e Nargvth serão os responsáveis pela animação musical do bar, prometendo sons que irão do heavy ao doom, ao thrash, ao death, ao progressive e ao black metal. Para os amantes destas sonoridades, este será, com certeza, um bom sítio para passar a noite. As "movimentações" iniciar-se-ão a partir das 22h30 e a entrada custa 3€ (com oferta de uma cerveja).
KLINIKA BAR - R. Martires da Liberdade, 216 (Praça da Républica) - Porto
Monday, February 20, 2006
Entrevista Deadsoul Tribe

Desde que anunciou a sua saída dos Psychotic Waltz (1997) que Buddy Lackey (a.k.a Devon Graves) procura encontrar um escape para o seu imaginário musical e poético. Se isto já não estava a ser conseguido na banda de San Diego, Graves formou então os Deadsoul Tribe e encontrou aí o formato certo para canalizar todo o seu peculiar génio artístico. Decorria o ano de 2001 e, um ano mais tarde, o projecto vê os seus primeiros frutos com o seu primeiro álbum "Deadsoul Tribe". Graves veio mostrar uma eclética fusão de rock progressivo, com uma vertente dark e um experimentalismo ao jeito de uns Tool. A flauta e o arco do violino a percutir as seis cordas da guitarra perfazem outras das particularidades dos Deadsoul Tribe. Agora com "Dead Word", lançado no final do ano passado pela Inside Out, os Deadsoul Tribe procedem ao elevar do seu som num sentido mais "tribal" e groovy, sem nunca romper com as características que já lhes são reconhecidas. Aproveitando o seu regresso de uma mini-digressão europeia com os Sieges Even, a SounD(/)ZonE trocou algumas palavras com o mentor, produtor, compositor, guitarrista e vocalista da banda - Devon Graves.
“Dead Word” foi gravado num espaço de tempo muito curto. Apenas um mês para gravá-lo e escrever as letras... Podemos depreender que as gravações decorreram muito bem, portanto...
Eu sentia-me muito inspirado... Demorei cerca de um ano para compor e arranjar os temas, mas o processo de gravação correu, de facto, muito rápido. As letras foram escritas durante as duas últimas semanas de estúdio e, curiosamente, foram escritas todas de manhã, enquanto da tarde decorriam as gravações. Musicalmente, as ideias surgiram muito rapidamente. Uma espécie de corrente que jorrava ideias incessantemente para a qual simplesmente tinha que direccionar o meu ouvido. Consequentemente, foi uma questão de deixar a música me conduzir para o caminho certo. Pelo contrário, a composição das letras foi uma tarefa mais difícil, porque eu procuro achar as palavras certas para encaixar correctamente na história da música. A parte mais difícil é precisamente encaixar o som das vogais no som das notas. Para fazer o som das palavras, contextual e emocionalmente, capturar o sentimento da canção e projectá-lo da melhor forma, não é fácil, daí que deixe, por norma, esta tarefa para o fim. De súbito, as ideias surgem em catadupa.
Devon, eu gostaria que retomasses ao teu passado para explicar a formação dos Deadsoul Tribe e as razões que te levaram a abandonar os Psycothic Waltz.
Hmmm, esta é uma história muito longa e da qual tenho estado a falar nos últimos dez anos... Deixa-me apenas dizer que os Psychotic Waltz deixaram de ser aquilo que todos esperávamos. Eles foram muito importantes para o meu crescimento mas, nos últimos tempos que tive na banda, comecei a perceber a diferença entre aquilo que eu queria e aquilo que era possível fazer com ela. Os Deadsoul Tribe só surgiram um pouco mais tarde, mais precisamente quando me mudei para Viena. A sua formação consistiu em várias audições e no conhecimento de muita pessoa nova. Eu escolhi os seus membros ao “esquadro” atendendo ao impacto que teriam ao vivo, especialmente o Adel [baterista], que escolhi porque a sua maneira de tocar correspondia exactamente àquilo que eu queria para a música que idealizava.
Já agora, porque adoptaste o pseudónimo Devon Graves desde que formaste os Deadsoult Tribe? Existe algum significado especial?
Não existe nenhum significado. Trata-se apenas de um nome que encaixa bem com o estilo de música que toco.
Neste novo álbum não podemos dizer que o vosso som

É verdade. Eu não estava tentando quebrar com o estilo que temos vindo a criar, mas gostava de encontrar uma maneira de o trazer a um novo patamar. Contudo, agora que está concluído, eu sinto um desejo de quebrar completamente estas ligações. Eu estou já a compor o nosso quinto álbum e garanto-vos que vai ser algo muito diferente.
Como continuas a reagir às pessoas que vos comparam a Queensryche ou Tool?
O meu trabalho não tem sido comparado com o dos Queensryche desde os primórdios dos Psychotic Waltz. Certamente que com os Deadsoul Tribe isso nunca aconteceu. Os Deadsoul Tribe são sim comparados com os Tool, dos quais eu gosto, mas somos mais frequentemente comparados com bandas como os Black Sabbath e até com os Jethro Tull. Existem também outras influências no nosso som e não vejo problema nenhum em detectarem outras influências na nossa música.
Achei curioso vocês no vosso site nomearem as músicas preferidas e menos preferidas dos vossos álbuns... Penso que seria de resguardar quais as vossas músicas menos preferidas! (risos) Já agora, quais são as tuas preferidas de “Dead Word”?
Eu gosto igualmente de tudo no novo álbum, cada uma por uma razão particular, por isso, não consigo escolher a minha preferida. Por alguma razão, “Let The Hammer Fall” agrada-me menos no álbum, mas é uma das minhas preferidas para tocar ao vivo. Não sei porque isso acontece...
Muita gente pode não saber, mas tu tocas guitarra por vezes com um arco de violino. Conta-nos como surgiu esta ideia.
Eu gostaria de vos dizer que esta tinha sido invenção minha, mas a verdade é que Jimmy Page começou a fazer isso em 1966. Esta é de facto imagem de marca sua mas que alguns guitarristas se recusam a reutilizar. Eu penso que se trata de algo tão genial que não deveria desaparecer. Já se passou tanto tempo desde que Page usou esta técnica que os putos mais novos nunca devem ter ouvido falar nela e, quando eles me vêem usá-la, eles pensam que se trata de algo novo.
Tu tens uma forma muito filosófica de escrever. Como descreves no teu site, a maior função da poesia não é fornecer respostas, mas sim levantar mais questões. Quais são as tuas preocupações principais quando escreves e reflectes sobre o mundo à tua volta?
Acima de tudo, a ruptura entre o Homem e o Universo. A minha esperança é restabelecer esta ligação.

Fala de pensamentos que já têm estado presentes nos nossos três álbuns anteriores. A condição humana tem tanta matéria por explorar que qualquer um pode escrever e escrever sobre ela que acaba por nunca se repetir.
Vocês acabam de regressar de uma digressão com os Sieges Even. Como correu?
Correu muito bem. Divertimo-nos muito e ambos partilhámos um bom público todas as noites.
Neste momento encontras-te a residir na Áustria. Algum motivo especial para esta mudança?
Mudei-me para cá há já algum tempo quando era casado com uma Austríaca.
Para finalizar, gostarias de deixar alguma mensagem ao público açoriano?
Obrigado pela entrevista. Eu sinceramente não sei que dizer ao público açoreano a não ser obrigado por nos ouvirem...
PLAYLIST DEVON GRAVES
Jethro Tull - Aqualung
Pink Floyd - Dark Side of the Moon
Porcupine Tree – In Absentia
Stream of Passion – Embrace the Storm
Pain of Salvation – Be
Nuno Costa
"Melhor Banda Sem Contracto"
O blog D:/moni1/ (Demonium) está a promover uma votação para eleger a melhor banda de metal nacional sem contracto. A votação decorre desde dia13 Fevereiro. Para que faça valer também a sua voz, consulte www.abcdemonium.blogspot.com e vote na sua banda preferida.
Thursday, February 16, 2006
"Virus I" na PJ

- Tema em formato áudio
- Foto actualizada
- Biografia completa
- Logotipo da banda
- 30 euros (mais tarde reembolsáveis com um CD master do layout
completo da compilação e um CD compilação que depois poderá ser
reproduzido, para além de outros extras que acompanharão a compilação).
De realçar no currículo da PJ os lançamentos de “Live Beside The Church” e “Disharmonical Symphony Of Black Dimensions” dos açorianos Zymosis, da distribuição e promoção do álbum de estreia dos açorianos Hiffen – "Crashing" - , do MCD " Hellish Domains" dos brasileiros Anglachel e da divulgação e promoção de bandas como os Psy Enemy, Neurotic e Forgotten Suns. Para além de lançamentos, distribuição e promoção, a PJ organizou também o festival Roquefest, em 2005, o qual se revelou muito interessante e que servirá de base para o próximo registo ao vivo (CD+DVD) dos Zymosis.
PJ - Prods. & Management
Paulo Jorge Sousa
Rua João Leite nº 25 S.Roque
9500 - 708 Ponta Delgada, S.Miguel, Açores (Portugal)
Telemóvel: + ( 351 ) 91 865 08 59
Tuesday, February 14, 2006
Packs SounD(/)ZonE

Para fazer a reserva envie os seus dados (nome e morada) para:
nuno_soundzone@yahoo.com.br
Monday, February 06, 2006
Olá caros leitores
Senti necessidade de prestar "contas" a vocês pela ausência de actualizações no blog da SounD(/)ZonE nas últimas semanas. Venho por isso esclarecer que tenho tirado os meus últimos tempos livres exclusivamente para a elaboração de um projecto, que exige muito tempo e, como sabem que a SounD(/)ZonE é quase exclusivamente obra minha, não me tem sobrado tempo para postar nenhum material novo. De qualquer maneira, a coisa boa disso tudo é que este projecto se prende com a SounD(/)ZonE e com a intenção de vos dar mais "som", mais música... E mais não digo porque às vezes os maus "olhados" funcionam!... (risos)
Prometemos o mais breve possível retomar as actualizações e vos trazer muitas novidades sobre... o "nosso mundo"!
Cumprimentos metálicos
Nuno Costa
Senti necessidade de prestar "contas" a vocês pela ausência de actualizações no blog da SounD(/)ZonE nas últimas semanas. Venho por isso esclarecer que tenho tirado os meus últimos tempos livres exclusivamente para a elaboração de um projecto, que exige muito tempo e, como sabem que a SounD(/)ZonE é quase exclusivamente obra minha, não me tem sobrado tempo para postar nenhum material novo. De qualquer maneira, a coisa boa disso tudo é que este projecto se prende com a SounD(/)ZonE e com a intenção de vos dar mais "som", mais música... E mais não digo porque às vezes os maus "olhados" funcionam!... (risos)
Prometemos o mais breve possível retomar as actualizações e vos trazer muitas novidades sobre... o "nosso mundo"!
Cumprimentos metálicos
Nuno Costa
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